Henrique de Borgonha, conde de Portugal

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Henri de Bourgogne, comte de Portugal

Also Known As: "Henry of Burgundy Count of Portugal", "Henriguez I de Burgund", "Henriquez", "duque de Portucale", "Henrique de Borgonha"
Birthdate:
Death: Died in Astorga, Castille and Leon, Spain
Place of Burial: Braga Cathedral, Braga, Portugal
Immediate Family:

Son of Henri le Damoiseau, duc de Bourgogne and Sibylle de Barcelone, duchesse consort de Bourgogne
Husband of Elvira Gualtar and Teresa de Leão, condessa de Portugal
Father of Pedro Afonso de Portugal; Urraca Henriques, infanta de Portugal; Afonso Henriques de Borgonha; Teresa Henriques, infanta de Portugal; Henrique Henriques, infante de Portugal and 2 others
Brother of Hugues I, duc de Bourgogne; Eudes Borel, duc de Bourgogne; Robert de Bourgogne, évêque de Langres; Béatrix, infante de Bourgogne; Helie, infante de Bourgogne and 1 other

Occupation: Count of Portugal, Conde de Portugual, Greve, Comte de Portugal, COUNT OF BURGUNDY AND PORTUGAL, Conde de Portugal, Comte, comte de Portugal, He joined the Reconquista against the Moors in the Iberian Peninsula, count of portugal, conde de Portucale
Managed by: Private User
Last Updated:

About Henrique de Borgonha, conde de Portugal

Henry of Burgundy, Count of Portugal (1066–1112) was Count of Portugal from 1093 to his death. He was the son of Henry of Burgundy, heir of Robert I, Duke of Burgundy, and brother of Hugh I, Duke of Burgundy and Eudes I, Duke of Burgundy. His name is Henri in modern French, Henricus in Latin, Enrique in modern Spanish and Henrique in modern Portuguese. He was a distant cousin of Raymond of Burgundy and Pope Callistus II. As a younger son, Henry had little chances of acquiring fortune and titles by inheritance, thus he joined the Reconquista against the Moors in the Iberian Peninsula. He joined the campaign of King Alfonso VI of Castile and León, who was married to Henry's aunt Constance of Burgundy, and played an important role in the conquest of modern Galicia, and the north of Portugal. In reward, Henry was married to King Alfonso's illegitmate daughter, Theresa, Countess of Portugal in 1093, receiving the County of Portugal, then a fiefdom of the Kingdom of León, as a dowry.

From Teresa, Henry had three sons and three daughters. The only son to survive childhood was Afonso Henriques, who became the second Count of Portugal in 1112. However, the young man Afonso was energetic and expanded his dominions at the expense of Muslims. In 1139, he declared himself King of Portugal after reneging the subjugation to León, in open confrontation with his mother. Two daughters also survived childhood, Urraca and Sancha. Urraca Henriques married a Bermudo Peres de Trava, Count of Trastamara. Sancha Henriques married a nobleman, Sancho Nunes de Celanova.

http://en.wikipedia.org/wiki/Henry%2C_Count_of_Portugal

-------------------- Alfonso VI de Castilla y León creó en 1093 el Condado de Portugal dentro del reino de Galicia, para premiar (por sus servicios) a su caballero Henri de Bourgogne con el título de Conde de Portugal.

Enrique de Borgoña De Wikipedia, la enciclopedia libre


Enrique de Borgoña (Dijon, Borgoña, 1069 - Astorga, 1 de noviembre de 1112) fue conde de Portugal .

Nació en la entonces capital del Ducado de Borgoña. Era hijo de Enrique Donzel, hijo del duque Roberto I de Borgoña (hijo a su vez del rey Roberto II de Francia) y de Beatriz de Barcelona. Llegó en 1087 al Reino de Castilla y León junto a su primo Raimundo ofreciendo sus servicios a Alfonso VI. En 1093 contrajo matrimonio con Teresa de León, hija natural de Alfonso VI y de Jimena Núñez de Lara. Alfonso VI otorga en herencia al nuevo matrimonio el Condado Portucalense, los territorios del Reino de Galicia entre el Tajo y el Miño, esto es, el norte de Lusitania.

Tuvieron seis hijos:

Alfonso (1094 - 1108); Urraca Enríquez (Henriques) (1095 - ¿?); Sancha Enríquez (1097 - 1163); (ANCESTRO) Teresa Enríquez (1098 - ¿?); Enrique (1106 - 1110); Alfonso Enríquez (el futuro rey Alfonso I de Portugal) (1109 - 1185).

Al enviudar la reina Urraca de León y Castilla (hermanastra de Teresa de León), por cuestiones políticas y estratégicas contrae matrimonio con Alfonso I de Aragón. Enrique de Borgoña, aprovechando los problemas, conflictos familiares y políticos surgidos en torno a su cuñada la reina doña Urraca, declaró la independencia del Condado de Portugal. Su hijo Alfonso Enríquez fue el primer monarca independiente de Portugal con el nombre de Alfonso I de Portugal.

O território de Portugal corresponde a uma boa parte da província romanada Lusitânia, ao território entre Douro e Minho (a uma pequena porção da antiga Tarraconensis província do imperador Augusto e da Galloecia de Vespasiano) e ainda a alguns dos territórios que pertenciam à Boetica.

Historia de Portugal, http://historiadeportugal.hpg.ig.com.br

Iberos e Celtas na sua origem, os habitantes destas terras, deram nascença, graças a uma interpenetração reciproca aos conhecidos Celtiberos. Estes últimos sofreram, principalmente ao longo das costas marítimas da implantação de algumas colónias de Gregos e Fenícios. Mais tarde, e como aconteceu no resto da Península Ibérica, os Celtiberos tiveram que defender o seu território das invasões Cartaginesas, que aconteceram entre as duas primeiras guerras púnicas. Depois foi a chegada dos Romanos, que só conseguiram impor a sua lei, à custa de muitos combates, massacres e principalmente depois da morte trágica de Viriato, o chefe dos Lusitanos, que morreu no ano 140 antes de Cristo.

Viriato que a grande maioria dos historiadores portugueses consideram como o primeiro herói nacional, era um chefe lusitano que antes de pegar nas armas tinha sido pastor, caçador e um pouco bandido. Viriato conseguiu escapar ao massacre que Sulpicio Galba, efectuou em 149.

