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Família Cavalcanti / Cavalcanti Family

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Profiles

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    Lourenço Cavalcanti de Albuquerque (Águas Belas, 10 de outubro de 1842 — Rio de Janeiro, 31 de agosto de 1918) foi um político brasileiro. Vida Filho de Nicolau Florenti...
  • Francisco de Paula Cavalcanti de Albuquerque, barão e visconde de Suaçuna (1793 - 1880)
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  • Adelmar Tavares (1888 - 1963)
    Adelmar Tavares da Silva Cavalcante, poeta pernambucano (Recife 1888 – Rio de Janeiro 1963), considerado o maior trovador do Brasil ganhou em 1997 uma biografia completa escrita pelo poeta e ens...
  • Pedro Francisco de Paula Cavalcanti e Albuquerque, barão e visconde de Camarajibe (1806 - 1875)
    "Pedro Francisco de Paula Cavalcanti e Albuquerque, primeiro e único barão e visconde de Camarajibe, (Jaboatão, 19 de abril de 1806 — 2 de dezembro de 1875) foi um professor...
  • João Pessoa (1878 - 1930)
    João Pessoa Cavalcanti de Albuquerque (Umbuzeiro, 24 de janeiro de 1878 — Recife, 26 de julho de 1930) foi um político brasileiro. Sobrinho do ex-presidente da República E...

EN: The Italian origin of this family is in Florence, where in the mid-sixteenth century, one of its members, Filippo Cavalcanti, moved to Portugal and then to Brazil. Already in America married Dona Catarina de Albuquerque, Lopo Albuquerque granddaughter and daughter of Jeronimo de Albuquerque with indigenous Maria do Espírito Santo Arcoverde.

PT: Cavalcanti é um apelido de família de remota origem norte-italiana ou padânica com origens na idade meso-medieval no Sacro Império ou I reich segundo sites de genealogia italianos e florentinos/toscanos. A grafia Cavalcante, também comum, é uma tentativa de aportuguesamento.

A origem italiana desta família encontra-se em Florença (na verdade os primeiros Cavalcantis emigrados do Sacro Império se concentraram na região de Florença, uma das mais importantes cidades do mundo na era moderna, em aspectos econômicos e políticos), de onde em meados do século XVI um de seus membros, Filippo di Giovanni Cavalcanti, transferiu-se para Portugal e depois para o Brasil.

Fillipo Cavalcanti era filho de Giovanni Cavalcanti, um grande comerciante florentino (espécie de banqueiro) que tinha uma Casa de Moeda em Londres, tendo como um de seus ilustres clientes o rei Henrique VIII, com quem trocava correspondências e tinha boa afinidade. Os Cavalcantis gozavam, em Florença, de boas relações, bem como de bons contatos em grandes cortes europeias.

Muitos se questionam [necessário esclarecer] quanto à razão que teria levado Fillipo Cavalcanti, filho de um grande negociante florentino, a abandonar o céu da Toscana para abrigar-se no Brasil, em Pernambuco. Há teorias[necessário esclarecer] que afirmam que o momento político em Florença não era dos melhores para a família Cavalcanti, dada a tentativa de assassinato de mais um dos Medicis, o grão-duque Cosimo I, pela família Pazzi, com participação de um dos parentes de Fillipo, Bartolomeu Cavalcanti.

Assim, considerando esta situação, para evitar perseguições e também considerando o crescimento do Novo Mundo com o negócio do açúcar, Fillipo resolveu migrar para a colônia portuguesa em alta, o Brasil, mais especificamente a sua então província mais rica: Pernambuco.

Já na América, casou-se com Dona Catarina de Albuquerque, neta de Lopo de Albuquerque e filha de Jerónimo de Albuquerque com a nativa americana do tronco tupi batizada em português como Maria do Espírito Santo Arcoverde, a Pocanhontas precursora.

O casal teve onze filhos, que geraram numerosa descendência hoje espalhada por todo o Brasil (via migrações em séculos posteriores), especialmente no Nordeste Sulamericano (primeiro no Nordeste Oriental, seguido pelo Central e Setentrional principalmente). É uma das maiores descendências de origem eurasiana fora do mainland eurasiano, mas como muitas famílias emigradas de origem eurasiana nas Américas o grau de preservação genomica varia muito entre clãs, famílias, troncos intra-familiares, e indivíduos. Sendo, igualmente considerada, a maior família do Brasil, isso porque, conforme afirma Carlos Barata, presidente do Colégio Brasileiro de Genealogia, tem um único tronco, ao contrário, por exemplo, dos Silvas que, embora mais numerosos, são originários de vários troncos.

Principais membros:

Fontes:

Links Externos: