Pedro Vaz de Barros

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Pedro Vaz de Barros

Birthdate:
Birthplace: Algarve, Portugal
Death: Died in São Paulo, Brasil
Immediate Family:

Son of Jeronimo Pedroso and Joana Vaz de Barros
Husband of Luzia Leme
Father of Antonio Pedroso de Barros; Valentim de Barros; Sebastião Pais de Barros; Pedro Vaz de Barros; Fernão Paes de de Barros and 3 others
Brother of Bernarda Pedroso; Lucrecia Pedroso and Antonio Pedroso de Barros

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Last Updated:

About Pedro Vaz de Barros

Genealogia Paulistana, Tit. Pedrosos Barros

(Parte 1)Pág. 442 "Transcrevemos aqui o que escreveu Taques sobre a origem desta família:

"Pedro Vaz de Barros e seu irmão Antonio Pedroso de Barros foram pessoas de qualificada nobreza e vieram ao Brasil providos Antonio Pedroso de Barros em capitão-mor da capitania de S. Vicente e S. Paulo, e o irmão Pedro Vaz de Barros em ouvidor da mesma capitania, com cláusula que, falecendo Antonio Pedroso, fosse capitão-mor governador e também ouvidor o irmão Pedro Vaz, e falecendo este acumulasse Antonio Pedroso os dois cargos, como se vê da carta patente passada em Lisboa em 1605, pela qual tomou posse Antonio Pedroso na câmara de S. Vicente em 1607, que está registrada no arquivo da câmara de S. Paulo.

Porém, Pedro Vaz de Barros já tinha vindo a S. Paulo muito antes daquelas épocas, pois consta que era capitão-mor governador da dita capitania pelos anos de 1602 (Cart. da provedoria da fazenda real, e arquivo da câmara de S. Paulo). Neste arquivo da câmara de S. Paulo se vê que para se tomar um assento em câmara sobre a vinda de quatro soldados espanhóis de Vila Rica do Espirito Santo da província do Paraguai, foi neste ato presidente Pedro Vaz de Barros, como capitão-mor governador de S. Paulo. Caderno de vereanças tit. 1601.

No cartório do tabelião da vila de S. Vicente se acham uns autos de justificação de nobilitate probanda, titulo, o capitão Valentim de Barros, n.º 1643, e escrivão deles o tabelião Antonio Madeira Salvadores. E também os autos de justificação do capitão Fernão Paes de Barros, ano de 1678, escrivão deles o mesmo tabelião Salvadores. Destes dois autos consta que Pedro Vaz de Barros viera à capitania de S. Vicente em serviços da coroa, e que, voltando ao reino, tornara a mesma capitania, provido em capitão-mor governador dela. Que seu irmão Antonio Pedroso viera à vila de S. Vicente, onde chegara com o tratamento de homem nobre, trazendo criados brancos que o serviam, e casara na dita vila com uma f.ª de Jeronimo Leitão que tinha sido capitão-mor governador da capitania de S. Vicente, em cuja vila ficara sendo morador dito Antonio Pedroso de Barros. Deste matrimonio há descendência na vila de S. Vicente, conhecida nos Pedrosos Barros dela.

Pág. 443 Estes dois irmãos Antonio Pedroso e Pedro Vaz (pelos autos referidos) eram naturais do reino do Algarve, de onde passaram a ser moradores de Lisboa. Nesta corte tiveram um primo direito, que foi o licenciado Antonio de Barros, presbítero secular e capelão que foi de el-rei. Este Padre Antonio de Barros teve duas irmãs: Helena de Mendonça e Maria de Mendonça, que foram casadas com pessoas cavalheiras; elas fundaram na vila de Almada o convento de N. Senhora da Piedade, onde se recolheram ditas fundadoras, que também foram irmãs de Jeronimo Lobo e de Antonio Lobo, que, seguindo o real serviço na milícia, foram ambos despachados para a Índia. Destes mesmos foi irmão frei José de Jesus Maria, religioso da Cartuxa, como consta dos referidos autos, de que se deu instrumento a Fernão Paes de Barros que foram registrados em 1762 na câmara de S. Paulo."

O capitão-mor governador Pedro Vaz de Barros faleceu com testamento em 1644 e foi casado com Luzia Leme, falecida em 1655, f.ª de Fernando Dias Paes e de Lucrecia Leme. V. 2.º. pág. 552. Teve:

Cap. 1.º Valentim de Barros Cap. 2.º Antonio Pedroso de Barros Cap. 3.º Luiz Pedroso de Barros Cap. 4.º Pedro Vaz de Barros Cap. 5.º Fernão Paes de Barros Cap. 6.º Sebastião Paes de Barros Cap. 7.º Jeronimo Pedroso Cap. 8.º Lucrecia Pedroso de Barros

-------------------- Também chamado Vazguaçu! Conforme Livro Névoas do Tempo de Altair Galvão. "Herdeiro de grande fortuna, sua fazenda do Cutaúna era como uma vila, pelo grande número de casas, bem arruadas, capela, onde se oficiavam os sacramentos, por compor aquela fazenda mais de seiscentas almas. Como sertanista encontramo-lo em 1667, seguindo na vanguarda de Lourenço Castanho Taques, o Velho, cujo grosso da bandeira partiu em princípios de 1668 para o sertão dos índios cataguases, à procura de ouro e de onde regressou em 1670. Atendeu a um apelo do Governo-geral do Brasil para uma expedição ao Recôncavo baiano, no sentido de combater os índios bravos que o assolavam, entrando com considerável auxílio e indo pessoalmente na mesma, cujo comando foi confiado aos experimentados sertanistas Estevão Ribeiro Baião Parente, Brás Rodrigues de Arzão e João Amaro Maciel Parente, de 1671 a 1674. Em 1695/1696 foi dos primeiros a descobrir ricos aluviões aurinos no Ribeirão do Carmo, no Tripuí e nas proximidades do Furquim. Seu inventário em 1697 revela que ainda tinha grande quantidade de ouro em pó. Deixou ainda os bens: casas defronte da Misericórdia e chãos." Conforme prólogo do Livro Descendentes do Tenente Fernando Paes de Barros, escrito por Frederico de Barros Brotero: " Foi abastado lavrador, proprietário da célebre fazenda de Quitaúna"

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