Diante desta ofensiva, ele chefia os seus compatriotas contra Roma. E sucessivamente vai derrotando as tropas de quatro pretores : Caius Vetilius em 149, Caius Plautius em 148, Claudius Unimanus em 147, e Caius Ngidius Figulus en 146. Viriato também perdeu batalhas. Ele foi derrotado em 144 pelo famoso Fabius Æmilianus, e três anos mais tarde, obrigado a render-se diante de Fabius Servilianus. Um tratado foi assinado nessa altura entre Roma e Viriato. Servilius Caepio, o irmão de Fabius recomeça a guerra no ano seguinte. Para a poder ganhar, ele teve que mandar matar Viriato e uma grande parte dos seus homens. Finalmente em 139, os Lusitanos acabaram por se submeter ao invasor.

A dominação romana vai durar cinco séculos e meio. A sua decadência coincide com a chegada daqueles que todos designam por "Bárbaros" e que nesta época começaram a invadir as terras ocidentais.

No período que vai de 409 a 1139, data da fundação do reino de Portugal (o território nacional, assim que a quase totalidade da Península Ibérica sofreu duas grandes invasões), a primeira, foi aquele feita pelos povos de origem germânica e a segunda pelos árabes ou Mouros.

Estas duas invasões sucessivas modificaram a estrutura política e social da quase totalidade da Península Ibérica. Ao mesmo tempo que a Galiza era ocupada pelos Suevos de 409 à 585, a Lusitânia passava em 409 aos Alânos que, oito anos mais tarde foram derrotados pelos Visigodos, companheiros, durante um primeiro período, das legiões romanas. Por volta de 467, os Visigodos que tinham acabado por expulsar aos Suevos do Norte da Península, acabaram por fazer a mesma coisa com as tropas romanas e ficaram os únicos senhores dos territórios da actual Espanha e Portugal.

Em 711 a batalha, de Gerês, livra a quase totalidade da Península Ibérica aos Arabes vindos do Norte de Africa. Nos três séculos que se seguem, a progressão dos cristãos concentrados nas Astúrias vai, pouco a pouco reduzir o território dos Mouros. Os reinos de Oviedo, Leão, Galiza e Castela, vão nascer e ocupar os territórios da antiga Lusitânia.

Finalmente em 1093, o rei de Leão e Castela, Afonso VI, dá ao seu genro, Henri de Bourgogne, um território que se encontrava entre os rios Minho e Douro. Foi nessa pequena parcela de terreno que nasceu o nosso querido Portugal. -------------------- From Wikipedia, the free encyclopedia

Henry of Burgundy, Count of Portugal (1066–1112) was Count of Portugal from 1093 to his death. He was the son of Henry of Burgundy, heir of Robert I, Duke of Burgundy, and brother of Hugh I, Duke of Burgundy and Eudes I, Duke of Burgundy. His name is Henri in modern French, Henricus in Latin, Enrique in modern Spanish and Henrique in modern Portuguese. He was a distant cousin of Raymond of Burgundy and Pope Callistus II.

As a younger son, Henry had little chances of acquiring fortune and titles by inheritance, thus he joined the Reconquista against the Moors in the Iberian Peninsula. He helped king Alfonso VI of Castile and León conquer modern Galicia and the north of Portugal and in reward he married Alfonso's daughter Theresa, Countess of Portugal in 1093, receiving the County of Portugal, then a fiefdom of the Kingdom of León, as a dowry.

From Teresa, Henry had three sons and three daughters. The only son to survive childhood was Afonso Henriques, who became the second Count of Portugal in 1112. However, the young man Afonso was energetic and expanded his dominions at the expense of Muslims. In 1139, he declared himself King of Portugal after reneging the subjugation to León, in open confrontation with his mother. Two daughters also survived childhood, Urraca and Sancha. Urraca Henriques married a Bermudo Peres de Trava, Count of Trastamara. Sancha Henriques married a nobleman, Sancho Nunes de Celanova. -------------------- Reference Book: He 155.

Konge Alfonso I Henriksen Portugal was Konge av Portugal. He married Dronning Mathilde (--?--) av Savoie. He was born circa 1094 at Portugal. He died in 1185 at Portugal. He 155.

Dronning Mathilde (--?--) av Savoie was born at Savoie. She was Dronning. She died at Portugal. She married Konge Alfonso I Henriksen Portugal, son of Greve Henrik Henriksen Burgund and Grevinne Teresia (--?--) av Kastilia. -------------------- Henry, Count of Portugal From Wikipedia, the free encyclopedia

Henry of Burgundy, Count of Portugal (1066–1112) was Count of Portugal from 1093 to his death. He was the son of Henry of Burgundy, heir of Robert I, Duke of Burgundy, and brother of Hugh I, Duke of Burgundy and Eudes I, Duke of Burgundy. His name is Henri in modern French, Henricus in Latin, Enrique in modern Spanish and Henrique in modern Portuguese. He was a distant cousin of Raymond of Burgundy and Pope Callistus II.

As a younger son, Henry had little chances of acquiring fortune and titles by inheritance, thus he joined the Reconquista against the Moors in the Iberian Peninsula. He joined the campaign of King Alfonso VI of Castile and León, who was married to Henry's aunt Constance of Burgundy, and played an important role in the conquest of modern Galicia, and the north of Portugal. In reward, Henry was married to King Alfonso's illegitimate daughter, Theresa, Countess of Portugal in 1093, receiving the County of Portugal, then a fiefdom of the Kingdom of León, as a dowry.

From Teresa, Henry had three sons and three daughters. The only son to survive childhood was Afonso Henriques, who became the second Count of Portugal in 1112. However, the young man Afonso was energetic and expanded his dominions at the expense of Muslims. In 1139, he declared himself King of Portugal after reneging the subjugation to León, in open confrontation with his mother. Two daughters also survived childhood, Urraca and Sancha. Urraca Henriques married a Bermudo Peres de Trava, Count of Trastamara. Sancha Henriques married a nobleman, Sancho Nunes de Celanova.

-------------------- http://en.wikipedia.org/wiki/Henry,_Count_of_Portugal -------------------- Henry of Burgundy, Count of Portugal (1066–1112) was Count of Portugal from 1093 to his death. He was the son of Henry of Burgundy, heir of Robert I, Duke of Burgundy, and brother of Hugh I, Duke of Burgundy and Eudes I, Duke of Burgundy. His name is Henri in modern French, Henricus in Latin, Enrique in modern Spanish and Henrique in modern Portuguese. He was a distant cousin of Raymond of Burgundy and Pope Callistus II.

