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Diogo de Lara

Birthdate:
Birthplace: Zamora, Zamora, Castile and León, Spain
Death: Died in Sao Paulo, São Paulo, Brazil
Immediate Family:

Son of Diego Ordóñez de Lara and Antonia de Oliveira
Husband of Madalena Fernandes de Morais
Father of Maria de Lara; Maria Pedroso; Isabel de Lara; Ana de Lara; Joaquim de Lara Morais and 3 others
Brother of Manoel de Lara; Maria de Oliveira and Gabriel de Lara
Half brother of Francisco Fernandes de Oliveira, Padre

Managed by: Paulo H Hermanny Jobim
Last Updated:

About Diogo de Lara

Pedro de Moraes d'Antas foi casado com Leonor Pedroso, † em 1636 com testamento em S. Paulo, f.ª de Estevão Ribeiro Bayão Parente e de Magdalena Fernandes Feijó de Madureira. Tit. Bayão, adiante neste V. Em 1600, depois do falecimento de seu pai, requereu Pedro de Moraes ao governador geral do estado dom Francisco de Sousa, que lhe fossem guardados e cumpridos os privilégios, honras e liberdades que lhe competiam pelos instrumentos de seu defunto pai, e foi deferido numa provisão passada pelo dito governador reconhecida pelos tabeliães de S. Paulo, Santos e S. Vicente nesse mesmo ano; faleceu com testamento em 1644 em S. Paulo (C. O. de S. Paulo) e teve:

1-1 Magdalena Fernandes de Moraes § 1.º 1-2 Capitão Pedro de Moraes Madureira § 2.º

1-3 Paulo de Moraes § 3.º

1-4 Paschoal de Moraes § 4.º

1-5 Polycarpo de Moraes § 5.º

e dois f.ºs naturais

1-6 Damião de Moraes § 6.º

1-7 Beatriz Rodrigues § 7.º

____________________ 4.º D. Fernandes Mendes, rico homem, senhor de Bragança e mais terras de seu pai; foi chamado o Braganção, e por outro nome o Bravo. Achou-se com el-rei D. Affonso Henriques em todas as guerras de seu tempo, e na batalha do campo de Ourique. Casou com D. Theresa Affonso, filha ilegítima do mesmo rei, que o conde D. Pedro diz, no título 38, fls. 204, a tirara ao conde D. Sancho Nunes de Barbosa, de quem era mulher, para lhe aplacar a ira de se rirem dele quando lhe caiu a nata pelas barbas comendo com el-rei à mesa em Coimbra; o que Brandão tem por fabuloso, e convém em que foi casado com D. Sancha Henriques, irmã do mesmo rei D. Affonso Henriques, o que prova com a escritura que alega no liv. 8.º, cap. 27, part. 3.ª. O mesmo conde D. Pedro e o cronista Brandão afirmam que não teve dela filhos, e que, por haver feito doação da cidade de Bragança, ficara, por sua morte, incorporada na coroa; porém João Baptista Lavanha, alegando o livro antigo, diz que fora casado com outra mulher, que Brandão no lugar já citado diz fora D. Theresa Soares, f.ª de D. Soeiro Mendes o Bom da Maia, e que dele tivera a seu filho que segue:

5.º D. Pedro Fernandes o Braganção, que o cronista Brandão chama: Pedro Fernandes de La Hadra, foi alcaide-mor de Bragança no ano de 1193, em que el-rei de Leão a teve cercada, e o rei D. Sancho I a foi socorrer, como consta da escritura original do mosteiro de S. Salvador de Castro Avellães, e a refere José Cardoso Borges nas noticias de Bragança.

Pág.5 §1.º 1-1 Magdalena Fernandes de Moraes casou com dom Diogo de Lara, e deixou geração no V. 4.º pág. 537.

DIOGO DE LARA

DIOGO DE LARA62, 63. He married MAGDALENA FERNANDES DE MORAES, daughter of PEDRO DE MORAES D'ANTAS and LEONOR PEDROSO.

Notes for DIOGO DE LARA:

[cobrateste.ged]

