Bernardo José Maria de Silveira e Lorena, 48º Vice-Rei da India, 5º conde de Sarzedas

public profile

Is your surname de Silveira e Lorena?

Research the de Silveira e Lorena family

Bernardo José Maria de Silveira e Lorena, 48º Vice-Rei da India, 5º conde de Sarzedas's Geni Profile

Share your family tree and photos with the people you know and love

  • Build your family tree online
  • Share photos and videos
  • Smart Matching™ technology
  • Free!

Share

Bernardo José Maria de Silveira e Lorena, 48º Vice-Rei da India, 5º conde de Sarzedas

Birthdate:
Birthplace: Campo Grande, Lisbon, Lisbon, Portugal
Death: Died in Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brazil
Immediate Family:

Son of Nuno Gaspar de Tavora and Maria Inácia da Silveira
Husband of NN and Mariana Angélica Fortes de Bustamante Sá Leme
Father of Maria Inácia (ou Antonia) da Silveira e Lorena; Antonia (ou Maria Inácia) da Silveira e Lorena and Francisco de Assis de Lorena e Silveira
Brother of Francisca Maria de Paula do Pópulo Albuquerque da Silveira e Lorena
Half brother of Brás José Baltasar da Silveira and Joanna de Tavora

Managed by: Private User
Last Updated:

About Bernardo José Maria de Silveira e Lorena, 48º Vice-Rei da India, 5º conde de Sarzedas

D. Bernardo José de Lorena 5.º Conde de Sarzedas e Vice-Rei da India. Em 1798 era Governador e Capitão General de S. Paulo e Minas, como consta do Almanack do dito anno impresso na typographia da Academia Real das Sciencias e a esse tempo ainda não era Conde de Sarzedas. Casou na India e lá teve duas filhas. Voltando a S Paulo uma casou alí com Luiz Pereira Machado e outra com um Sr Ferreira.- D. Bernardo José de Lorena teve mais em S. Paulo um filho natural chamado: Francisco de Assil Lorena... Apontamentos Genealogicos sobre á Familia Portugal da Silveira Antonio de Portugal de Faria, 1895 Portugal da Silveira. Pag. 13

——————————————————————————————————————————————————

Bernardo José Maria de Lorena e Silveira, quinto conde de Sarzedas, (Campo Grande, 20 de abril de 1756 — Rio de Janeiro, 1818) foi um fidalgo e administrador colonial português.

Origem:

Há duas versões sobre a origem de Bernardo de Lorena:

A primeira versão é que seria filho de Nuno Gaspar de Lorena, nascido em 1704, moço fidalgo, era veador da rainha D. Maria I, tenente-general, governador das armas do Alentejo e de D. Maria Inácia da Silveira (nascida em 1723), era ao mesmo tempo sua cunhada, pois no primeiro casamento de D. Nuno Gaspar casara com sua irmã mais velha, segundo informa «Nobreza de Portugal», tomo III, página 363. Dona Maria Inácia era por sua vez riquíssima, filha do segundo casamento do antigo governador de Minas Gerais, Dom Brás Baltazar da Silveira (conforme se lê nas páginas de Genea Portugal na internet).

A segunda versão, feita por pesquisadores do Caso Távora, é que ele era apenas filho de criação de Nuno Gaspar de Lorena, mas de fato filho bastardo do rei D. José I com a "Marquesa Nova" (Tereza de Távora), esposa de D. Luís Bernardo de Lorena e Távora, 4.º Marquês de Távora, executado junto com os demais Távoras em 1759. Sendo assim, Bernardo de Lorena era meio irmão de D. Maria I, a qual sucedeu no trono a seu pai D. José I, e que lhe concedeu cargos e honrarias, e seu nascimento, em 1758, provocou a Conspiração dos Távoras, o Caso Távora. Nuno Gaspar teria sido pai de criação por ter sido o 4º Marquês de Távora executado e Tereza de Távora presa em convento, onde ficou até falecer.

Essa afirmação teve origem em Saint-Hilaire, que o conheceu no Brasil, e escreveu sobre Bernardo de Lorena e Frei Lourenço do Caraça em seu livro "Viagem pelas capitanias de Rio de Janeiro e de Minas Gerais". A amizade de Frei Lourenço do Caraça com Bernardo de Lorena despertou as suspeitas de Saint-Hilaire, pois o misterioso frei é visto, até hoje, como um dos muitos fugitivos do Caso Távora e era de São João da Pesqueira, lugar de senhorio dos Távoras, e era da família Figueiredo, ligada aos Távoras.

