No que estou trabalhando agora?

Started by Lúcia Pilla on Friday, February 3, 2012

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8/30/2012 at 6:23 AM

Lúcia, a "coleção" acaba de receber um novo, inesperado e saudável reforço na heterose: Al-Omayyad(661), ggm 29: Princess Al-Omayyad, Of Damascus

e s/marido Omeya( 630,Medina, Arabia-705, Damascus, Syria), ggf 29:
Abd Al-Malik Umayyade (Omeya)

Seu nome, Lúcia, não aparece na recuperação deste perfil, mas ele certamente não teria chegado ao meu conhecimento sem o apoio da sua extraordinária capacidade de trabalho. Obrigado, de novo ! Grande abraço, Deisi

8/30/2012 at 8:13 AM

:-) Fico feliz!

8/30/2012 at 6:23 PM

Ei, todos! O Geni liberou geral neste finde! Aproveitem!!!!

8/31/2012 at 7:46 AM
8/31/2012 at 7:58 AM

Lucia e George, quero compartilhar referências quase arqueológica àa "descoberta" da Ilha da Madeira, Canárias e presumivelmente dos Açores...há 2.000 anos, e que surgiram ao recuar(bastante) nas linhagens da Arábia Saudita a que referi na mensagem anterior, até chegar n ggf 50, Juba II, King of Mauritânia Juba II, King of Mauretania onde se lê:

"Juba II wrote a number of books in Greek and Latin on history, natural history, geography, grammar, painting and theatre. His guide to Arabia became a bestseller in Rome. Only fragments of his work survived. He collected a substantial library on a wide variety of topics, which no doubt complemented his own prolific output. Pliny the Elder refers to him as an authority 65 times in the Natural History and in Athens, a monument was built in recognition of his writings. His writings are published and translated in Roller: Scholarly Kings (Chicago 2004)...
According to Pliny the Younger, Juba II sent an expedition to the Canary Islands and Madeira.[4] Juba II had given the Canary Islands that name because he found particularly ferocious dogs (canarius - from canis - meaning of the dogs in latin) on the island.
He is also known to have written a book about a Canarian spurge which he named Euphorbia after his personal physician. It was later called Euphorbia regis-jubae (‘King Juba's euphorbia’) in his honor (it is now Euphorbia obtusifolia ssp. regis-jubae). The palm tree genus Jubaea was also named after him."
Curioso, não ? Há muita coisa a ser revista na história dos grandes descobrimentos. Esta apenas tangencia algo que já havia sido
fartamente documentado no "1421-O ANO ANO EM QUE A CHINA DESCOBRIU O MUNDO"(inclusive os Açores), de Gavin Menzies, oficial da Marinha Britânica, comandante submarinista, que deve ter até "mergulhado" com os tais lobos-marinhos. Parece que nas épocas mais remotas os lobos-marinhos eram confundidos com cães !!!
Grande abraço, Deisi

8/31/2012 at 8:01 AM

…VI…:)

8/31/2012 at 8:32 AM

Mas os leões-marinhos latem como cães, daí o nome das Canárias....
Lúcia tem razão, vamos aproveitar o fim de semana de graça que o Geni oferece, vamos trabalhar!
E quanto a Alcácer-Quíbir, há um Raposo nesse história, sabiam?
Abraços,
Marcos.l

