António Luís de Menezes, 1.º Marquês de Marialva

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António Luís de Menezes, 1.º Marquês de Marialva

Birthdate: (71)
Birthplace: Cantanhede
Death: May 19, 1675 (71)
Cantanhede
Immediate Family:

Son of Pedro de Menezes, 2.º Conde de Cantanhede and Constança de Gusmão
Husband of Dona Catarina Luisa Antónia Coutinho
Father of Isabel de Menezes; Pedro Antonio de Menezes, 2.º Marquês de Marialva, 4.º Conde de Cantanhede; Manoel Coutinho, conde de Redondo; Maria Joana Coutinho and Guiomar de Menezes
Brother of Rodrigo de Menezes

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Last Updated:

About António Luís de Menezes, 1.º Marquês de Marialva

…confirmo que está errado, na minha arvore…agradecia a correção…

António Luís de Meneses (12 de Dezembro de 1603 — 16 de Agosto de 1675), 1.º marquês de Marialva e 3.º conde de Cantanhede, 10.º Senhor de Cantanhede, foi um fidalgo e militar português, Senhor de Cantanhede, de Marialva, de Medelo e de São Silvestre, do Conselho de Estado e do Conselho de Guerra, Vedor da Fazenda, Ministro Assistente no Despacho, Governador de Setúbal, de Cascais e da Estremadura, Comendador de Santa Maria de Almonda, São Romão de Bornes e São Cosme de Ázere, na Ordem de Cristo.

Foi um dos elementos mais activos para a Restauração da Independência (1640), sendo um dos Quarenta Conjurados, dela tomando parte desde a fase da conspiração, até às negociações do tratado que encerrou a guerra com Castela.

Em 1641, participou na defesa da Beira, formando um terço de infantaria que comandou como Mestre de campo. No Alentejo tomou parte em quase todas as batalhas e escaramuças contra os castelhanos. Em 1644 tomou a vila de Valencia de Alcántara que se manteve portuguesa até 1688. Comandou as tropas portuguesas na batalha de Montes Claros e, juntamente com o conde de Schomberg, infligiu aos espanhóis uma pesada derrota, acabando praticamente com a guerra da Restauração.

Enquanto Governador das Armas da Praça de Cascais, a partir de 1643, respondeu pelas obras de reforço da barra do rio Tejo.

Os seus restos mortais e relíquias encontram-se depositadas no sarcófago do átrio da capela de Na Sa da Conceição do antigo convento de S° António dos Capuchos, na sua terra natal. O coração que legou ao seu rei D. João IV repousa no panteão do convento de S. Vicente de Fora, em Lisboa.

(http://pt.wikipedia.org/wiki/Ant%C3%B3nio_Lu%C3%ADs_de_Meneses,_1.%C2%BA_Marqu%C3%AAs_de_Marialva)

http://c.geneal.over-blog.com/article-27214128.html

…[…De acordo com um estudo de António Hespanha, em 1640, a Casa dos Condes de Cantanhede contava- se entre as 13 mais poderosas do país. Senhoreava em 11 terras que ocupavam uma área de 0,7 mil quilómetros onde viviam 10,3 mil habitantes.

O oitavo senhor de Cantanhede, terceiro conde e 1.º Marquês de Marialva conseguiu elevar a sua casa ao topo da pirâmide nobiliárquica. Enquanto figura e titular da Casa Cantanhede-Marialva foi recompensado pelo monarca D.João IV, por serviços prestados durante a guerra da Restauração.

Foi figura ativa no processo do golpe palaciano de 1640 juntamente com o seu irmão D.Rodrigo de Meneses, cuja ação seria desconhecida de seu pai, D.Pedro de Meneses. Foi um dos poucos nobres titulados e de linhagem antiga a apoiar a conjura, havendo além de si D.Jerónimo de Ataíde, 6o Conde de Atouguia, e D.João Rodrigues de Sá e Meneses, herdeiro do 2o Conde de Penaguião, o que lhe permitiu que, em 1641, fosse nomeado Governador de Armas de Cascais.

Incumbia-lhe a fortificação dos fortes marítimos, que “corresse toda a marinha até Peniche”, o fornecimento “das Torres e Fortes de todos os petrechos conducentes ao reparo” e a fiscalização da fronteira do Alentejo, especialmente Elvas.93 Em 1644 é-lhe confirmado o título de Conde de Cantanhede94 e, no ano seguinte, é instituído Vedor da Fazenda95, cargo confirmado em 1652.

Em 1659 é chamado para chefiar o exército que vai em socorro de Elvas; todavia D.António Luis de Meneses estaria mais vocacionado para o desempenho de cargos políticos do que militares.

Diz-nos Fernando Dores Costa: “Pela sua distância dos assuntos bélicos, a escolha do conde para encabeçar o exército causou estranheza na própria época.”97 Todavia, as “(...)circunstâncias do final de 1659, [tinham como] (...) objectivo (...) [o] de conseguir reunir um exército. Aquilo que se procurava obter do conde eram os efeitos da sua capacidade política e não uma qualquer capacidade militar (...).”

O exército encabeçado pelo conde consegue a vitória na denominada batalha das Linhas de Elvas; contudo, apesar do mérito militar (chefe máximo nominal do exército e por tradição a ele cabia tal honra) é o seu mestre de campo general, André Albuquerque (acabou por falecer em batalha) que conduziu as forças em campo e permitiu o desfecho vitorioso.

Anos mais tarde, em 1665, já como Marquês de Marialva e Capitão-General da Província do Alentejo (1663) é chamado novamente para socorrer nova praça, desta vez Vila Viçosa e com o mestre de campo general, o alemão Schonberg. Perante nova vitória, a situação torna-se semelhante à das Linhas de Elvas. Terá sido o seu mestre de campo general a conduzir as tropas e a permitir nova vitória do Marquês, que ocasionou “(...) uma viragem decisiva no palco militar (...)” iniciando-se “(...) de facto, as negociações que visavam o estabelecimento de uma paz entre as duas esgotadas coroas”.

Como recompensa, o Príncipe Regente D.Pedro concede-lhe em 1675 a prerrogativa, de juro e herdade fora da Lei Mental, do título de Marquês de Marialva.

Se por um lado D.António Luís de Meneses evidenciava uma grande aptidão política e conhecimento nas movimentações dos meandros palacianos além de uma boa capacidade de logística e de recrutamento de efetivos para o exército, por outro lado, alguns autores evidenciam a sua inaptidão militar o que ocasionava pontuais divergências com os seus mestres de campo generais.…]…idem

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António Luís de Menezes, 1.º Marquês de Marialva's Timeline

1603
December 12, 1603
Cantanhede
December 21, 1603
1650
1650
Age 46
1650
Age 46
Portugal
1658
March 31, 1658
Age 54
Lisboa, Lisboa, Portugal
1661
August 1661
Age 57
1675
May 19, 1675
Age 71
Cantanhede
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