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Heróis da Restauração (1640 - 1668)

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Profiles

  • Fernando de Menezes, 2º conde da Ericeira (1614 - 1699)
    D. Fernando de Meneses, 2.° Conde da Ericeira (27 de novembro de 1614 — Lisboa, 22 de junho de 1699) foi um nobre português, do século XVII, muito versado em geometria, geog...
  • Fernão Teles de Menezes, 1º conde de Vilar Maior (c.1600 - d.)
    Governador da província da Beira. Do Conselho de Estado. Comendador de Albufeira na Ordem de Avis. Regedor da Casa da Suplicação. Mordomo-mór da rainha D. Luisa de Gusm�...
  • Martim Afonso de Melo, 2° conde de S. Lourenco (c.1600 - 1671)
    Martim Afonso de Melo (c. 1600 - 31 de Julho de 1671), 2.º Conde de São Lourenço, foi um nobre português do século XVII e dos 40 Conjurados que executaram o golpe pal...
  • João Pinto Ribeiro (c.1595 - 1649)
    Bacharel em Direito Canónico; Juiz de Fora de Pinhel e de Ponte do Lima; Agente da administração e dos negócios da Casa de Bragança; Cavaleiro da Ordem de Cristo; Com...
  • António de Melo e Castro, 29º vice-rei da Índia (c.1620 - d.)
    António de Melo e Castro From Wikipedia, the free encyclopedia. António de Melo e Castro was a colonial administrator Portuguese . Was 52. º Governor of India and 29. º Vice...

A Guerra de Restauração Wikipédia foi um conjunto de confrontos armados travados entre o reino de Portugal e Espanha, com excepção do principado da Catalunha, no período compreendido entre 1640 e 1668. Tiveram início no golpe de estado da Restauração da Independência de 1 de Dezembro de 1640 — que pôs fim à monarquia dualista da Dinastia Filipina iniciada em 1580 — e terminaram com o Tratado de Lisboa de 1668, assinado por Afonso VI de Portugal e Carlos II de Espanha e no qual se reconhece a total independência de Portugal.

As principais batalhas em Portugal foram: Montijo (1644); Arronches (1653); Linhas de Elvas (1659); Ameixial (1663); Castelo Rodrigo (1664); Montes Claros (1665).

No Brasil foram: Monte das Tabocas (1645); Guararapes (1648) e (1649)

A Restauração da Independência Wikipédia é a designação dada à revolucionário golpe de estado, em 1 de dezembro de 1640, chefiada por um grupo designado de Os Quarenta Conjurados e que se alastrou por todo o Reino, pela revolta dos portugueses contra a tentativa da anulação da independência do Reino de Portugal pela governação da Dinastia filipina castelhana, e que vem a culminar com a instauração da 4.ª Dinastia Portuguesa - a casa de Bragança - com a aclamação de D. João IV.

Esse dia, que era designado como Primeiro de Dezembro ou simplesmente por Dia da Restauração pela reaquisição da independência nacional , conforme foi referido, era comemorado anualmente em Portugal com muita pompa e circunstancia ainda no tempo da Monarquia Constitucional Portuguesa e, por isso, uma das primeiras decisões da República Portuguesa, em 1910, foi passá-lo a feriado nacional como medida popular e patriótica. No entanto, mesmo assim, essa decisão foi revogada pelo XIX Governo Constitucional de Portugal, de Passos Coelho, e acabou em 2012 .

Os Conjurados foram um grupo nacionalista e patriótico português nascido clandestinamente na parte final do domínio espanhol sobre Portugal. Era constituído por cerca de cinquenta homens, 40 da nobreza, e os restantes do clero e militares, daí também serem conhecidos por Os Quarenta Conjurados, por estarem envolvidos quarenta brasões. O objectivo - logrado com sucesso - era a destituição dos Habsburgos e proclamar um rei português.

Aquele que ficou reconhecido como tendo sido o grande impulsionador da conspiração foi João Pinto Ribeiro, bacharel em direito canónico cuja jurisprudência anulou o juramento de Tomar por incumprimento de obrigações por parte dos Habsburgos espanhóis. No entanto podemos reconhecer também, como preponderante, que pode ter havido um papel e alguma influência dos jesuítas da província portuguesa, duma forma mais velada, nomeadamente pelo comportamento do Padre António Vieira e pela convivência familiar do Doutor D. André de Almada, especialmente sobre determinados fidalgos e que se encontram entre os quarenta. Aqueles nobres portugueses que tinham ficados presos e destituídos de quase tudo no desastre de Alcácer Quibir, mais precisamente seus filhos ou netos órfãos", que nada puderam fazer e lutar contra um diferente destino de Portugal, anos antes, durante a crise dinástica cuja sorte tinha imposto o domínio de um rei castelhano sobre os destinos do Reino de Portugal.

Depois de se ter dado uma nova e a última reunião no palácio de D. Antão de Almada, hoje conhecido como Palácio da Independência por essa razão. A 1 de Dezembro de 1640, Os Conjurados invadiram o paço da ribeira onde se encontrava a vice-rainha de Portugal, a Duquesa de Mântua e o seu secretário-geral Miguel de Vasconcelos. Perante a invasão, a Duquesa de Mântua escondeu-se num armário e Miguel de Vasconcelos foi defenestrado (atirado pela janela) o que lhe causou a morte, e proclamaram rei D. João IV, Duque de Bragança descendente de D. João I, aos gritos de Liberdade. O povo e toda a nação portuguesa acorreu logo a apoiar a revolução, Restauração da Independência, e assim, D.Filipe III de Portugal e IV de Espanha, que se encontrava já a braços com uma revolução na Catalunha, não teve como retomar de imediato o poder em Portugal.

Lista dos Militares da Guerra da Restauração

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Lista dos Conjurados

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