As a younger son, Henry had little chance of acquiring fortune and titles by inheritance, thus he joined the Reconquista against the Moors in the Iberian Peninsula. He joined the campaign of King Alfonso VI of Castile and León, who was married to Henry's aunt Constance of Burgundy, and played an important role in the conquest of modern Galicia, and the north of Portugal. In reward, Henry was married to King Alfonso's illegitimate daughter, Theresa, Countess of Portugal in 1093, receiving the County of Portugal, then a fiefdom of the Kingdom of León, as a dowry.

From Teresa, Henry had three sons and three daughters. The only son to survive childhood was Afonso Henriques, who became the second Count of Portugal in 1112. However, the young man Afonso was energetic and expanded his dominions at the expense of Muslims. In 1139, he declared himself King of Portugal after reneging the subjugation to León, in open confrontation with his mother. Two daughters also survived childhood, Urraca and Sancha. Urraca Henriques married a Bermudo Peres de Trava, Count of Trastamara. Sancha Henriques married a nobleman, Sancho Nunes de Celanova, and had a son, Velasco Sánchez.

[edit] References

This article does not cite any references or sources.

Please help improve this article by adding citations to reliable sources. Unsourced material may be challenged and removed. (January 2007) Henry, Count of Portugal House of Burgundy Cadet branch of the Capetian dynasty Born: 1066 Died: 1112 Titles of nobility Vacant Title last held by Nuno II Count of Portugal 1093 – 1112 Succeeded by Afonso I Retrieved from "http://en.wikipedia.org/wiki/Henry,_Count_of_Portugal" Categories: Portuguese monarchs | People of the Reconquista | House of Burgundy | Burials at Braga Cathedral, Portugal | 1066 births | 1112 deaths | Counts of Portugal (Asturias-León) -------------------- Henry, Count of Portugal From Wikipedia, the free encyclopedia

Henry of Burgundy, Count of Portugal (1066–1112) was Count of Portugal from 1093 to his death. He was the son of Henry of Burgundy, heir of Robert I, Duke of Burgundy, and brother of Hugh I, Duke of Burgundy and Eudes I, Duke of Burgundy. His name is Henri in modern French, Henricus in Latin, Enrique in modern Spanish and Henrique in modern Portuguese. He was a distant cousin of Raymond of Burgundy and Pope Callistus II. As a younger son, Henry had little chances of acquiring fortune and titles by inheritance, thus he joined the Reconquista against the Moors in the Iberian Peninsula. He helped king Alfonso VI of Castile and León conquer modern Galicia and the north of Portugal and in reward he married Alfonso's daughter Theresa, Countess of Portugal in 1093, receiving the County of Portugal, then a fiefdom of the Kingdom of León, as a dowry. From Teresa, Henry had three sons and three daughters. The only son to survive childhood was Afonso Henriques, who became the second Count of Portugal in 1112. However, the young man Afonso was energetic and expanded his dominions at the expense of Muslims. In 1139, he declared himself King of Portugal after reneging the subjugation to León, in open confrontation with his mother. Two daughters also survived childhood, Urraca and Sancha. Urraca Henriques married a Bermudo Peres de Trava, Count of Trastamara. Sancha Henriques married a nobleman, Sancho Nunes de Celanova.

-------------------- Henry of Burgundy (1035 – c. 1071) was the son and heir of Robert I, duke of Burgundy . He died shortly before his father and failed to succeed in Burgundy. The name of his wife is unknown (that it was Sibil has been discredited) as is her origin, although a connection to the Counts of Barcelona has been hypothesized. Their children were: Hugh I, Duke of Burgundy (1057-1093) Eudes I, Duke of Burgundy (1058-1103) Robert , bishop of Langres (1059-1111) Helie, a nun (b. 1061) Beatrice (b. 1063), married Guy I, count of Vignory Reginald, abbot of St Pierre (1065-1092) Henry, Count of Portugal (1066-1112), who became a vassal of León and ruler of the county of Portugal in 1093; his son would be Afonso Henriques , first king of Portugal.

-------------------- Henry of Burgundy, Count of Portugal (1066–1112) was Count of Portugal from 1093 to his death. He was the son of Henry of Burgundy, heir of Robert I, Duke of Burgundy, and brother of Hugh I, Duke of Burgundy and Eudes I, Duke of Burgundy. His name is Henri in modern French, Henricus in Latin, Enrique in modern Spanish and Henrique in modern Portuguese. He was a distant cousin of Raymond of Burgundy and Pope Callistus II.

As a younger son, Henry had little chances of acquiring fortune and titles by inheritance, thus he joined the Reconquista against the Moors in the Iberian Peninsula. He joined the campaign of King Alfonso VI of Castile and León, who was married to Henry's aunt Constance of Burgundy, and played an important role in the conquest of modern Galicia, and the north of Portugal. In reward, Henry was married to King Alfonso's illegitmate daughter, Theresa, Countess of Portugal in 1093, receiving the County of Portugal, then a fiefdom of the Kingdom of León, as a dowry.

From Teresa, Henry had three sons and three daughters. The only son to survive childhood was Afonso Henriques, who became the second Count of Portugal in 1112. However, the young man Afonso was energetic and expanded his dominions at the expense of Muslims. In 1139, he declared himself King of Portugal after reneging the subjugation to León, in open confrontation with his mother. Two daughters also survived childhood, Urraca and Sancha. Urraca Henriques married a Bermudo Peres de Trava, Count of Trastamara. Sancha Henriques married a nobleman, Sancho Nunes de Celanova. -------------------- De Borgonha vem em 1092 D. Raimundo, filho segundo de Guilherme I , conde de Borgonha. A ele é atribuído o governo de toda a Galiza, cujo poder se encontrava vago pela morte recente do rei Garcia. Casou com a filha legítima de Afonso VI, D. Urraca. Mais tarde, e talvez atraído pelo sucesso do seu primo, vem para a península D. Henrique de Borgonha, da família ducal. Afonso VI casa-o com a sua filha ilegítima D. Teresa e atribui-lhe o governo do condado Portucalense, incluíndo a zona de Emínio (Coimbra).