9/1/2012 at 12:03 PM

Tá explicado ! Obrigado Marcos. Quanto à insana aventura do Desejado, vítima do fundamentalismo messiânico impregnado na alma lusa desde o "Milagre do Ouriques", e que virtualmente aniquilou toda uma geração da elite lusa, acho que, entre tantos e igualmente tão importantes projetos, o Geni poderia - e até deveria - abordar uma espécie de mega-projeto para detalhar a evolução dessa mística milenarista judaico-cristã em Portugal e seus ainda hoje perceptíveis reflexos no imaginário popular brasileiro. Ela começou a transbordar do âmbito religioso para o popular no frei dominicano Joaquim Fiori e esteve sempre subjacente na história lusa a partir do "Milagre", no épico Lusíadas de Camões, nas Trovas populares do cristão-novo
Bandarra(que acabaram impregnando o povo com essa lendária crença) e, depois do desastre, continuaram nos sermões do nosso grande Pe.Vieria, nos sonhos proféticos de D.Bosco, e nas visões de Fatima. "Brasil,Coração do Mundo, Pátria do Evangelho, do sublime Chico Xavier, seguiu os mesmos desígnios messiânicos que agora parecem prestes a ser reforçados com o súbito interesse do Papa, que acaba de nomear o 9º prelado brasileiro para o colégio cardinalício que elegerá seu sucessor. Deve ser pura coincidência, mas quando se atenta para o sobrenome do último deles, AVIZ - saído de Brasília e com um baita curriculo - convém prestar-lhe a atenção, como vêm fazendo, apreensivos, os cardeais italianos seus concorrentes. Sua Santidade está chegando em 2013, e um passarinho me contou: ele pretende dizer/revelar/fazer algo espetacular(*) diante dos braços abertos do Cristo Redentor, possivelmente sua renúncia em favor do
brasileiro. De quebra, pelo lado familiar, haveria um melhor chance de deslindar mais uma dessas coincidências que insistem em vestir a camiseta de sincronicidade quântica: minha filha mais velha(1957), falecida em 2010, teve dois belos filhos, hoje acadêmicos de Direito, que juntaram o sangue de sua avó materna, "Bandarra", nascida em Rio Grande(RS), com o do avô paterno, Abranches, de Barbacena(MG). O Bandarra das trovas, era sapateiro em Trancoso (PT), onde o governador mandou erigir-lhe um busto alusivo ao papel que suas rimas tiveram na "garra" do povo em torno do Duque de Bragança para a restauração da independência portuguesa, perdida 60 anos antes com o desaparecimento de D.Sebastião. Há uma placa no verso do
busto em que se lê aproximadamente o seguinte: "Mandado construir
em honra de Gonçalo Bandarra pelo governador Fernando Abranches".
Pois acredite quem puder: Fernando Abranches é também o nome do pai daqueles meus dois netos, que prudentemente não querem nem saber dessas ostentosas prosápias avoengas !!! Grande abraço, Deisi

9/2/2012 at 6:23 PM

Amiga Deisi, como bom junguiano, eu também não acredito em coincidências: alguma coisa a vida quer transmitir com essa justaposição dos dois nomes. A mim, o que o episódio sebastianista me diz é que a glória não se procura fora, numa aventura insana que não leva a nada, porém dentro, no nosso interior. É dentro que se encontra a única e verdadeira aventura, a que merece ser vivida. Procurar a história dos antepassados é também isso, é partir à descoberta de que não nos fizemos sozinhos, é concluir que um bando de pessoas simples, gente do povo, trabalhadora, deu muito duro para nos proporcionar condições melhores de vida. Nós somos devedores deles, não é mesmo?
Abraços,
Marcos.

9/2/2012 at 6:59 PM

Adorei, Marcos, muito bom...

9/3/2012 at 4:40 AM

Lapidar Marcos, obrigado. Penha que eu tenha ultimamente concluído pela imperiosa necessidade da cremação. Não fora isso, pediria sua licença para usar - na minha própria lápide - esta brilhante síntese daquilo que Jung extraiu do I-Ching, chinês. Objetiva, concisa, correta e clara, nela
não ousaria trocar sequer um "a", literalmente. Grande abraço, Deisi

9/3/2012 at 5:26 AM

Marcos, "penha" mesmo é a constância, agora, deste "Post-Scriptum"
em quase tudo que tenho digitado. É o ônus pago pelos que não se "empenham" no resguardo da forma diante da ditadura da pressa.
Embora óbvia - pelo menos em Brasília, onde não temos nenhum crematório com esse nome - essa intromissão do "h" na primeira "pena" poderia, naquele contexto, ser confundida, por exemplo, com
a solenidade musicada pelo DJ Luizinho no crematório da Penha:
.http://sinuhesilvavieira.blogspot.com.br/2012/05/veja-sao-paulo-o-...

9/3/2012 at 5:40 AM

Obrigado, gente, sempre leio as inserções de vocês aqui e quanta coisa tenho aprendido, como vocês trabalham! Abraço fraterno, Marcos.

9/7/2012 at 6:46 AM

Bom feriado a todos! http://su.pr/2ZuHSZ

9/7/2012 at 8:37 AM

Obrigado e igualmente Lúcia. Como não poderia deixar de ocorrer, eis
mais uma coincidência: este 7 de setembro me pegou lendo um romance que acaba de sair(algo que adoro na vida e abomino na literatura). Me justifico: nele - com o a tecitura apenas formal de romance - Javier Moro traça o que me parece, até agora, a mais detalhada, veráz e impressionante biografia de D. João, D.Pedro, Da. Leopoldina, enfim, da única corte européia que se transplantou do Velho para o Novo Mundo, com a confiança na mística predestinação cujos frutos só agora começam a aparecer lá fora. Recomendo vivamente, portanto, a leitura, obrigatória, de "O IMPÉRIO É VOCÊ", da Ed.Planeta, 494 p., 2012: vendas@editoraplaneta.com.br

9/8/2012 at 12:58 PM

Dei as caras no feed hoje, inserindo alguns dados do ramo basco da família. Conversei nesse feriado com o marido de uma tia minha sobre os ancestrais dele, que é descendente dos "Ouverney" e dos "Mineiro", que estão entre as pioneiras famílias suíças fundadoras da bela cidade de Nova Friburgo/RJ. Ele ficou de me conseguir algumas anotações, que qualquer dia desses poderei lançar no projeto de imigração para o Brasil. Vamo que vamo!

