Hendrik Weijer Harten

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Hendrik Weijer Harten

Also Known As: "Henk", "Hendrick Weyer Harten"
Birthdate:
Birthplace: South Pesisir, West Sumatra, Indonesia
Death: Died in Recife, Pernambuco, Brazil
Cause of death: Ataque cardíaco fulminante
Place of Burial: Recife, Pernambuco, Brazil
Immediate Family:

Son of Johannes Adrianus Harten and Sapen
Husband of Maria Souza Harten
Father of Johannes Adrianus Harten; Hendrik Weyer Harten; Kitty Weyer Harten; Wouter Pieter Harten; Jan Hermannus Harten and 5 others
Brother of Jan Hermanus Harten; Johanna Adriana Harten; Wilhelmina Frederika Harten; Maria Catharina Harten; Neeltje Harten and 1 other

Occupation: Engenheiro, Maquinista, Químico.
Managed by: Luís Harten Nogueira
Last Updated:

About Hendrik Weijer Harten

HENDRIK WEijER HARTEN (1882-1943)

Nasceu em Painam, Sumatra (Indonésia) em 15 de abril de 1882, filho de Johannes Adrianus Harten (Rotterdam, 17 de abril de 1855 ) e Sapen (Javanesa). Hendrik jà era um rapazinho quando foi mandado junto com o seu irmao Herman para a Holanda para poder frequentar uma boa escola. Ficaram hospedados pagando a familia Roskes em Doesburg, onde aceitavam crianças provenientes da Indonésia. Em 1891, por problemas economicos do pai Johannes, foi pedido ao irmao do pai Wouter de tentar que fossem aceitos a Kempen, escola de Navegaçao em Amsterdam, mas eles eram muito pequenos tinham apenas 11 e 9 anos de idade, por isso nao puderam ingressar na escola. O tio Wouter nao pode ou nao quiz hospeda-los, mas pagou um sinal de f.1000 a familia Roskes. Terminaram retornando a Indonésia em 1892 os dois irmaos Herman e Hendrik. Wouter, o primo deles, os leva a Ljmuiden embarcando no navio “Prinses Amalia” , comandada pelo seu pai que toma conta deles. Tio Wouter pede a companhia de Maastschappij Nederland, a permissao de levar os dois sobrinhos gratuitamente.

Em torno de 1894 todos os sete filhos retornaram a Holanda e foram habitar na casa da familia Roskes. Um fotografo em Arnhem fez uma fotografia de toda a criançada para expedi-la aos genitores.

Em 1897 Willem, filho de tio Wouter, foi passar alguns dias com a familia Roskes em Doesburg e depois retornou junto ao primo Hendrik em Amsterdam. Hendrik nao era muito gentil com seu primo Willem, porque a mae de Willem se lamentava che Hendrik nao cuidava, ou seja, nao prestava atençao ao seu filho. Roskes achava que Koosie fosse ainda jovem para acompanha-los. Nesta ocasiao disseram que Hendrik é menos gordo do que o irmao Herman que era chamado de “dikke dot” (gorducho). Isto quer dizer que Herman era bem gordo.

No verao de 1899 foram com quase todos os irmaos a Amsterdam. Em 31 de agosto, festa do aniversario da rainha, Willy e Anna foram acompanhadas pelos tios beber alguma coisa. No dia seguinte caiu Koos no canal Nieuwe Vaart. Ele foi retirado fora da agua pelos operarios da fabrica de gàs. No mesmo ano Hendrik e as quatro meninas foram passar o natal na casa da prima De Haan. Os meninos nao podiam passar sempre as férias em Doesburg e era sempre dever do tio Wouter procurar uma soluçao. O pai Johannes estava nesse periodo na Holanda mas partia em dezembro para Indonésia. Hendrik tinha ainda que fazer exame de admissao para a escola de maquinista naval. O pai escreveu uma carta para Hendrik da Batavia(Indonésia), onde estava doente para dize-lo em considerar a casa do tio Wouter em caso de necessidade. Recomendou de estudar muito para o exame para ser admitido e de empenhar-se para terminar os estudos em tres anos, pois os custos eram altos. Hendrik escutou o pai, pois foi inscrito naquele ano com o numero 928 no curso de maquinista, que depois passou ao nome de “Middelbare Technische School Amsterdam”, recebeu o diploma em 19 de julho de 1902, com 5 meses mais tarde do previsto. Hendrik nao era proprio um bravissimo rapaz. Em 1890 mandou uma carta com a assinatura falsificada, que deve ter sido uma brincadeira, e em março daquele ano foi suspenso por 14 dias com toda a classe. Ele esteve proximo do amor: estava apaixonado. O Tio Wouter escreveu em uma carta datada em 6 de julho de 1900: Hendrik esta estudando muito para o exame de promoçao, nao pensa nem mesmo em fazer amor. Tres semanas mais tarde ele viaja com a “Pomona” a Kopenhagen e Stettino.

No mesmo ano que recebeu o diploma, Hendrik decide que preferia ir aos Estados Unidos, ao invés de voltar a Indonésia. Seu pai entao escreve ao seu conhecido em New York: Senhor T.Greidanus, Import-Comission-Export, Dutch East India Products, 40 Hudsonstrett New York. O senhor Greidanus era muito gentil com o pai de Hendrik, ele tinha trabalhado com o tio de Hendrik: Hendrik Harten na empresa B.Van Leeuwen em Soerabaya. Tendo se encontrado com o irmao de Hendrik Herman no navio onde fazia oficial de bordo, pensava que Hendrik, como o seu irmao tinha traços fisicos da Indonésia. Se fosse assim, Hendrik nao teria nenhuma oportunidade na América. Greidanus achou que esse problema era muito delicado para discutir diretamente com um velho amigo e escreve antes uma carta descrevendo a posiçao dos nao brancos ao irmao de Johannes Wouter pedindo para ele discutir a questao com o seu irmao. Uma cabine para viajar em direçao a América era muito custoso. Nao se sabe com certeza se essa foi realmente a razao, pois para os parentes no Brasil ele teria ido ao Brasil depois de uma desilusao amorosa na América.