Pai de D. Afonso Henriques, primeiro rei de Portugal. Quarto filho de Henrique de Borgonha, bisneto de Roberto I de França, sobrinho da rainha Constança de Leão, sobrinho-neto de Santo Hugo, abade de Cluny e irmão dos duques Hugo e Eudes. Escolhe a carreira militar que segue na Península Ibérica ao serviço de Afonso VI de Leão. É cruzado, combatendo os Mouros no Sul da Península. Graças ao prestígio que granjeia e quando Afonso VI se sente ameaçado na fronteira ocidental do reino pelos Almorávidas, seita político-religiosa oriunda do rio Níger, na África Ocidental, o rei leonês, porque o considera um chefe militar experimentado, concede-lhe a mão da sua filha ilegítima Teresa (a mãe desta era Ximena Nunes) e entrega-lhe o governo dos antigos condados de Portucale e Coimbra, até aí unidos à Galiza e administrados pelo seu primo Raimundo. D. Henrique procura as simpatias da nobreza, concedendo importantes imunidades às famílias mais poderosas, escolhendo-as como componentes da sua corte em Guimarães; controla os núcleos urbanos e mercantis; fortalece e desenvolve as comunidades rurais, servindo-se da cavalaria vilã e do povoamento dessas zonas para deter o avanço dos islâmicos; desenvolve uma política eclesiástica que contribui para a criação de uma verdadeira comunidade, irmanada nos mesmos interesses; consegue mesmo reforçar o poder do bispo de Braga em prejuízo do de Santiago de Compostela, obtendo o estatuto de sé metropolitana para a igreja bracarense, acompanhando mesmo, entre 1101 e 1103, o arcebispo S. Geraldo a Roma para defender os interesses de Braga. Nas disputas pela sucessão de D. Afonso VI tira vantagem das lutas entre os vários partidos, ora aliando-se a uns ora a outros, tirando sempre vantagens territoriais e materiais, procurando sempre, com a sua política, a autonomia do seu condado, e acabando por se intitular ; ou seja, intitulou-se conde e senhor de todo o Portugal. Os últimos anos da sua vida são passados a combater os Mouros (nomeadamente em Sintra) e a intervir na sucessão do seu sogro. Pouco depois de fazer a paz com D. Urraca em Astorga (que, entretanto, faz aclamar o seu filho, juntamente com ela, como rei Afonso VII, herdeiro do avô), acaba por morrer

-------------------- Henry of Burgundy, Count of Portugal (1066–1112) was Count of Portugal from 1093 to his death. He was the son of Henry of Burgundy , heir of Robert I, Duke of Burgundy , and brother of Hugh I, Duke of Burgundy and Eudes I, Duke of Burgundy His name is Henri in modern French , Henricus in Latin , Enrique in modern Spanish and Henrique in modern Portuguese . He was a distant cousin of Raymond of Burgundy and Pope Callistus II . As a younger son, Henry had little chance of acquiring fortune and titles by inheritance, thus he joined the Reconquista against the Moors in the Iberian Peninsula . He joined the campaign of King Alfonso VI of Castile and León , who was married to Henry's aunt Constance of Burgundy , and played an important role in the conquest of modern Galicia , and the north of Portugal. In reward, Henry was married to King Alfonso's illegitimate daughter, Theresa, Countess of Portugal in 1093, receiving the County of Portugal , then a fiefdom of the Kingdom of León , as a dowry. From Teresa, Henry had three sons and three daughters. The only son to survive childhood was Afonso Henriques , who became the second Count of Portugal in 1112. However, the young man Afonso was energetic and expanded his dominions at the expense of Muslims. In 1139, he declared himself King of Portugal after reneging the subjugation to León, in open confrontation with his mother. Two daughters also survived childhood, Urraca and Sancha. Urraca Henriques married a Bermudo Peres de Trava, Count of Trastamara. Sancha Henriques married a nobleman, Sancho Nunes de Celanova. -------------------- CASA DE BORGOÑA (DUCADO)

1) Significado: El nombre de Borgoña deriva de pueblo germano de los Burgundios, que se establecieron en la región de Borgoña a principios del siglo V (ver Reyes Burgundios). Después, en el siglo IX son reyes de Borgoña una rama de la Casa de Welf, comenzando por Rodolfo I. El Ducado de Borgoña (que comienza en el siglo XI) procede de los Reyes Capetos de Francia.

2) Casa solar: Borgoña, Francia.

3) Armas: Bandas de oro y azur en seis piezas, con bordura de gules. Son las armas de la dinastía de los duques de Borgoña capetos, , fundada en 1032 por Roberto I "el Viejo", el hijo más pequeño de Roberto II y hermano de Enrique I, rey de Francia.

4) Antepasados:

I. Roberto I "el Viejo", duque de Borgoña nació el año 1011. Murió el 1-VII-1076. Sus padres fueron Roberto II "el Piadoso", rey de Francia (ver Reyes Capetos), y Constanza de Arles y Toulouse (hija de Guillermo II de Arles y Adelais de Anjou). Roberto, duque de Borgoña, casó dos veces. La primera con Helie de Sémur, en 1033 (ver nota 1). De ella tuvo dos hijos: Enrique, duque de Borgoña (1035, que sigue) y Constanza de Borgoña (1046, que casó con Alfonso VI, rey de Castilla: ver Reyes de Castilla). En segundas nupcias, hacia 1048, casó con Blanca de Anjou (c.1018 a 28-VI-1076, hija de Fulco III "el Negro: ver Duques de Anjou), y tuvo por hija a Hildegarda de Borgoña (c.1050 a después de 1104, casada con Guillermo VI de Aquitania: ver Duques de Aquitania).

II. Enrique, duque de Borgoña nació el año 1035. Murió el 3-V-1074. Casó con Sibila de Barcelona (1035 a después de 1074) en 1056. Sibila era hija de Berenguer Ramón I de Barcelona y Gisela de Balsaremy (ver Condes de Barcelona). Tuvieron por hijos a Eudes I Borrel de Borgoña (1058, que sigue) y Enrique de Borgoña (1069; ver nota 2)

III. Eudes I Borrel, duque de Borgoña nació el año de 1058. Murió el 20-VII-1102 en Tarso, Turquía. Casó con Matilda de Borgoña-Comte (1065 a 22-VII-1102, ver Condes de Borgoña). Tuvieron por hijo a

IV. Hugo II Borrel, duque de Borgoña nació el año 1085. Murió el 1143. Casó hacia el año 1110 con Matilde de Mayenne (ver nota 3). Tuvieron por hija a

V. Matilde de Borgoña nació el año 1130. Murió antes de 1172. Casó con Guillermo VII de Montpellier (ver Señores de Montpellier). Tuvieron por hijo a Guillermo VIII, señor de Montpellier (c.1155).

NOTAS:

  • Reyes de Borgoña: ver cuadro genealógico en Historia Universal, EUNSA, tomo IV, p. 325.

