José Inacio da Silva Pinto, 2o barão de São José (b. - c.1886)

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Death: Died in Campos, Rio de Janeiro, Brazil
Managed by: Nivea Nunes Dias
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About José Inacio da Silva Pinto, 2o barão de São José

SÃO JOSÉ. (2º Barão de) José Ignacio da Silva Pinto. Falleceu em 27 de Agosto de 1886 em Campos, Provincia do Rio de Janeiro. CREAÇÃO DO TITULO: Barão por decreto de 11 de Outubro de 1876.

Desde 1848 o Sr. José Ignácio da Silva Pinto, o 2º Barão de São José, figurava nas páginas do Almanack Laemmert, entre os produtores de açúcar da Freguesia de São Gonçalo de Campos, atual distrito de Tocos. Consta no inventário de sua esposa, Jordiana Francisca de Miranda (Baronesa de São José), que faleceu em 1878, a indicação de uma de suas propriedades “...Fazenda Paraíso, com engenho, 85 bois de serviço, 136 cabeças de gado e 49 escravos;” D. Pedro II em 1875, criou a política de engenhos centrais que visava montar fábricas com maquinário importado, moderno para a época, concedendo para isso empréstimos aos interessados e proibindo o uso de mão-de-obra escrava no processo de fabricação do açúcar. Essa era uma medida que tinha por objetivo introduzir aos poucos o trabalho livre no Brasil. O primeiro engenho central a obter concessão imperial foi o de Quissamã. Ocorreu na região norte-fluminense também a criação de unidades fabris modernas desvinculadas da política do governo imperial de criação de engenhos centrais, essas unidades eram chamadas de usinas, palavra que acredita-se ter sido originada do francês “usine”. Pelo decreto n. 10.182 de 29/12/1888, foi concedido pelo governo ao herdeiro do Barão de São José, Guilherme José de Miranda e Silva e seu sócio Vicente Pereira Ribeiro, o direito de montar um engenho central. Em 18 de junho de 1889, foi assinado o contrato para a construção do engenho: “Os contractantes empreiteiros Terris & Frindlay, obrigam-se a montar na situação dos Tocos, na freguesia de São Gonçalo, n’este municipio, propriedade do contractante Guilherme José de Miranda e Silva, uma uzina para fabrico de assucar e aguardente, servida de quinze quilometros de estrada de ferro, com duas locomotivas e sessenta vagões; comprando para esse fim, por sua conta e risco, o material da Uzina de Araruama, mediante preço de trezentos e dez contos de réis.[...]” De acordo com o relatório do engenheiro que fiscalizou esse engenho, em 1893 era uma fábrica de médio porte e funcionava precariamente.

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