Antonio Rodrigues de Almeida, capitão-mór de Santo Amaro

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Antonio Rodrigues de Almeida, capitão-mór de Santo Amaro

Birthdate:
Birthplace: Montemor-o-Novo, Évora District, Portugal
Death: Died in São Paulo, Brasil
Immediate Family:

Husband of Maria Castanho
Father of Catarina de Almeida; Maria Castanho, a Moça and André de Almeida

Occupation: Capitão-mór
Managed by: John Edward Davies
Last Updated:

About Antonio Rodrigues de Almeida, capitão-mór de Santo Amaro

'* Genealogia Paulistana

  • Luiz Gonzaga da Silva Leme (1852-1919)
  • Vol IV - Pág. 379 a 28
  • Tit.
  • === Almeidas Castanhos===

Sobre a origem desta família diz Pedro Taques: "traz sua origem da vila de Monte-mor o Novo em Portugal, de onde veio para S. Vicente pelos anos de 1547 Antonio Rodrigues de Almeida, que tinha o fôro de cavaleiro fidalgo da casa do sr. rei dom João III, em cujo reinado foi este fôro de cavaleiro fidalgo o mais superior que constituía grau de fidalguia, até que o rei dom Sebastião alterou a ordem dos filhamentos, de cujo tempo até o presente ficou este fôro de cavaleiro fidalgo sendo ínfimo; de sorte que o mordomo-mor do reino o confere as pessoas mecânicas para passarem com ele ao 1.º. grau de nobreza; e o fôro de fidalgo cavaleiro ficou sendo filhamento superior com 1$800 de moradia, constituindo grau de fidalguia, que por isso se chamam fidalgos da casa de S. Majestade.

Em S. Vicente se estabeleceu Antonio Rodrigues de Almeida, onde por espaço de 13 anos prestou muitos serviços ao donatário da capitania, ao rei e a Deus, achando-se em todos assaltos e guerras do gentio, Tamoyos, que, habitando a costa desde a enseada do Rio de Janeiro até a barra de S. Vicente, braço do Norte chamada Bertioga, impediam o aumento da povoação da dita vila fundada pelos anos de 1531 a l534 por Martim Affonso de Sousa.

No ano de 1.556 passou ao reino Antonio Rodrigues de Almeida, e, pelos merecimentos próprios, recebeu do donatário Martim Affonso de Sousa a mercê de propriedade dos ofícios de escrivão da ouvidoria e das datas de sesmarias e de seu chanceler na capitania de S. Vicente. Estando a embarcar de regresso a esta vila, foi constituído capitão-mor, ouvidor da capitania de Santo Amaro do defunto Pedro Lopes de Sousa, por sua viúva d. Izabel de Gambôa, como tutora e administradora de seu f.º Martim Affonso de Sousa, o moço, e sobrinho direito de Martim Affonso, o velho, donatário da capitania de S. Vicente. Esta promoção foi feita em 1557 em Lisboa por instrumento público lavrado tabelião Antonio do Amaral; e como capitão-mor e ouvidor concedeu terras dentro das dez léguas da capitania de Santo Amaro, que partem do rio Curupacê até a barra do rio de S.Vicente, braço Norte, chamado Bertioga, como se vê das sesmarias que concedeu desde 1557 a 1568, as quais se acham registradas no cartório da provedoria da fazenda real de S. Paulo, no livro das sesmarias Tit. 1562 da pág. 11 á 123". Seguem os títulos de concessão de três sesmarias feita a Antonio Rodrigues de Almeida, uma junto ao mosteiro de Piratininga (em S. Paulo) em 1560, a 2.ª no Rio de Janeiro em 1565, entestando com a aldeia de índios chamada Itaoca, e a 3.ª em 1567, compreendendo as águas do Cubatão na vila de Santos. Nestas concessões se faz menção dos valiosos serviços prestados por esse fidalgo cavaleiro da casa real, que tinha, de regresso de Portugal, trazido sua mulher e 2 f.ªs. por casar. Foi casado com Maria Castanho, natural de Monte-mor o Novo, e trouxe de Portugal duas f.ªs., tendo mais um f.º nascido na vila de Santos, onde foi morador até passar para S. Paulo onde viveu e faleceu. Estes f.ºs. são:

  1. Catharina de Almeida
  2. Maria Castanho
  3. Padre André de Almeida

(http://buratto.org/paulistana/ACastanhos.htm)

__________

Cavaleiro fidalgo da Casa Real, chegou ao Brasil em 1549.