[1] Helie de Sémur nació el año 1016 en Sémur, Francia. Murió el 22-IV-1055. Sus padres fueron Dalmace I, conde de Sémur (c.970-1048) y Arembourge de Vergy (990). Abuelos paternos: Geoffroy I, conde de Sémur y una hija de Dalmas de Brioude. Abuelos maternos: Gerard de Vergy e Isabel de Chalon. La ascendencia más ilustre de Helie de Séur proviene de su abuela Isabel de Chalon, que era hija de Adelaida de Chalon (hija de Giselberto de Chalon, duque de Borgoña, y Ermengarda de Dijon), nieta de Ricardo II "el Justiciero, duque de Borgoña y Adelaida de Borgoña (ver Casa de Borgoña), y biznieta de Boson I de Lombardía y Ermengarda de Italia (ver Carlolingios).

[2] ENRIQUE DE BORGOÑA nació el año 1069, en Dijon, Borgoña, Francia. Murió el 1-XI-1112 en Astorga, Galicia. Está sepultado en la Catedral de Braga, Portugal. Casó en 1093 con TERESA ALFONSO DE CASTILLA (1070 a 28-II-1130/31), hija de Alfonso VI de Castilla (ver Reyes de Castilla) y Jimena Núñez de Lara (descendiente de la Casa de Lara y de la Dinastía Omeya de Córdoba). Tuvieron por hijo a Alfonso I de Portugal, Primer Rey de Portugal, nacido el 25-VII-1110 en Villa de Guimaräes, Braga, Portugal, y fallecido el 6-XII-1185 en Mosteiro Decelas, Coimbra, Portugal. Está sepultado en la Igreja Santa Cruz, Coimbra, Portugal. Alfonso I casó con Matilde, condesa de Saboya (ver Condes de Saboya), y tuvieron por hijas a Urraca, reina de Portugal (1151, que casó con Fernando II, rey de León: ver Reyes de León) y Teresa de Portugal (1157).

[3] Matilde de Mayenne nació el año 1085 y murió el 1162 en Beaune, Francia. Fueron sus padres Gautier IV de Mayenne (c.1070-1124) y Alix de Beaugency (c.1075). Abuelos paternos: Geoffroy II de Mayenne (c.1040-1098) y Mahaud de Alluyes (c.1040-1079). Tatarabuelo de Geoffroy fue Hugo I de Maine (c.891-939), que era hijo de Roger de Maine y Rotilde de Francia (una hija e Carlos "el Calvo" y Richildis de Metz: ver Carolingios). Abuelos maternos: Lancelin II de Beaugency (c.1050 a 4-I-1098/99) y Alberga. Lancelin era hijo de Lancelin I Paula de Maine (1020), cuyos padres fueron Hugo IV de Maine (descendiente de Calos "el Calvo) y Berta de Blois. -------------------- Henry of Burgundy, Count of Portugal (1066–1112) was Count of Portugal from 1093 to his death. He was the son of Henry of Burgundy, heir of Robert I, Duke of Burgundy, and brother of Hugh I, Duke of Burgundy and Eudes I, Duke of Burgundy. His name is Henri in modern French, Henricus in Latin, Enrique in modern Spanish and Henrique in modern Portuguese. He was a distant cousin of Raymond of Burgundy and Pope Callistus II.

As a younger son, Henry had little chances of acquiring fortune and titles by inheritance, thus he joined the Reconquista against the Moors in the Iberian Peninsula. He joined the campaign of King Alfonso VI of Castile and León, who was married to Henry's aunt Constance of Burgundy, and played an important role in the conquest of modern Galicia, and the north of Portugal. In reward, Henry was married to King Alfonso's illegitmate daughter, Theresa, Countess of Portugal in 1093, receiving the County of Portugal, then a fiefdom of the Kingdom of León, as a dowry.

From Teresa, Henry had three sons and three daughters. The only son to survive childhood was Afonso Henriques, who became the second Count of Portugal in 1112. However, the young man Afonso was energetic and expanded his dominions at the expense of Muslims. In 1139, he declared himself King of Portugal after reneging the subjugation to León, in open confrontation with his mother. Two daughters also survived childhood, Urraca and Sancha. Urraca Henriques married a Bermudo Peres de Trava, Count of Trastamara. Sancha Henriques married a nobleman, Sancho Nunes de Celanova. -------------------- Historia de Portugal, http://historiadeportugal.hpg.ig.com.br

Iberos e Celtas na sua origem, os habitantes destas terras, deram nascença, graças a uma interpenetração reciproca aos conhecidos Celtiberos. Estes últimos sofreram, principalmente ao longo das costas marítimas da implantação de algumas colónias de Gregos e Fenícios. Mais tarde, e como aconteceu no resto da Península Ibérica, os Celtiberos tiveram que defender o seu território das invasões Cartaginesas, que aconteceram entre as duas primeiras guerras púnicas. Depois foi a chegada dos Romanos, que só conseguiram impor a sua lei, à custa de muitos combates, massacres e principalmente depois da morte trágica de Viriato, o chefe dos Lusitanos, que morreu no ano 140 antes de Cristo.

Viriato que a grande maioria dos historiadores portugueses consideram como o primeiro herói nacional, era um chefe lusitano que antes de pegar nas armas tinha sido pastor, caçador e um pouco bandido. Viriato conseguiu escapar ao massacre que Sulpicio Galba, efectuou em 149.

Diante desta ofensiva, ele chefia os seus compatriotas contra Roma. E sucessivamente vai derrotando as tropas de quatro pretores : Caius Vetilius em 149, Caius Plautius em 148, Claudius Unimanus em 147, e Caius Ngidius Figulus en 146. Viriato também perdeu batalhas. Ele foi derrotado em 144 pelo famoso Fabius Æmilianus, e três anos mais tarde, obrigado a render-se diante de Fabius Servilianus. Um tratado foi assinado nessa altura entre Roma e Viriato. Servilius Caepio, o irmão de Fabius recomeça a guerra no ano seguinte. Para a poder ganhar, ele teve que mandar matar Viriato e uma grande parte dos seus homens. Finalmente em 139, os Lusitanos acabaram por se submeter ao invasor.

A dominação romana vai durar cinco séculos e meio. A sua decadência coincide com a chegada daqueles que todos designam por "Bárbaros" e que nesta época começaram a invadir as terras ocidentais.

No período que vai de 409 a 1139, data da fundação do reino de Portugal (o território nacional, assim que a quase totalidade da Península Ibérica sofreu duas grandes invasões), a primeira, foi aquele feita pelos povos de origem germânica e a segunda pelos árabes ou Mouros.

