João de Andrade Pessoa Anta (1787 - 1825)

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Birthplace: Granja, Ceará, Brazil
Death: Died in Fortaleza, Ceará, Brazil
Cause of death: Foi executado em Fortaleza no local chamado de "Campo da Pólvora"
Occupation: Comerciante e pecuarista, coronel de milícias e revolucionário da Confederação do Equador.
Managed by: Carla Assenheimer (C)
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About João de Andrade Pessoa Anta

João de Andrade Pessoa Anta (Granja, 23 de dezembro de 1787 — Fortaleza, 30 de abril de 1825) foi comerciante e pecuarista. Por D. João VI foi muito cedo nomeado sargento-mor de ordenanças, mais tarde capitão-mor da Vila de Granja e por D. Pedro I foi nomeado coronel de milícias, sendo condecorado com o Oficialato da Imperial Ordem do Cruzeiro. Mártir da Confederação do Equador, movimento republicano que lutou contra a concentração de poder e o absolutismo da Constituição brasileira de 1824.

Sua ação na defesa pelos ideais de liberdade que levaram a Independência do Brasil começaram com sua participação na Guerra da independência do Brasil, em especial na Batalha do Jenipapo ocorrida no Piauí. Participação essa que lhe rendeu a condecoração de Oficial da Imperial Ordem do Cruzeiro.

Foi o segundo filho do capitão-mor Tomás Antônio Pessoa de Andrade e de Francisca Maria de Jesus Mota. Era irmão do ex-senador Francisco de Paula Pessoa e do ex-deputado provincial José Raimundo Pessoa de Andrade. Casou-se com Raimunda Ferreira Veras, com quem teve quatro filhos: Francisca, Maria, Ana e Tomás Rodolfo de Andrade Pessoa.

Foi executado em Fortaleza no local chamado de "Campo da Pólvora" junto com Padre Mororó, local que hoje é chamado de Praça dos Mártires em memória dos que foram ali executados pela causa nacional. No Instituto do Ceará encontra-se o seu Testamento, ao qual revela com pormenores seus bens, dívidas a serem quitadas e a lisura e integridade do seu caráter.

"Conta-se que Andrade estando, um dia, bastante sucumbido, Padre Mororó lhe dissera: Oh! Andrade, o que tens? Anda... Come e bebe, deixa-te de fraqueza! Não sabes que os homens de bem, os que plantaram a sublime árvore da liberdade, não duvidam afrontar os maiores tormentos e arrastar horríveis cadeias? A medonha presença do cadafalso não faz gelar o ardente sangue, que circula em suas veias. Sê, pois, constante, comamos e bebamos. Então, Andrade, tornando-se mais alegre, comeu e bebeu apresentando aquela mesma fortaleza de espírito com que Padre Mororó se conservava."

Fonte: Wikipédia

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