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Família Doria / Doria Family

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Profiles

  • Cristóvão da Costa (c.1490 - d.)
    Cristóvão da Costa foi doutor em cânones e em direito civil, foi um jurista e professor universitário português, do século XVI. Nasceu Cristóvã...
  • Auria (Oria) della Volta (c.1050 - d.)
    A família Doria mais conhecida atesta-se em Gênova em 1110, quando Martino e Genuardo, ditos de filiis Auriae (dos filhos de Áuria) se documentam como testemunhas num negóci...
  • Arduino di Narbonne (c.1050 - d.)
    Arduino Personagem semilendário. Teria casado c. 1050 com Oria (Auria) della Volta, filha do magnata genovês Corrado della Volta, ou de Volta. Há um fato que sugere a verdade ao ...
  • João Dória Jr.
    João Doria Júnior (São Paulo, 16 de dezembro de 1957) é um empresário, escritor, e jornalista brasileiro. Doria é graduado em jornalismo e publicidade. Foi s...
  • Sebastião Ferreira (b. - 1556)
    Clemenza Doria casa-se no Brasil com Sebastião Ferreira, moço de câmara (um foro de fidalguia), então servindo na vereança local. Este é enviado a Portugal em ...

EN Doria, originally de Auria (from de filiis Auriae), meaning "the sons of Auria", and then de Oria or d'Oria, is the name of an old and extremely wealthy Genoese family who played a major role in the history of the Republic of Genoa and in Italy, from the 12th century to the 16th century.

Origins

According to legend, a noble Genoese lady named Auria or Oria della Volta fell in love with a noble pilgrim who was going to Jerusalem for the First Crusade; his name was Arduino di Narbonne but their children were named after the mother—de Oria, the children of Oria. Arduino was a typical name of the Arduinici family of the Piemonte, some of whose members bore the title of Counts of Auriate; one might then speculate that one of the Arduinici of Auriate gave origin to this family, which suddenly appears in history as a local major power in Liguria in the late 11th century.

Documentary evidence refers to two members of that family, Martino and Genuardo, in 1110; they are called filii Auriae (the sons or children of Oria). The Doria had fiefs in Sardinia from the 12th century to the 15th century, and also in Dolceacqua, Oneglia and Portofino, in the Riviera to the west of Genoa. Although uncommon, Doria is also known as a female first name.

Notable members

Simon Doria lived in the late 12th century and was an admiral of the Genoese in the crusader's assault against Saint Jean d'Acre. Percivalle Doria, who died in 1275 fighting for the Ghibelline, was an infamous warlord and a well-known Provençal poet. Also a poet, Simon Doria was podestà of Savona and Albenga. The brothers Oberto Doria and Lamba Doria were naval commanders and politicians: Oberto was Captain of the People in Genoa and led its naval forces in the victory of La Meloria against Pisa in 1284 while Lamba won a major battle against Venetian Andrea Dandolo at Curzola in 1298. Tedisio Doria (or Teodosio) financed the expedition of Vadino and Ugolino Vivaldi in 1291. Branca Doria is mentioned by Dante in the Divine Comedy because of his treacherous murder of Michele Zanche, his father-in-law, in 1275. Brancaleone Doria ruled the Giudicato of Arborea and nearly conquered the whole of Sardinia in the late fourteenth century.

The most remarkable member of the family is Admiral Andrea Doria, Prince of Melfi (1466–1560), who re-established the Genoese Republic. His nephew was Giovanni Andrea Doria, another admiral; Giovanni Andrea's son was Giovanni Doria, a cardinal of the Catholic Church.

The family had relationships with political entities both in and out of Europe. During the attempts by the Mongol ilkhanate ruler Abaqa to form a Franco-Mongol alliance, his strategy included a strengthening of ties with the Genoese. Many male children of the Doria family were named after foreign rulers, such as Abaga (Abaqa Khan), Casano (Ghazan Khan), and Aitone, named after Hayton, or Hethum I, king of Cilician Armenia.[1]

Titled branches

Members of the Doria family bore the titles of Princes of Melfi (Doria-Pamphili branch), of Princes of Centola (Doria d'Angri branch), of Counts of Montaldeo, Marquesses of Ciriè e del Maro, Marquesses of San Columbano, Lords of Oneglia, among many others. Agnatic members of the family are marchesi al cognome, that is, bear the title of marquess attached to the family name as a courtesy title.

Non-agnatic princely branches like the Colonna-Doria are still flourishing. There are also titled branches outside Italy, such as the Porrata Doria family in Spain, which rank as marquesses.