Estas duas invasões sucessivas modificaram a estrutura política e social da quase totalidade da Península Ibérica. Ao mesmo tempo que a Galiza era ocupada pelos Suevos de 409 à 585, a Lusitânia passava em 409 aos Alânos que, oito anos mais tarde foram derrotados pelos Visigodos, companheiros, durante um primeiro período, das legiões romanas. Por volta de 467, os Visigodos que tinham acabado por expulsar aos Suevos do Norte da Península, acabaram por fazer a mesma coisa com as tropas romanas e ficaram os únicos senhores dos territórios da actual Espanha e Portugal.

Em 711 a batalha, de Gerês, livra a quase totalidade da Península Ibérica aos Arabes vindos do Norte de Africa. Nos três séculos que se seguem, a progressão dos cristãos concentrados nas Astúrias vai, pouco a pouco reduzir o território dos Mouros. Os reinos de Oviedo, Leão, Galiza e Castela, vão nascer e ocupar os territórios da antiga Lusitânia.

Finalmente em 1093, o rei de Leão e Castela, Afonso VI, dá ao seu genro, Henri de Bourgogne, um território que se encontrava entre os rios Minho e Douro. Foi nessa pequena parcela de terreno que nasceu o nosso querido Portugal. -------------------- From Wikipedia, the free encyclopedia -------------------- Alfonso VI de Castilla y León creó en 1093 el Condado de Portugal dentro del reino de Galicia, para premiar (por sus servicios) a su caballero Henri de Bourgogne con el título de Conde de Portugal.

Enrique de Borgoña De Wikipedia, la enciclopedia libre

Enrique de Borgoña (Dijon, Borgoña, 1069 - Astorga, 1 de noviembre de 1112) fue conde de Portugal .

Nació en la entonces capital del Ducado de Borgoña. Era hijo de Enrique Donzel, hijo del duque Roberto I de Borgoña (hijo a su vez del rey Roberto II de Francia) y de Beatriz de Barcelona. Llegó en 1087 al Reino de Castilla y León junto a su primo Raimundo ofreciendo sus servicios a Alfonso VI. En 1093 contrajo matrimonio con Teresa de León, hija natural de Alfonso VI y de Jimena Núñez de Lara. Alfonso VI otorga en herencia al nuevo matrimonio el Condado Portucalense, los territorios del Reino de Galicia entre el Tajo y el Miño, esto es, el norte de Lusitania.

Tuvieron seis hijos:

Alfonso (1094 - 1108); Urraca Enríquez (Henriques) (1095 - ¿?); Sancha Enríquez (1097 - 1163); (ANCESTRO) Teresa Enríquez (1098 - ¿?); Enrique (1106 - 1110); Alfonso Enríquez (el futuro rey Alfonso I de Portugal) (1109 - 1185).

Al enviudar la reina Urraca de León y Castilla (hermanastra de Teresa de León), por cuestiones políticas y estratégicas contrae matrimonio con Alfonso I de Aragón. Enrique de Borgoña, aprovechando los problemas, conflictos familiares y políticos surgidos en torno a su cuñada la reina doña Urraca, declaró la independencia del Condado de Portugal. Su hijo Alfonso Enríquez fue el primer monarca independiente de Portugal con el nombre de Alfonso I de Portugal.

O território de Portugal corresponde a uma boa parte da província romanada Lusitânia, ao território entre Douro e Minho (a uma pequena porção da antiga Tarraconensis província do imperador Augusto e da Galloecia de Vespasiano) e ainda a alguns dos territórios que pertenciam à Boetica. -------------------- Alfonso VI de Castilla y León creó en 1093 el Condado de Portugal dentro del reino de Galicia, para premiar (por sus servicios) a su caballero Henri de Bourgogne con el título de Conde de Portugal.

Enrique de Borgoña De Wikipedia, la enciclopedia libre

Enrique de Borgoña (Dijon, Borgoña, 1069 - Astorga, 1 de noviembre de 1112) fue conde de Portugal .

Nació en la entonces capital del Ducado de Borgoña. Era hijo de Enrique Donzel, hijo del duque Roberto I de Borgoña (hijo a su vez del rey Roberto II de Francia) y de Beatriz de Barcelona. Llegó en 1087 al Reino de Castilla y León junto a su primo Raimundo ofreciendo sus servicios a Alfonso VI. En 1093 contrajo matrimonio con Teresa de León, hija natural de Alfonso VI y de Jimena Núñez de Lara. Alfonso VI otorga en herencia al nuevo matrimonio el Condado Portucalense, los territorios del Reino de Galicia entre el Tajo y el Miño, esto es, el norte de Lusitania.

Tuvieron seis hijos:

Alfonso (1094 - 1108); Urraca Enríquez (Henriques) (1095 - ¿?); Sancha Enríquez (1097 - 1163); (ANCESTRO) Teresa Enríquez (1098 - ¿?); Enrique (1106 - 1110); Alfonso Enríquez (el futuro rey Alfonso I de Portugal) (1109 - 1185).

Al enviudar la reina Urraca de León y Castilla (hermanastra de Teresa de León), por cuestiones políticas y estratégicas contrae matrimonio con Alfonso I de Aragón. Enrique de Borgoña, aprovechando los problemas, conflictos familiares y políticos surgidos en torno a su cuñada la reina doña Urraca, declaró la independencia del Condado de Portugal. Su hijo Alfonso Enríquez fue el primer monarca independiente de Portugal con el nombre de Alfonso I de Portugal.

O território de Portugal corresponde a uma boa parte da província romanada Lusitânia, ao território entre Douro e Minho (a uma pequena porção da antiga Tarraconensis província do imperador Augusto e da Galloecia de Vespasiano) e ainda a alguns dos territórios que pertenciam à Boetica. -------------------- Alfonso VI de Castilla y León creó en 1093 el Condado de Portugal dentro del reino de Galicia, para premiar (por sus servicios) a su caballero Henri de Bourgogne con el título de Conde de Portugal.

Enrique de Borgoña De Wikipedia, la enciclopedia libre

Enrique de Borgoña (Dijon, Borgoña, 1069 - Astorga, 1 de noviembre de 1112) fue conde de Portugal .

Nació en la entonces capital del Ducado de Borgoña. Era hijo de Enrique Donzel, hijo del duque Roberto I de Borgoña (hijo a su vez del rey Roberto II de Francia) y de Beatriz de Barcelona. Llegó en 1087 al Reino de Castilla y León junto a su primo Raimundo ofreciendo sus servicios a Alfonso VI. En 1093 contrajo matrimonio con Teresa de León, hija natural de Alfonso VI y de Jimena Núñez de Lara. Alfonso VI otorga en herencia al nuevo matrimonio el Condado Portucalense, los territorios del Reino de Galicia entre el Tajo y el Miño, esto es, el norte de Lusitania.

