Afonso Pires da Charneca

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About Afonso Pires da Charneca

AFONSO PIRES DA CHARNECA era Fidalgo Castelhano do tempo do Rei D. Fernando, e fez seu assento na Charneca; veja-se a Crónica do Rei D. João I, Part. 1ª, Cap. 191. Fez-lhe o dito Rei D. João I mercê de Alcaçova e outras terras por serviços que lhe fez, e foi escolhido pelos de Lisboa para acompanhar o Conde Nuno Álvares Pereira quando foi Fronteiro Mor do Alentejo; foi casado com Constança Esteves que era natural de Lisboa

2 Martim Afonso de Lisboa, ou Charneca [107]

2 Afonso Pires de Charneca, s.g.

2 Margarida Afonso m.er do Contador Diogo Aires

2 Constança Gil que casou, e teve:

- 3 Vicente Annes, a quem seu tio, Arcebispo de Braga, chama à sucessão dos Morgados, s.m.n.

- 3 Afonso Annes, o mesmo

2 Diogo Gonçalves de Castro, nos Castros

[107] No ttº. de Castros § 3 Sub N 11 diz-se que Martim Afonso da Charneca, era filho de Afonso Pires de Castro que ali se diz ser o primeiro que veio de Castela para este Reino que supomos ser este de N 1 e que fez assento na Charneca, sendo como supomos o mesmo era Afonso Pires filho de Pedro Fernandes de Castro Sr. de Fornelos, ttº. de Castros § 3 N 10.

(Gayo, NFP, tit. Mirandas $ 1 N 1).

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Afonso Pires da Charneca (1340 - a. 11 de Dezembro de 1392) foi um fidalgo do Reino de Castela, de seu nome Alfonso Pérez em castelhano, que, durante o reinado de D. Fernando I de Portugal, passou a Portugal e terá fixado a sua moradia na Charneca e ali edificado o seu solar. Terá sido também senhor de Parada e de Sanguinhedo.

Fernão Lopes designa-o "Afonso Perez da Charneca" e, no capítulo CLIX da 1.ª parte da Crónica de D. João I,[1] diz que foi uma das "algumas pessoas que ajudaram o Mestre a defender o reino".

Controvérsia Diz-se que recebeu a mercê das Alcáçovas e várias outras terras "por serviços que este lhe fez", entre elas os Lagares d' El-Rei, por ordem do referido Mestre de Avis, o rei D. João I de Portugal,[1] mas, no entanto tudo parece indicar que se esteja a confundir com o seu filho mais velho e seu «aportuguesado» homónimo. Assim como quais deles seria um dos escolhidos pela corte para acompanhar o condestável D. Nuno Álvares Pereira quando este exerceu o cargo de Fronteiro-mor do Além-Tejo.

Casamento e descendência

Casou com:

Constança Esteves (c. 1340 - d. 11 de Dezembro de 1392).[1] [2] Documenta-se como Constança Esteves, mãe de D. Martinho, Bispo de Coimbra e do Conselho, quando a ambos D. João I a 11 de Dezembro de 1392 confirmou a doação que fizera a Afonso Pires da Charneca, filho da dita Constança Esteves e irmão do dito Bispo, do lugar de Alcáçovas, dumas vinhas e lagares «aallem d aRoyos e partem com o caminho da charneca», e de umas casas em Sintra. Dela teve: Afonso Pires da Charneca;[1] Martinho Afonso Pires da Charneca (ou de Miranda) (1360 -?), que foi bispo do Porto e bispo de Braga e de quem descendem os Mirandas;[1] Constança Afonso da Charneca; Margarida Afonso de Miranda (da Charneca) casada com Diogo Aires, sem geração, e depois com Rui de Brito, escudeiro e juiz do cível de Lisboa (1410-11), com geração.[3] Para Felgueiras Gayo teria também como filhos:

Fernando de Castro, viveu na Galiza (?); Diogo Gonçalves de Castro (1360 -?) casado com Aldonça Coelho (?).

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