Ana de Morais Pedroso

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Ana de Morais Pedroso

Also Known As: "Anna de Moraes Pedroso"
Birthdate:
Birthplace: Brazil
Death: Died in São Paulo, Brazil
Immediate Family:

Daughter of Francisco Ribeiro and Maria de Morais
Wife of Capitão Pedro de Moraes Madureira and Pedro de Morais Madureira
Mother of Coronel Carlos de Moraes Navarro; Carlos de Morais Navarro; Mariana Pedroso de Morais; Maria de Morais; Ana Maria Pedroso and 2 others
Sister of Antonio Ribeiro de Morais; Francisco Ribeiro; Manuel Pedroso and Sebastiana Ribeiro de Morais
Half sister of Domingos de Abreu

Managed by: Aloysio José da Fonseca Junqueira
Last Updated:

About Ana de Morais Pedroso

Em seu testamento (de 19 de Setembro de 1646), Anna declara: Saibam quantos esta cédula de testamento virem, que no ano do nascimento de Nosso Senhor Jesus Cristo de mil seiscentos e quarenta e seis anos, aos dezenove dias do mês de setembro da dita era, nesta Vila de São Paulo, da Capitania de São Vicente, do Estado do Brasil, estando eu, Ana Pedrosa, mulher de Pedro de Moraes Madureira, em casas de minha morada, doente em uma cama de doença que Deus Nosso Senhor foi servido dar-me, mas em meu perfeito juízo e entendimento, e não sabendo a hora em que será servido de me levar desta vida presente, considerando a estreita conta que tenho de lhe dar como a meu Redentor e criador, me pareceu para a descarga de minha consciência e bem da minha alma dispor de minhas coisas da maneira seguinte: Primeiramente encomendo minha alma a Deus nosso senhor que a criou à sua imagem e semelhança e redimiu na árvore da Santa Cruz com seu preciosíssimo sangue, e lhe peço que pelos merecimentos de sua sacratíssima morte e paixão haja por bem de livrar a minha alma das tentações do inimigo infernal para que livre dele, e possa gozar aquela visão beatífica da corte celestial para que foi criada; para o que tomo por minha intercessora valedora e medianeira a Virgem Sacratíssima, rainha dos Anjos, e lhe peço humildemente que, pois é advogada de pecadores e se preza tanto daquele título, e é mãe de misericórdia e piedade, a tenha de mim como maior de todas para me valer e amparar ante seu beatíssimo filho, para que tomo e invoco tão bem o favor dos Santos Apóstolos e Anjo de minha guarda, santo de meu nome, no de todos os Santos e Santas da corte celestial, para que todos roguem por mim ante Deus Nosso Senhor. Declaro que, sendo Deus nosso senhor servido de me levar desta vida presente, meu corpo será amortalhado no hábito de Nossa Senhora do Monte do Carmo e sepultado em a sepultura de minha mãe, na Igreja da mesma ordem desta vila, e me acompanharão os Religiosos da dita ordem, a que se dará a esmola acostumada. Declaro que prometi ir estar uma novena e mais três dias à Nossa Senhora da Conceição da aldeia dos guarimimis, e porque não o pude fazer a respeito de minha doença ser prolongada, deixo a esta Senhora uma vaca. Declaro que ao bem aventurado Santo Antonio prometi algumas obras de costuras, e pelo impedimento acima dito o não pude fazer, deixo ao mesmo Santo em lugar delas um novilho que se entregará a seus Religiosos. Declaro que deixo por minha alma cento e uma missas, a saber, as de São Gregório das Chagas, e as mais constam de um rol que a este se ajuntará, a que quero se dê crédito, declarando que no dito rol fazem soma de duzentas e uma e porque se dará a esmola costumada. Declaro que me acompanhará a bandeira da Santa Misericórdia e os Irmãos dela, com a tumba, o vigário e mais clérigos que nesta vila houver, porque se dará a esmola costumada.


Declaro que sou casada e recebida em face da Igreja com Pedro de Moraes Madureira, e temos seis filhos, a saber, quatro fêmeas e dois machos, os quais são meus legítimos herdeiros de todos os bens que se achar serem meus. Deixo por meu testamenteiro meu marido e lhe peço queira fazer por minha alma o que lhe mereço, e [o que] eu fizera pela sua se nesta vida ficara, cumprindo inteiramente este testamento; e lhe encarrego e encomendo o muito cuidado que deve ter de nossos filhos e os amparar e lhes dar o estado mais conveniente, e amparo ocular às filhas que temos, às quais deixo o remanescente de minha terça depois de pagos meus legados. Declaro que eu e o dito meu marido possuímos alguma gente da terra, os quais sempre tratamos como forros e livres, e nessa conta o temos, e assim os deixo; e que passando a meus herdeiros os tratem como tais e lhes dêem todo o bom tratamento, pagando-lhes seu trabalho conforme o estilo da terra. Declaro que [mora] em minha casa uma rapariga mameluca por nome Isabel, que se criou em companhia de minhas filhas, a qual as servirá até que tomem estado, e encarrego o dito meu marido que, tendo possibilidade, que a ampare e lhe faça o bem que dele confio. Declaro que os bens que possuímos e dívidas que se devem, de tudo sabe meu marido, e ao que ele disser e fizer me remeto, e sobre sua verdade e consciência descarrego a minha, por que tudo hei por bem feito pela muita confiança que dele tenho. E desta maneira houve este meu testamento por acabado, pelo qual revogo todos os que antes deste haja feito, e só este testamento quero que valha, tenha força e vigor, e peço e requeiro às justiças de Sua Majestade que o mandem cumprir e guardar como nele se contém, porquanto mandei fazer pelo tabelião que de verbo ad verbo moveu, e por estar a minha vontade e ser nele declarado minha última e derradeira lhe pedi m'o aprovasse E assinasse por mim e a meu rogo o que eu, dito tabelião, fiz, por a dita testadora não saber assinar. Em seu inventário, consta que: Deixou uma saia de damasco a uma órfã pobre. Total da Fazenda: 458$460 / E do que se deve à Sua Majestade: 1.096$000. Da qual fazenda não se faz partilhas por razão de serem mais as dívidas que elas.

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Ana de Morais Pedroso's Timeline

1610
1610
Brazil
1632
1632
Age 22
State of São Paulo, Brazil
1633
1633
Age 23
1637
1637
Age 27
1642
1642
Age 32
1646
1646
Age 36
São Paulo, Brazil
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