Foi progenitor desta família em S. Paulo dom Diogo de Lara, natural de Zamôra, que, vindo a S. Paulo nos primeiros anos do século 17, aqui casou com Magdalena Fernandes de Moraes, f. de Pedro de Moraes de Antas e de Leonor Pedroso (1). Tit. Moraes. Faleceu em 1665 em S. Paulo e teve (C. O. de S. Paulo ) os 8 f.s: ____________________ (1) Segundo refere Pedro Taques na sua Nobil. Paulistana: "a alta qualidade e nobreza de sangue dos Laras foram provadas em autos de genere processados na cidade de Zamora, do reino de Castela a Velha, no ano de 1704 perante dom Bartholomeu Gonzales de Valdevia, provisor e vigário geral do bispado da dita cidade, a requerimento do capitao-mor Pedro Taques de Almeida no ano de 1703 dirigido ao doutor Jorge da Silveira Souto-Maior, provisor e vigário geral do bispado do Rio de Janeiro. Ao reverendíssimo vigário geral de Zamôra foi dirigida a requisitória para o efeito de se proceder (na forma do estilo e em segredo eclesiástico precedendo informaçao do revd.mo pároco e nomeaçao de testemunhas) sobre a averiguaçao da pureza e limpeza de sangue de dom Diogo de Lara, natural de Zamôra da freguesia de Santo Antonio e S. Estevao, f. legítimo de dom Diogo Ordenhez de Lara. Procedendo-se nesta diligência, informou o revd.mo pároco da dita freguesia, na sua certidao jurada aos 27 de Abril de 1704, que dom Diogo de Lara fora natural daquela cidade e morador da praça de Tortegrado da freguesia de Santo Antonio e S. Estevao (da qual era pároco e cura tenente ele doutor Gaspar Manoel de Tezeda) e f. de dom Diogo Ordonhez de Lara, natural da mesma freguesia e de sangue muito ilustre, grande e ilustre cavalheiro das mais conhecidas e esclarecidas casas da cidade de Zamôra, onde com seu f. dom Diogo de Lara foi morador em casas próprias arrimadas junto à muralha da praça de Tortegrado, em cuja fachada se divisavam as armas dos seus ilustres apelidos. Sobre esta mesma matéria foram inquiridas sete testemunhas de grande exceçao, as quais todas depuseram com a singularidade de conhecimento e tratamento que tiveram com o dito dom Diogo de Lara até o tempo em que se passara para o reino de Portugal e embarcara para o Brasil. Os autos originais deste processo foram remetidos aos 30 de Abril de 1704 para a câmara episcopal da cidade do Rio de Janeiro; e por eles obteve sentença de puritate sanguinis o habilitando o capitao-mor Pedro Taques de Almeida, neto materno do dito dom Diogo de Lara, f. de dom Diogo Ordonhez de Lara. Estes autos passaram do Rio de Janeiro à câmara episcopal de S. Paulo em 1746 com a criaçao do bispado desta cidade sendo bispo dom Bernardo Rodrigues Nogueira". Nós temos em nosso poder uma cópia desse processo e sentença. Continua Pedro Taques: "Dom Diogo de Lara viveu em S. Paulo com grande estimaçao e respeito, que depois passou a uma geral e reverente veneraçao pelas suas grandes virtudes. Com elas mereceu conseguir o caráter de varao santo. Vivia mais no templo de Nossa Senhora do Carmo, ao pé do altar mór, onde estava o Santíssimo Sacramento no sacrário, do que em sua casa. Comungava com grande freqüência. Retirou-se do popular concurso para a soledade de uma quinta em distância de um quarto de légua, que depois deixou aos religiosos carmelitas de S. Francisco com todo o gado que nela tinha, por conta do que, com o decurso dos anos, se chamava esta quinta - Ferraria e Curral dos carmelitas. Ao presente tempo só existe o sítio desta quinta, sem utilidade alguma ao convento dos religiosos, que a este estado reduzem as casas pelo desprezo de quem lhes nao cultiva as terras. Desta quinta vinha dom Diogo de Lara todos os dias ao romper da alva vestido no hábito de terceiro do Carmo, que foi a preciosa gala (pelo sagrado escapulário do mesmo hábito) com que se adornou muitos anos até o da morte.

Na sua quinta cultivava um jardim, de varias flores, que colhia sempre que vinha para o templo de Nossa Senhora do Carmo, e com elas ornava o altar da mesma Senhora, na capela mór. Estas flores trazia o mesmo dom Diogo de Lara no regaço, ou ponta da capa do mesmo hábito, que entao era geralmente de estamenha parda. Depois de receber a sagrada comunhao, se deixava ficar no templo em profunda oraçao; e, ainda que convidado da religiosa caridade para tomar uma pequena refeiçao, nao aceitava, por se nao apartar do sustento que tinha em estar na presença do Senhor. No dia de sábado estendia mais a sua oraçao até a hora em que os religiosos cantavam a Salve no fim das Completas, e só depois deste ato se recolhia para sua quinta, onde chegava já vizinha a noite. Neste santo exercício continuou, com tal fervor e desapego das dependências do mundo, depois que Deus foi servido chamar ao seu tribunal divino a 18 de Julho de 1661 a D. Magdalena Fernandes de Moraes sua esposa, até 22 de Outubro de 1665, em que entregou a alma ao seu Criador. O seu corpo, amortalhado no sagrado hábito dos religiosos carmelitas, esteve depositado na igreja dos mesmos, que lhe oficiaram honrosos funerais, nao só pela grande opiniao que tinham das suas virtudes e exemplar vida, mas também como obrigados ao seu benfeitor, além do concurso de ser este santo varao pai de religioso carmelita, qual foi seu filho frei Alberto do Nascimento. Teve sepultura este venerando cadáver na capela dos irmaos terceiros da mesma ordem, tendo estado flexível e com semblante agradável; e o afeto popular aclamando-o de santo pela eficácia da opiniao que todos tinham formado da sua exemplar e penitente vida. As armas dos Laras sao: em campo de prata duas caldeiras pretas postas em palas, com as bocas e asas guarnecidas de ouro. Assim se iluminaram no brasao das armas passado em 5 de Julho de 1707 ao capitao-mor Pedro Taques de Almeida, neto do dito dom Diogo de Lara." Azevedo Marques em seus Apontamentos Históricos errou quando escreveu ser dom Diogo de Lara f. de Antonia de Oliveira; esta foi realmente casada com um Diogo de Lara, porém deste marido somente mencionou em seu testamento em 1632 em Parnaíba 3 f.s, dos quais tratamos em Tit. Oliveiras. Este marido de Antonia de Oliveira nao deve ser confundido com dom Diogo Ordonhez de Lara, como o fez Azevedo Marques.

Children of DIOGO DE LARA and MAGDALENA FERNANDES DE MORAES are: +MARIA DE LARA.

 
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Diogo de Lara's Timeline

1615
1615
São Paulo, Brasil
1665
October 22, 1665
Sao Paulo, São Paulo, Brazil
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Zamora, Zamora, Castile and León, Spain