Tuvieron seis hijos:

Alfonso (1094 - 1108); Urraca Enríquez (Henriques) (1095 - ¿?); Sancha Enríquez (1097 - 1163); (ANCESTRO) Teresa Enríquez (1098 - ¿?); Enrique (1106 - 1110); Alfonso Enríquez (el futuro rey Alfonso I de Portugal) (1109 - 1185).

Al enviudar la reina Urraca de León y Castilla (hermanastra de Teresa de León), por cuestiones políticas y estratégicas contrae matrimonio con Alfonso I de Aragón. Enrique de Borgoña, aprovechando los problemas, conflictos familiares y políticos surgidos en torno a su cuñada la reina doña Urraca, declaró la independencia del Condado de Portugal. Su hijo Alfonso Enríquez fue el primer monarca independiente de Portugal con el nombre de Alfonso I de Portugal.

O território de Portugal corresponde a uma boa parte da província romanada Lusitânia, ao território entre Douro e Minho (a uma pequena porção da antiga Tarraconensis província do imperador Augusto e da Galloecia de Vespasiano) e ainda a alguns dos territórios que pertenciam à Boetica.

-------------------- wikipedia.org/wiki/Henry%2C_Count_of_Portugal

-------------------- Alfonso VI de Castilla y León creó en 1093 el Condado de Portugal dentro del reino de Galicia, para premiar (por sus servicios) a su caballero Henri de Bourgogne con el título de Conde de Portugal.

Enrique de Borgoña De Wikipedia, la enciclopedia libre

Enrique de Borgoña (Dijon, Borgoña, 1069 - Astorga, 1 de noviembre de 1112) fue conde de Portugal .

Nació en la entonces capital del Ducado de Borgoña. Era hijo de Enrique Donzel, hijo del duque Roberto I de Borgoña (hijo a su vez del rey Roberto II de Francia) y de Beatriz de Barcelona. Llegó en 1087 al Reino de Castilla y León junto a su primo Raimundo ofreciendo sus servicios a Alfonso VI. En 1093 contrajo matrimonio con Teresa de León, hija natural de Alfonso VI y de Jimena Núñez de Lara. Alfonso VI otorga en herencia al nuevo matrimonio el Condado Portucalense, los territorios del Reino de Galicia entre el Tajo y el Miño, esto es, el norte de Lusitania.

Tuvieron seis hijos:

Alfonso (1094 - 1108); Urraca Enríquez (Henriques) (1095 - ¿?); Sancha Enríquez (1097 - 1163); (ANCESTRO) Teresa Enríquez (1098 - ¿?); Enrique (1106 - 1110); Alfonso Enríquez (el futuro rey Alfonso I de Portugal) (1109 - 1185).

Al enviudar la reina Urraca de León y Castilla (hermanastra de Teresa de León), por cuestiones políticas y estratégicas contrae matrimonio con Alfonso I de Aragón. Enrique de Borgoña, aprovechando los problemas, conflictos familiares y políticos surgidos en torno a su cuñada la reina doña Urraca, declaró la independencia del Condado de Portugal. Su hijo Alfonso Enríquez fue el primer monarca independiente de Portugal con el nombre de Alfonso I de Portugal.

O território de Portugal corresponde a uma boa parte da província romanada Lusitânia, ao território entre Douro e Minho (a uma pequena porção da antiga Tarraconensis província do imperador Augusto e da Galloecia de Vespasiano) e ainda a alguns dos territórios que pertenciam à Boetica.

Historia de Portugal, http://historiadeportugal.hpg.ig.com.br

Iberos e Celtas na sua origem, os habitantes destas terras, deram nascença, graças a uma interpenetração reciproca aos conhecidos Celtiberos. Estes últimos sofreram, principalmente ao longo das costas marítimas da implantação de algumas colónias de Gregos e Fenícios. Mais tarde, e como aconteceu no resto da Península Ibérica, os Celtiberos tiveram que defender o seu território das invasões Cartaginesas, que aconteceram entre as duas primeiras guerras púnicas. Depois foi a chegada dos Romanos, que só conseguiram impor a sua lei, à custa de muitos combates, massacres e principalmente depois da morte trágica de Viriato, o chefe dos Lusitanos, que morreu no ano 140 antes de Cristo.

Viriato que a grande maioria dos historiadores portugueses consideram como o primeiro herói nacional, era um chefe lusitano que antes de pegar nas armas tinha sido pastor, caçador e um pouco bandido. Viriato conseguiu escapar ao massacre que Sulpicio Galba, efectuou em 149.

Diante desta ofensiva, ele chefia os seus compatriotas contra Roma. E sucessivamente vai derrotando as tropas de quatro pretores : Caius Vetilius em 149, Caius Plautius em 148, Claudius Unimanus em 147, e Caius Ngidius Figulus en 146. Viriato também perdeu batalhas. Ele foi derrotado em 144 pelo famoso Fabius Æmilianus, e três anos mais tarde, obrigado a render-se diante de Fabius Servilianus. Um tratado foi assinado nessa altura entre Roma e Viriato. Servilius Caepio, o irmão de Fabius recomeça a guerra no ano seguinte. Para a poder ganhar, ele teve que mandar matar Viriato e uma grande parte dos seus homens. Finalmente em 139, os Lusitanos acabaram por se submeter ao invasor.

A dominação romana vai durar cinco séculos e meio. A sua decadência coincide com a chegada daqueles que todos designam por "Bárbaros" e que nesta época começaram a invadir as terras ocidentais.

No período que vai de 409 a 1139, data da fundação do reino de Portugal (o território nacional, assim que a quase totalidade da Península Ibérica sofreu duas grandes invasões), a primeira, foi aquele feita pelos povos de origem germânica e a segunda pelos árabes ou Mouros.

Estas duas invasões sucessivas modificaram a estrutura política e social da quase totalidade da Península Ibérica. Ao mesmo tempo que a Galiza era ocupada pelos Suevos de 409 à 585, a Lusitânia passava em 409 aos Alânos que, oito anos mais tarde foram derrotados pelos Visigodos, companheiros, durante um primeiro período, das legiões romanas. Por volta de 467, os Visigodos que tinham acabado por expulsar aos Suevos do Norte da Península, acabaram por fazer a mesma coisa com as tropas romanas e ficaram os únicos senhores dos territórios da actual Espanha e Portugal.