No verao que ele se diplomou Hendrik quiz ir de todo jeito a Indonésia. Quando chegou encontrou uma carta do seu pai, Johannes espera que ele possa ir com “Van der Capelle” porque custa menos, em caso contrario deve pegar o trem e viajar em segunda classe. Se ele nao tiver dinheiro o suficiente deve pedir um empréstimo ao senhor Pino. Ele poderia ficar com o senhor Elbracht que provavelmente estara a bordo em Priok. Se assim fosse, Hendrik deverà andar ao escritòrio de Daelders Cle, onde o senhor Elbracht trabalha. Ou entao, deve perguntar ao senhor Pino, familia Van Heusden (Hendrik conhece Karel) ou a familia Van Buuren se podia hospeda-lo. O advertiu que em Soerabaya (Indonésia) tinha o surto de colera, mas ja estava diminuindo.

Em 14 de junho de 1903 o pai Johannes escreve uma carta a Hendrik na qual lhe dizia de comportar-se bem e de dar uma regulada porque tinha brigado com o primeiro maquinista da fàbrica de açucar onde Hendrik trabalha. Onde se encontra nao se sabe. O certo é que em setembro de 1905 Hendrik é demetido do trabalho em Balong Bendo – Zw Van Soerabaya.

E Hendrik foi trabalhar em um outro estabelecimento onde ganha f.15 ou mais por mes. Ao mesmo tempo ele està com seus genitores em Soerabaya e muito contra a vontade do seu pai, ele adora pousar com um chicote. Uma noite ele chicoteou o seu primo Willem que fazia pouco tempo que tinha chegado na Indonésia, e que jà no passado nao o achava simpatico. Hendrik disse a Willem que era contente de nao ter uma mae Holandesa, porque nao gostava de rezar e que Willem era obrigado a rezar por conta do tio e da tia. Alguns anos mais tarde Hendrik começou a trabalhar em uma fàbrica de açucar (Usina) no Brasil junto a cinco engenheiros para construir uma maquina para produçao de açucar. Quando o trabalho nessa usina terminou Hendrik trabalhou na construçao de uma ponte mòvel (uma novidade para là) em Recife. Esta ponte, infelizmente nao existe mais, mas passou para a història.

Conheceu Maria de Souza Jardim, filha de um portugues imigrado. Casaram-se em 1912 quando ele tinha 30 anos e ela 18 anos de idade. Tiveram uma familia numerosa com alguns gemeos. Nasceram ao todo 11 filhos, dos que tres morreram logo apos o nascimento. Um chamado Hendrik morreu no primeiro ano de vida com a febre alta, era uma belissima criança com cabelo ruivo, como conta a filha de Hendrik Beatriz mais tarde. O irmao gemeo de Jan Hermanus morreu assim quando nasceu.

Quando a ponte terminou Hendrik fica de novo sem trabalho, encontrou trabalho no Sul do Pais, Rio Grande do Sul.

Segundo os filhos de Hendrik ele falava oito linguas. Eles o admiravam muito porque eles falavam somente portugues, exceto uma filha Kitty que falava fluentemente também ingles. Toda a familia é orgulhosa de haver um avo assim inteligente e também de origem Holandesa. Até hoje eles sempre manteem no nome o sobrenome Harten.

Em agosto de 1919 o pai Johannes foi visita-lo no Brasil com a sua 2a esposa Dina. Hendrik trabalha naquele momento em uma plantaçao de açucar.

Nas velhas cartas resulta que Hendrik coleciona selos. Em 1927 seu irmao Herman lhe mandou alguns exemplares raros: uma série estampada em ocasiao de uma exposiçao, novos selos da cruz vermelha e um de 32,50 cent. Esse ultimo Hendrik deveria te-lo muito bem guardado porque foi uma emissao limitada que nao foi publicada nos correios postais. Depois de sua morte a vuiva vendeu essa coleçao contra a vontade dos filhos a um preço muito baixo a um conhecido.

Em 1928 Hendrik dà, para ediçao de um memorial da escola para maquinista o seguinte endereço: Rua do Entroncamento, Recife, Pernambuco/caixa postal (C.P.) 213 Recife. Ele é engenheiro na Fundaçao de Santo Amaro, Rua da Aurora, Recife. Como profissao indica Quimico.

Em 1929 Hendrik escreve que as crianças estao sempre com resfriado e que Maria de consequencia tem muito o que fazer.

Em 1943 Hendrik morre em Recife com 61 anos de idade.

Sibrand Martens

Fontes: http://www.martens-harten.eu/GenMartens/Hendrik-Weijer-Harten/Levensverhaal-van-Hendrik-Weijer-Harten.htm

http://www.martens-harten.eu/GenMartens/Hendrik-Weijer-Harten/gezin-harten-Sapen.htm#HendrikWeijer

http://www.martens-harten.eu/GenMartens/Hendrik-Weijer-Harten/gezin-harten-jardim.htm

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Hendrik Weijer Harten's Timeline

1882
April 15, 1882
South Pesisir, West Sumatra, Indonesia
1912
1912
Age 29
Recife, Pernambuco, Brazil
1913
February 11, 1913
Age 30
1914
1914
Age 31
1916
March 3, 1916
Age 33
1920
June 27, 1920
Age 38
1921
October 27, 1921
Age 39
October 27, 1921
Age 39
1928
August 27, 1928
Age 46