Luís Barbalho Bezerra (c.1590 - 1644) MP

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Birthdate:
Birthplace: Olinda, PE, Brazil
Death: Died in Rio de Janeiro, RJ, Brazil
Managed by: Luiz Sergio Heinzelmann
Last Updated:

About Luís Barbalho Bezerra

Luís Barbalho Bezerra

Militar (Olinda, 1600 – Rio de Janeiro, 1644). Como mestre de campo partiu, em 1639, de Touros rumo à Baía, conseguindo vitórias consecutivas sobre os holandeses. Bateu-se também contra os holandeses que ocuparam a sua cidade natal. Governador do Rio de Janeiro, de 1643 a 1644, fortificou o litoral e canalizou o riacho Carioca. Publicou o idílio poético Itaé e o volume Poesias Líricas.

(via “História de Portugal – Dicionário de Personalidades” (coordenação de José Hermano Saraiva), edição QuidNovi, 2004)

in: Protagonistas - Brasil <http://carreiradaindia.net/2009/02/protagonistas-brasil/luis-barbalho-bezerra/>

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Luís Barbalho Bezerra foi um governante do Brasil, no tempo colonial.

Em 2 de junho de 1643, ao regressar de São Paulo, Salvador Correia de Sá e Benevides encontrou este novo governador no Rio de Janeiro: Luís Barbalho Bezerra era homem honesto, descrito como «ponderado e integro». Deu-lhe posse Savlador, então, e partiu para Lisboa, defender-se das acusações contra ele.

Como Barbalho Bezerra era pobre, tendo gasto sua fortuna e a saúde na luta contra os holandeses, a Câmara do Rio resolveu lhe «aposentadoria», o que significava pagar os aluguéis de suas casas, inaugurando assim essa prática na cidade («o que veio mais tarde a onerar excessivamente as minguadas rendas municipais»).

O nome de Barbalho Bezerra, diz Vivaldo Coaracy em sua obra «O Rio de Janeiro no século 17», página 117, está intimamente ligado à história das lutas na Bahia e Pernambuco contra os holandeses, nas quais se cobrira de honra e adquirira justo renome. Dada a reputação «de homem ponderado e íntegro, de inatacável honestidade, de que vinha precedido o novo governador, a população o acolheu com muita esperança e grande satisfação, entre vivas demonstrações de júbilo.»

Sob Barbalho, a cidade progrediria muito, sobretudo porque chegou nesse mesmo ano, a mando do rei D. João IV, o engenheiro francês Michel d'Escolle, rebatizado em Portugal Michel de Lescol. Projetou o plano da cidade e o traçado das ruas, prolongamentos, declives para valas, padrões para as construções, fortificações - foi seu primeiro urbanista.

Uma das providências do governador foi, tendo encontrado a guarnição da praça reduzida a 260 soldados, cujos soldos havia nove meses não eram pagos, elevar a tropa a 600 homens, o que lhe parecia o mínimo necessário à defesa. Dirigiu-se à Câmara em 5 de julho de 1643 e pediu que decretasse impostos que lhe parecessem justos e mais suaves, para atender a necessidades militares. A guarda do produto seria confiada à Câmara, que não o poderia desviar para outro fim.

Barbalho morreu, porém, em 15 de abril de 1644 e foi sepultado na igreja do Colégio dos Jesuítas. Diz Coacay : «No curto período do seu governo, fizera-se altamente estimado pela integridade e espírito de justiça, sendo a sua morte muito lamentada. O prestígio de que gozava entre a população foi herdado pelos filhos, Jerônimo Barbalho Bezerra e Agostinho Barbalho Bezerra, então ainda jovens, mas que mais tarde desempenhariam papel saliente na história do Rio de Janeiro.

Não havendo «vias de sucessão» e não tendo ele designado sucessor antes de morrer, assumiu o governo interino, eleito pela Câmara, Duarte Correia Vasqueanes, tio do anterior governador Salvador Correia de Sá e Benevides. Com isso, provocaram a impugnação dos militares que alegavam caber o governo a Simão Dias Salgado, Sargento-mor do presídio, de mais alta patente, e que se recusou a obedecer ao governador. Os fatos chegaram ao conhecimento do governador-geral e este da Bahia expediu, em 7 de maio de 1644, ordem a Francisco de Souto Maior, que se encontrava no Rio de Janeiro de passagem para Angola, assumir o governo «para privar que os soldados e mais gentes entrem em altercações, pela diferença de obediência.» A Câmara do Rio representou à Coroa que então baixou o alvará de 26 de setembro de 1644 em que «para atalhar desordens e inquietações e evitar os danos que delas se podem seguir», determino9u que «sucedendo falecer o Capitão-Mor e Governador da dita Capitania, e não havendo vias por que eu declare a pessoa que lhe há de suceder no dito Governo, possam os oficiais da Câmara da dita cidade eleger a pessoa que mais idônea lhes parecer que sirva o dito cargo, enquanto eu ou o dito Governador-Geral do dito Estado não prover.»

in: Wikipédia, a enciclopédia livre. <http://pt.wikipedia.org/wiki/Lu%C3%ADs_Barbalho_Bezerra>

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Luís Barbalho Bezerra

* Brasil, Pernambuco, Olinda c. 1590 + Rio de Janeiro 15.04.1644

Pais

  • Pai: António Barbalho Bezerra * c. 1570
  • Mãe: Camila Bezerra * c. 1572

Casamentos

  • Maria Furtado * c. 1575

Filhos

  1. Agostinho Barbalho Bezerra * c. 1619
  2. Jerônimo Barbalho Bezerra
  3. Célia Carreiro * c. 1600 Fernão Aires Furtado

in: GeneAll.net - Luís Barbalho Bezerra <http://www.geneall.net/P/per_page.php?id=271589>

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LUIS BARBALHO BEZERRA ( Male)

Event(s):

Christening: 1590 Recife, Pernambuco, Brazil

Death: 15 APR 1644

Parents:

	Father:  	ANTONIO BARBALHO FELPA DE BARBUDA 	
	Mother:  	CAMILA

in: FamilySearch™ International Genealogical Index v5.0 South America <http://www.familysearch.org/Eng/Search/igi/individual_record.asp?recid=500000273794&lds=1®ion=14®ionfriendly=&juris1=&juris2=&juris3=&juris4=®ionfriendly=&juris1friendly=&juris2friendly=&juris3friendly=&juris4friendly=>

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Luís Barbalho Bezerra, governador do Rio de Janeiro's Timeline