Justo Domingues Maciel, barão de Maciel

public profile

Is your surname Domingues Maciel?

Research the Domingues Maciel family

Justo Domingues Maciel, barão de Maciel's Geni Profile

Records for Justo Domingues Maciel

995 Records

Share your family tree and photos with the people you know and love

  • Build your family tree online
  • Share photos and videos
  • Smart Matching™ technology
  • Free!

Share

Related Projects

Justo Domingues Maciel, barão de Maciel

Birthdate:
Birthplace: Baependi, Minas Gerais, Brazil
Death: Died
Immediate Family:

Husband of Luiza Leocádia Ribeiro da Cunha, baronesa de Maciel
Father of Theófilo Maciel; Manoel Maciel; Rodolfo Maciel; Justo Maciel; Conceição Maciel and 2 others

Managed by: Nivea Nunes Dias
Last Updated:

About Justo Domingues Maciel, barão de Maciel

Nascido em 1837, naquele município, Justo Domingues Maciel III era também conhecido como o Barão da Roseta, das Águas ou de Contendas. Iniciou suas atividades como tropeiro, levando produtos da fazenda para a corte no Rio de Janeiro e São Paulo.

O Barão foi casado com Luíza Leocádia Ribeiro da Cunha, que era cantora lírica e interpretava Chopin. A baronesa fez parte da comitiva que recepcionou a visita da família imperial a Caxambu, em 1868. A princesa Izabel, que casada com o Conde D’Eu, diz a lenda, só conseguiu engravidar após beber as águas ferruginosas desta estância hidromineral. Em agradecimento, mandou construir a belíssima igreja no alto da cidade.

Justo Maciel foi presidente da Câmara Municipal de Baependi e também o primeiro prefeito do município após a proclamação da República, na época do regime parlamentarista.

Em 1884, acompanhou o imperador D.Pedro II na inauguração da ferrovia The Minas and Rio Railway. Como empresário fundou e presidiu a “Empreza das Águas de Caxambu e Contendas” (sic), considerada a primeira indústria constituída de engarrafamento de águas minerais. Nesse período, importantes obras foram realizadas para implantação do Parque das Águas de Caxambu.

Após a morte de Justo e Luíza, a propriedade da Fazenda da Roseta passou a pertencer aos seus descendentes, incluindo os pais de Paulo Maciel. Com o declínio das suas atividades produtivas, o patrimônio sofreu um forte desgaste e, desde 2005, vinha sendo restaurada para se transformar na primeira fazenda-parque da região. Agora, a Fazenda da Roseta pode receber não somente cavaleiros e amazonas, como também turistas tradicionais em busca de beleza natural e a vida no campo.

Segundo Paulo Maciel Jr., que preside a Lume Ambiental em Belo Horizonte, a ideia maior é integrar o Sul de Minas a outros polos de turismo equestre dos estados do Rio e São Paulo, criando e aumentando a oferta de emprego e renda na região que já foi próspera no passado: “Mais que isso, queremos provar que recuperando o meio ambiente e trazendo a exuberância da natureza de volta, através do turismo ecológico, é possível desenvolver a chamada indústria sem chaminés de maneira simples e necessária.”

"Ecológico " Fazenda Parque da Roseta