Role in the great explorations

The Doria clan helped finance the Portuguese and Spanish navigations in the late 15th and 16th centuries. Francesco Doria, a banker at Seville, financed Christopher Columbus's expeditions, and his son Aleramo Doria was a banker to King John III of Portugal until 1556. Finally, Aleramo's daughter Clemenza Doria was one of the earliest settlers in the 16th-century Portuguese colonization of Brazil. Clemenza Doria married twice; her second husband was Fernão Vaz da Costa (c. 1520–1567), son of Portuguese Chief Justice Cristóvão da Costa and a great-grandson of the legendary navigator Soeiro da Costa; they originated the Costa Doria family which is still thriving today as one of their members, José Carlos Aleluia [da Costa Doria], is a representative in the Brazilian congress, and businessman João Doria Jr. or João Agripino da Costa Doria III held a cabinet-level position in the José Sarney administration in Brazil (1985–1989).

The genoese Lodisio Doria, knight of Christ's Order, settled in the island of Madeira. Their descendants are the Teixeira Doria, lords of Pena d'Aguia, and França Doria families, which also have as direct ancestor the Portuguese navigator Tristão Vaz. The França Doria branch is headed by the Count of Calçada, with a younger branch headed by the Viscount of Torre Bela.

In literature

The name Doria was used in Cornelia Funke's "Inkheart" series (specifically, the book "Inkdeath") for a semi-main character who eventually fell in love with the teenage heroine.

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PT Doria é um apelido de família de origem italiana comum a famílias do nordeste brasileiro (Bahia, Sergipe e Alagoas, principalmente) e do sul (São Paulo e Paraná, sobretudo),e também no centro oeste (Brasília). Variantes do nome são Dória, Dorea, Dórea ou Doreia.

Origens na Europa

A família Doria mais conhecida atesta-se em Gênova em 1110, quando Martino e Genuardo, ditos de filiis Auriae (dos filhos de Áuria) se documentam como testemunhas num negócio entre eclesiásticos. A origem da família é semi-lendária: conta-se que certo cavaleiro de nome Arduino, em peregrinação a Jerusalém, adoece ao passar por Gênova, e é tratado por uma moça nobre de nome Áuria della Volta. Recupera-se, casa-se com Áuria e tem filhos que tomam o nome da mãe: filhos de Áuria, ou d'Auria, donde d'Oria e Doria. Na realidade, esta é uma família de raízes feudais, já poderosa em fins do século XI, e possivelmente com raízes nos marqueses Arduinici, condes da terra de Auriate.

Os Dorias têm feudos na Sardenha desde começos do século XII, além dos senhorios de Dolceacqua e de Oneglia, próximos a Gênova. Em Gênova exercem grande poder político até meados do século XIV, quando os nobres são excluídos do governo da cidade. Membros que se destacam são Oberto Doria, cônsul de Gênova e vencedor da Batalha de Meloria contra Pisa, em 1284; seu irmão Lamba Doria, que por sua vez derrotou os venezianos em Curzola em 1296; Branca Doria, senhor de Logudoro na Sardenha, colocado por Dante no inferno porque teria assassinado o sogro; e Andrea Doria (1466-1560), príncipe de Melfi, almirante a serviço de Francisco I da França, e depois, do imperador Carlos V.

Os dois ramos principescos dos Dorias genoveses, os príncipes Doria-Pamphilj e Doria d'Angri, estão extintos, mas existem muitos descendentes da família na terra de origem. Pelo casamento de Eliana Fieschi com Bernabò Doria, os Dorias aparentam-se aos Papas Inocêncio IV e Adriano V.

Ramos em Portugal

Em 1480 documenta-se na ilha da Madeira certo Lodisio Doria, negociante genovês associado aos Lomellini e Spinola e dono de engenhos de açúcar. Sua filha Leonor Doria casa-se com Rui Gonçalves de Velosa, e dá origem aos principais ramos portugueses da família, Teixeira Doria, que descendem também de Tristão Vaz, co-descobridor da Madeira, e França Doria, cujo chefe em Portugal, hoje em dia, é o Visconde da Torre Bela.

Há outros ramos em Portugal, como os Sousa Doria, da região de Coimbra, que parecem terem emigrado da Espanha, e os Dorias do Algarve, do ramo de Frabcesco e Aleramo Doria.

Ramos no Brasil

Há dois grandes ramos (ditos os ramos principais) no Brasil. Pela cronologia, os Dorias de São Vicente e os Dorias da Bahia.

Os Dorias de São Vicente descendem de certo Jácome Doruje, que foi identificado a Diogo Adorno (Ambrogio Campanaro-Adorno), um dos irmãos Adorno, povoadores da região. (A família Campanaro-Adorno é colateral, em Gênova, aos Dorias, e os descendentes de Diogo Adorno adotaram o nome Doria.) Deste tronco procedem as famílias Oliveira Doria, de fazendeiros na região de São Sebastião (SP); e possivelmente os Chagas Doria e Escragnolle Doria, do Barão de Itaipu, e os Menezes Doria do Paraná, estes provindo do bandeirante natural de Iguape, em São Paulo, Agostinho Lourenço da Silva Doria, nascido em fins do século XVIII, e avô do líder maragato João Menezes Dória.