Moço fidalgo com exercício nomeado em 3 de fevereiro de 1766; capitão de cavalaria agregado à 1ª Corte. Grã-cruz da Ordem de São Tiago e comendador da Ordem de Cristo; capitão-general de Minas Gerais e Vice-rei da Índia. Em 1786 recebeu a carta de conselheiro. A 19 de agosto de 1786 nomeado, por Dona Maria I, capitão-general governador da capitania de São Paulo, no Brasil, cargo de que só tomou posse a 5 de junho de 1788 (mas Nobreza de Portugal cita outra data: 25 de julho).

Duas datas diferentes também são dadas para seu nascimento e sua morte: Alguns afirmam que ele nasceu em Lisboa, no dia 20 de abril de 1758. O nascimento de Bernardo, filho bastardo, teria então causado a Conspiração dos Távora contra o rei.

Outros dizem ter ele nascido em 20 de abril de 1756, em Campo Grande, em Portugal, falecendo em Lisboa em 1818, ou no Rio de Janeiro em 1819.

No Brasil:

Seu governo em São Paulo durou nove anos, terminando em 28 de junho de 1797. Entre suas obras mais importantes, a Calçada do Lorena, o primeiro caminho calçado com pedras na Serra do Mar que ligou o litoral ao planalto e à cidade de São Paulo. Terminado este seu gpverno, que durou até 28 de junho de 1797, quando entregou o mando a António Manuel de Melo Castro e Mendonça, foi render o Visconde de Barbacena no governo da província de Minas Gerais. Ali fundou a cidade de Campanha.

Concluída em 1805 a comissão, foi agraciado com o título de 5º Conde de Sarzedas, como descendente de um irmão do 1º conde de Sarzedas.

No Reino:

Nomeado conselheiro de capa e espada do Conselho Ultramarino, deputado da Junta de administração do Tabaco, e finalmente a 17 de setembro de 1806 vice-rei da Índia.

Na Índia:

Em 1806 foi nomeado vice-rei da Índia, que governou por também nove anos até 29 de novembro de 1816. Tal título havia sido extinto em 1774.

Entrou a barra de Goa a 27 de maio de 1807, sendo recebido com entusiasmo por vir investido na dignidade de vice-rei, que em 1774 fora suprimida pelo marquês de Pombal. Achavam-se ainda em Goa uns 30 mil e tantos soldados ingleses que ocupavam a cidade sob pretexto de a proteger contra empresas dos franceses. No governo de Veiga Cabral, seu antecessor, «homewm inábil e de curtas vistas», os ingleses governavam a pretexto de defender Goa das tropas m«napoleônicas. As tropas lhe haviam sido impostas pelo Marquês de Wellesley, irmão do duque de Wellington. Não sucedeu, porém, assim com o Conde: Sarzedas mostrou dignidade e força de caráter.

Só a 1 de novembro de 1810 começaram os ingleses a retirar-se. A 2 de abril de 1813 saiu de Goa o último regimento.

Sarzedas governou a Índia durante nove anos. Conseguiu a extinção completa da Inquisição de Goa, restabelecida em 1779, na reação contra a política pombalina, e conseguiu revigorar a autoridade portuguesa com tato e firmeza.

Entregando o governo ao seu sucessor, o 1º conde de Rio Pardo, a 29 de novembro de 1816, retirou-se para Lisboa, onde veio a falecer três anos depois.

Descendência:

Deixou filhos legitimados por despacho do Desembargo do Paço em 4 de abril de 1818. Entre eles,

D. Francisco de Assis de Lorena e Silveira (nascido em 1780) que casou com Maria Rita de Almeida de Sousa e Faro, sendo pais de D. Bernardo Heitor da Silveira e Lorena (7 de abril de 1810-12 de dezembro de 1871), feito 6º conde de Sarzedas, que casou com Luísa Pereira Garcez Palha e foram pais de D. Francisco de Assis da Silveira e Lorena, 7º conde de Sarzedas.

D. Maria Ignácia da Silveira

D. Maria de Paula e Lorena

in, https://www.wikiwand.com/pt/Bernardo_Jos%C3%A9_Maria_Lorena_e_Silveira

view all

Bernardo José Maria de Silveira e Lorena, 48º Vice-Rei da India, 5º conde de Sarzedas's Timeline