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Mário Veloso Paranhos Pederneiras

Birthdate:
Birthplace: Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brazil
Death: Died in Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brazil
Immediate Family:

Son of Manuel Veloso Paranhos Pederneiras and Isabel Maria de Sampaio França e Leite
Brother of Oscar Veloso Paranhos Pederneiras and Nicolau Oscar Paranhos Pederneiras

Occupation: escritor, ensaísta, poeta e teatrólogo
Managed by: Carla Assenheimer (C)
Last Updated:

About Mário Pederneiras

Mário Veloso Paranhos Pederneiras (Rio de Janeiro, 2 de novembro de 1867 — Rio de Janeiro, 8 de fevereiro de 1915), conhecido com Mário Pederneiras, foi um poeta brasileiro.

Filho de Manuel Veloso Paranhos Pederneiras e de Isabel França e Leite, e irmão de Oscar Pederneiras, Mário Pederneiras foi um carioca que com suas poesias encantou a muitos. Em suas obras se torna claro seu jeito único de escrever e a forma como mostrava ao mundo o que pensava. Casou-se com Júlia Méier em 1897 no Rio de Janeiro e teve três filhas, Maria da Graça, Leonora e Iolanda, as quais faleceram durante a vida de seu pai.

Sua formação literária teve forte influência dos poetas franceses da escola simbolista e também de grandes poetas de língua portuguesa da época como Cruz e Sousa, Antônio Nobre e Cesário Verde, seus poemas eram marcados pela simplicidade e pelos temas da vida diária.

Estreou na imprensa por volta de 1878, quando tornou-se colaborador do jornal estudantil O Imparcial, do Grêmio Literário Artur de Oliveira, no Rio de Janeiro. Entre 1895 e 1908 foi fundador, com Gonzaga Duque e Lima Campos, diretor e redator das revistas Rio Revista, Galáxia, Mercúrio e revista Fon-Fon. Esta última foi responsável pela segunda fase do movimento simbolista.

Mário Pederneiras começou a escrever poemas em 1900, quando publicou seu primeiro livro de poesias, Agonias. Foi ainda colaborador de A Gazeta de Notícias, Sans Dessous, O Tagarela e Novidades. Cursou o primeiro e o segundo ano da Faculdade de Direito de São Paulo, entre 1887 e 1888, mas não chegou a concluí-la.

Na década de 1910, trabalhou na elaboração em prosa da revista teatral inédita Dona Bernarda e da comédia também inédita O Dr. Mendes Camacho.

Conquistou o terceiro lugar no concurso para Príncipe dos Poetas Brasileiros, em 1913, no Rio de Janeiro. Mário Pederneira foi um simbolista que se tornou, com o tempo, o cantor das alegrias da vida doméstica e também das tristezas que a assaltam. Poeta do lar, da saudade das filhas mortas, da gratidão à esposa, das coisas humildes como as árvores da rua, a mangueira do quintal, o passeio público, etc.

Em 1921, foi lançado seu livro póstumo Outono, com versos de 1914, ilustrado por Calixto e João Carlos.

Principais poemas

  • 1900 - Agonias
  • 1901 - Rondas Noturnas
  • 1906 - Histórias do meu Casal
  • 1912 - Ao Léu do Sonho e à Mercê da Vida

Fonte: WP

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Mário Pederneiras's Timeline

1867
November 2, 1867
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brazil
1915
February 8, 1915
Age 47
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brazil