Os Dorias da Bahia descendem de Clemencia Doria, que chega ao Brasil em começos de 1555. Era criada da rainha D. Catarina (moça nobre educada às custas da Coroa portuguesa), e casou duas vezes, com Sebastião Ferreira, que morreu junto ao bispo D. Pero Fernandes Sardinha em 1556, e depois com Fernão Vaz da Costa, filho do Dr. Cristóvão da Costa, chanceler da Relação de Lisboa, e bisneto do navegador Soeiro da Costa.

Os principais ramos baianos são: Menezes Doria, ramo do Recôncavo baiano, do qual descende o Barão de Loreto, Franklin Américo de Menezes Doria, que provem de Sebastião Ferreira e Clemencia Doria; Costa Doria, descendentes de Fernão Vaz da Costa e de Clemencia Doria; Rocha Doria (também usam Rocha Dórea), sub-ramo dos Costas Dorias; Rodrigues Doria, de Sergipe, sub-ramo dos Costas Dorias; Lucatelli Doria, igualmente dos Costas Dorias.

Finalmente, diversos imigrantes italianos de nome Doria fixaram-se no Brasil desde o século XIX, e originaram grupos familiares independentes dos dois grupos acima. Por exemplo, há uma tradição oral que fala de um Manuel Dias Dória em Propriá, Sergipe, dado como neto de nobres espanhois, e que teria vindo para o Brasil para tentar fazer fortuna; seu filhos e netos são conhecidos até hoje na região devido aos feitos que a tradição atribui ao avoengo (mas lembremos que existe um ramo bem conhecido dos Dorias baianos em Propriá, os Rodrigues Doria, que podem ter originado esses Dias Doria).

Membros da família no Brasil

Desta família descendem, entre outros, o compositor e cantor Chico Buarque de Hollanda. Um de seus colaterais mais notáveis é o padre Antônio Vieira, de cuja irmã, D. Inácia de Azevedo, descendem os Costa Doria.

  • Antônio Moitinho Doria, n. Sergipe e † no Rio, 1875-1950. Advogado, jornalista, um dos fundadores da Ordem dos Advogados do Brasil.
  • Antônio de Sampaio Doria, n. Alagoas, † 1964 em S. Paulo. Jurista, ministro da justiça no governo José Linhares.
  • Antônio Frutuoso de Menezes Doria, n. e † em Salvador, c. 1770-1827. Brigadeiro, político, ajudante de ordens do governo da Bahia ao fim do período colonial.
  • Diocleciano da Costa Doria, n. Estância, SE, e † no Rio, 1841-1920. Médico pela Faculdade de Medicina da Bahia, deputado provincial em 1880 em Sergipe, depois diretor-geral de instrução e higiene públicas em Santa Catarina, no governo Rodrigues Chaves.
  • Franklin Américo de Menezes Doria, barão de Loreto, escritor e político ao tempo do império, um dos fundadores da Academia Brasileira de Letras.
  • Gustavo Doria (Costa Doria), n. e † no Rio, 1910-1979, crítico de teatro de O Globo.
  • João Agripino da Costa Doria, n. e † em Salvador, 1854-1902. Médico, professor catedrático da Faculdade de Medicina da Bahia e intendente interino (cargo equivalente a prefeito) da cidade de Salvador (out 1895 - nov 1895).
  • João Agripino da Costa Dória Neto, n. Salvador; † S. Paulo, 1919-2000. Publicitário, psicólogo e político; deputado federal pela Bahia (PDC) em 1962, cassado em 1964.
  • João Dória Jr., n. S. Paulo, 1957, publicitário e empresário, filho do anterior.
  • João de Menezes Doria (Menezes Doria do Paraná), médico e político, foi governador maragato do Paraná em 1893 e depois deputado federal.
  • João de Seixas Dória (Rodrigues Doria). Político e governador de Sergipe, n. Propriá (SE), cassado em 1964.
  • José Rodrigues da Costa Doria (Rodrigues Doria), n. Sergipe e † Rio, médico, político, presidente de Sergipe e deputado federal.
  • José Carlos Aleluia (Costa Doria), n. Bahia, 1947, deputado federal pelo PFL, hoje Dem, 2002-- .
  • Marcelo, Milton e Maurício Roberto (Costa Doria). Nn. e †† no Rio, arquitetos, impulsionadores do movimento modernista na arquitetura brasileira, autores do projeto do Aeroporto Santos Dumont e do prédio-sede da ABI.
  • Pedro Doria (Costa Doria). n. Rio, 1974, jornalista e blogger.
  • Carlos José Doria Adan Cordeiro (Rodrigues Doria), n. Salvador, 1966, médico ortopedista, sobrinho-neto de José Rodrigues da Costa Doria.
  • Flavio José Doria Lombardi Orselli (Oliveira Doria), n. São Sebastião, 1966, advogado, bisneto de Benedito Correa de Oliveira Doria.

Fonte: Wikipédia