9/8/2012 at 2:37 PM

Opa, ando perdendo boas e reveladoras conversas. Agora com um modem de uma operadora qualquer, volto à vida do Geni, conectada a partir do Hospital Marieta Konder Bornhausen, em Itajaí.

Excelentes notícias, Diego. Estou curiosa pelos imigrantes suíços de Nova Friburgo. Veja se existe algum banco de dados lançado na net.

9/8/2012 at 3:01 PM

De início, o que tenho é que os "Mineiro" eram judeus da suíça que mudaram o sobrenome no Brasil para evitar anti-semitismo. Adotaram a função que exerciam lá como sobrenome aqui. A mãe dele é "Mineiro Ouverney". Ele disse que uma tia possuía um caderno com anotações mas ela morreu tragicamente no ano passado. Ele disse que conseguiria o caderno e me passaria. Vamos ver. Vou tentar levantar algo sobre os imigrantes. A cidade, isso eu já sabia (sou professor de Geografia, hehehe) foi fundada em 1819, de forma progamada pelo Império como fruto de uma estratégia diplomática de aproximação com povos germânicos diante do Império Francês. Vou ver o que acho na web. Mas uma coisa é certa: uma parte dessa turma vai parar na minha árvore.

9/8/2012 at 3:10 PM

«Nossa» árvore... ;-))

9/8/2012 at 5:19 PM

Estou incluída nesse..hehehe

9/8/2012 at 7:36 PM

Mas é claro! Heheheh! NOSSA!!!!

9/16/2012 at 2:25 AM

Dona Canô faz 105 anos hoje! Dona Canô

9/16/2012 at 10:05 AM

Saravá!

9/17/2012 at 12:59 AM

Marcos Raposo!
Adorei! "procurar a história dos antepassados é uma grande aventura! "
Muito bom !
Abraços

9/17/2012 at 2:04 AM

Fiquei muito feliz de ver que finalmente Deisi Vaz Pinto aceitou colaborar com alguém e - mais importante - tem uma foto no perfil agora! :-))) Obrigada a nossa amiga curadora croata Private User e a seu belíssimo trabalho com os gráficos. Thank you, Jadra! :-)))

Private User
9/17/2012 at 2:23 AM

Hi Lucia - my pleasure

9/17/2012 at 6:06 AM

Fico feliz em participar dessa troca de idéias com vocês, é muito gratificante, obrigado.
Todo mundo conhece o Almanak Laemmert em rede, de 1840 a 1889, mas pouca gente sabe do Almanak Administrativo, Industrial e Mercantil (Almanak Sauer), com máquina de pesquisa por nome, que vai de 1891 a 1941. Está na página http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=313394&pagfis... que é da Biblioteca Nacional. Para os cariocas é sopa no mel, mas tem dados sobre outros estados também.
Abraços,

9/17/2012 at 7:00 AM

Fascinante, Marcos. Nâo conhecia nenhum dos dois. Fiquei curiosa para saber como você utiliza estas publicações na genealogia.

9/18/2012 at 2:26 PM

O Laemmert está relacionado em uma tabela anual, clica-se no ano e o exemplar abre. No índice, clica-se no número da página do assunto que interessa, ela abre. Já o Sauer, não, a gente tem que pesquisar por tema (cidade, pessoa, atividade, etc.) e ele responde com as ocorrências ao longo de todo o período 1891-1940.
Curto genealogia mas quero saber como viveram os antepassados, gosto de "sherlocar" o que eles andaram fazendo e os Almanaks ajudam. Exemplo: meu bisavô Freitas aparece pela primeira vez como cafeicultor em São João Marcos no Laemmert em 1870 e por que? Porque se casou com Justina Ramalho, que trouxe terras como dote. Em 1876 ele some do Laemmert, e por que? Porque sua mulher morreu e ele teve de devolver o dote. Mais adiante, já casado com minha bisavó Amelia Ramalho ele... volta à antiga posição, na mesma freguesia. Posso afirmar que Justina e Amelia eram irmãs e que o mesmo dote serviu a ambas? Não, porque os livros paroquiais de São João Marcos sumiram, mas tudo indica que sim, não é? No termo de óbito dele no Registro Civil está dito que ele se casou 2 vezes, primeiro com Justina, depois com Amelia Ramalho.
Abraços
Marcos.

9/18/2012 at 2:35 PM

Uau! Que maravilha! Nunca soube que dotes eram devolvidos nestas situações...

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