Em 711 a batalha, de Gerês, livra a quase totalidade da Península Ibérica aos Arabes vindos do Norte de Africa. Nos três séculos que se seguem, a progressão dos cristãos concentrados nas Astúrias vai, pouco a pouco reduzir o território dos Mouros. Os reinos de Oviedo, Leão, Galiza e Castela, vão nascer e ocupar os territórios da antiga Lusitânia.

Finalmente em 1093, o rei de Leão e Castela, Afonso VI, dá ao seu genro, Henri de Bourgogne, um território que se encontrava entre os rios Minho e Douro. Foi nessa pequena parcela de terreno que nasceu o nosso querido Portugal. --------------------

-------------------- Deltog med andra burgundiska riddare i striderna mot morerna i Spanien. -------------------- D. Henrique de Borgonha (1066 — Astorga, 24 de Abril de 1112) foi conde de Portucale desde 1093 até à sua morte. Em Portugal é conhecido, geralmente, por Conde D. Henrique.

Pertencia à família ducal da Borgonha, sendo filho de Henrique, herdeiro do duque Roberto I com Beatriz ou Sibila de Barcelona, e irmão dos também duques Odo I e Hugo I.

Sendo um filho mais novo, D. Henrique tinha poucas possibilidades de alcançar fortuna e títulos por herança, tendo por isso aderido à Reconquista da Península Ibérica. Ajudou o rei Afonso VI de Leão e Castela a conquistar o Reino da Galiza, recebendo como recompensa pelos seus serviços casamento com a filha ilegítima do monarca, Teresa de Leão.

-------------------- Do not merge this profile! This is my blood relation. I have a blood relationship with his father. Yet, when you merge this profile, Geni displays no blood relationship. Why? Because there's a problem with the Geni search engine. It displays the first connection it comes to, not the best connection. I've informed Geni management about the problem. I suggest you follow up and get them to fix the problem. I intend to have profiles on Geni that reflect my true relationships even if I have to recreate them everyday all day long. So don't merge this profile or any other related profiles. If you, or any other Curators, Collaborators, etc., etc. etc., have a problem with this, you need to deal with Geni management. That's what I'm doing.The problem could be affecting your relationships. it's not my fault the Geni search engine is crap -------------------- Henry of Burgundy, Count of Portugal (1066–1112) was Count of Portugal from 1093 to his death. He was the son of Henry of Burgundy, heir of Robert I, Duke of Burgundy, and brother of Hugh I, Duke of Burgundy and Eudes I, Duke of Burgundy. His name is Henri in modern French, Henricus in Latin, Enrique in modern Spanish and Henrique in modern Portuguese. He was a distant cousin of Raymond of Burgundy and Pope Callistus II.

As a younger son, Henry had little chances of acquiring fortune and titles by inheritance, thus he joined the Reconquista against the Moors in the Iberian Peninsula. He joined the campaign of King Alfonso VI of Castile and León, who was married to Henry's aunt Constance of Burgundy, and played an important role in the conquest of modern Galicia, and the north of Portugal. In reward, Henry was married to King Alfonso's illegitimate daughter, Theresa, Countess of Portugal in 1093, receiving the County of Portugal, then a fiefdom of the Kingdom of León, as a dowry.

From Teresa, Henry had three sons and three daughters. The only son to survive childhood was Afonso Henriques, who became the second Count of Portugal in 1112. However, the young man Afonso was energetic and expanded his dominions at the expense of Muslims. In 1139, he declared himself King of Portugal after reneging the subjugation to León, in open confrontation with his mother. Two daughters also survived childhood, Urraca and Sancha. Urraca Henriques married a Bermudo Peres de Trava, Count of Trastamara. Sancha Henriques married a nobleman, Sancho Nunes de Celanova.

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Henrique de Borgonha, conde de Portucale

D. Henrique de Borgonha (1066 — Astorga, 24 de Abril de 1112) foi conde de Portucale desde 1093 até à sua morte. Em Portugal é conhecido, geralmente, por Conde D. Henrique.

Pertencia à família ducal da Borgonha, sendo filho de Henrique, herdeiro do duque Roberto I com Beatriz ou Sibila de Barcelona, e irmão dos também duques Odo I e Hugo I.

Sendo um filho mais novo, D. Henrique tinha poucas possibilidades de alcançar fortuna e títulos por herança, tendo por isso aderido à Reconquista da Península Ibérica. Ajudou o rei Afonso VI de Leão e Castela a conquistar o Reino da Galiza, recebendo como recompensa pelos seus serviços casamento com a filha ilegítima do monarca, Teresa de Leão.

Alguns anos mais tarde, em 1096, D. Henrique recebeu de Afonso VI o Condado Portucalense, que passava a lhe prestar vassalagem directa. O rei de Leão e Castela pretenderia assim limitar o poder do conde Raimundo de Borgonha, casado com Urraca de Leão e Castela.

Henrique morreu a 24 de Abril de 1112, tendo sido sepultado na Sé de Braga. Tinha tido vários filhos com Teresa, mas só o mais novo sobreviveu à infância: D. Afonso Henriques, que sucedeu ao pai e se tornou no segundo conde de Portucale em 1112.

No entanto, o jovem D. Afonso Henriques pretendia ser mais do que conde; em 1128 rebelou-se contra a sua mãe, que pretendia manter-se no governo do condado. Por isso, em 1139 Afonso reafirmou-se independente de Leão e proclamou-se 1.º Rei de Portugal, recebendo o reconhecimento oficial de Leão e Castela em 1143, e a do Papado em 1179. [editar] Descendência

Do seu casamento com Teresa de Leão nasceram:

  • Afonso Henriques (1094-1108)
  • Urraca Henriques (nasceu ca. 1095), casou-se com D. Bermudo Peres de Trava, descendente de Vímara Peres
  • Sancha Henriques (c. 1095 ou 1097-1163), casou-se com D. Sancho Nunes de Celanova (1070 - 1130) e com D. Fernão Mendes (1095 - 1160) senhor de Bragança
  • Teresa Henriques (nasceu ca. 1098)
  • Henrique (ca.1106-1110)
  • Afonso Henriques (1109-1185), primeiro rei de Portugal, casado com Mafalda, condessa de Sabóia

in: Wikipédia, a enciclopédia livre <http://pt.wikipedia.org/wiki/Henrique_de_Borgonha,_conde_de_Portucale>

Veja também:

-------------------- Leo: Europäische Stammtafeln, Band II, Frank Baron Freytag von Loringhoven, 1975, Isenburg, W. K. Prinz von, Reference: Page 53. -------------------- Enrique (1066 - 1112), conde de Portugal y de quien desciende la primera casa real de Portugal.

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Henrique de Borgonha, conde de Portugal's Timeline