Foi proprietário dos ofícios de escrivão da ouvidoria e das datas de sesmaria por provisão de 1556, conferida pelo donatário Martim Afonso de Sousa.

Foi também capitão-mór e ouvidor da Capitania de Santo Amaro, por provisão da donatária Isabel de Gamboa datada de 1557.

Recebeu três sesmarias: uma junto ao mosteiro de Piratininga (SP), ou no Rio Janeiro (1565) entestando com a aldeia de Itaoca, e a terceira compreendendo as águas do Cubatão (Santos).

Na folha 74 (verso) do Livro Segundo de Registros de Sesmarias antigas do ano de 1662 a 1680, consta que o capitão-mór da Capitinia de São Vicente, Pedro Ferraz Barreto, deu a Antonio Rodrigues de Almeida uma sesmaria. Na carta, o beneficiário é qualificado como "almoxarife, chanceler e escrivão da Ouvidoria desta capitania". Ele afirma viver nela há 16 anos, com mulher e filhos, uma delas casada (o que indica que a filha, talvez Maria Castanho, tenha nascido em Portugal). Como a concessão é datada de 6 de janeiro de 1565, significa que Rodrigues de Almeida veio em 1549, provavelmente junto com o governador geral Tomé de Sousa e o padre Manuel da Nóbrega.

A sesmaria ficava no Rio de Janeiro, fronteiriça às de Pedro Martins Namorado e José Adorno, até "entestar" com uma aldeia chamada Itaoca, "correndo pelo dito rio por meia légua".

----------------------------------------------------------------------------------------------------------- IHGSP Vol. 47 - pag. 299

5 2. Antonio RODRIGUES DE ALMEIDA, C. E'. Natural de Montemor o Novo, e dona t erra natal com Mana CASTANHO. Confundiram-no com o 5 1 os que o disseram vindo com Martim Afonso. Veio para o Brasil com Tomé de Sousa, mentado como homem d'armas, sendo o seu nome riscado do livro da Provedotia em 1550, por já estar êle provido em ofício, em S. Vicente. Deade 1549 ocupou em S. Vicente o cargo de escrivão da ouvidoria. Em 1556 foi ao Reino e voltou ainda sem a família. De 1557 a 1568 foi capitão-mor loco-tenente e ouvidor da capitania iie Santo Amaro. Em 1560, alegando esperar no primeiro navio a n:ulher e duas filhas solteiras, pediu e obteve sesmaria em Piratiuinga. Conforme os estudos de Mário de Assis Moura ("hdo .I. H. e G. de S. P.", XIV, 12), abrangia essa concessão grande parto òas terras em que nesse mesmo ano se erigiii a vila de São Paulo: era "um triângulo, limitado no lado do poente pelo espigão que se estende até o cruzamento da Avenida Paulista com a rua de 8- Amaro, e nos dois outros lados pelo curso do ribeirão Saracura, rio Tamanduateí e ribeirão Lavapés". Foi tabelião e escrivão em Santos. Serviu nas guerras contra os tamoios e na conquista do Rio de Janeiro. Em 1565 e 1567 teve outras sesmarias, no Rio de Janeiro e no Cubatão. Em 1571, com escrivão das datas, redigiu a sesmaria das terras que vieram a formar a fazenda de S. Bernardo do Campo. Não achei comprovante para a assercão de que passou a morar em São Paulo, repetida por S. Leme. Creio que foi para a Rio de Janeiro que êle se mudou, tendo lá também sido tabelião e escrivão (Felisbelo, "Hist. da C. Cid. do R. de J", I, 50; Areh. do Distr. Fed.", IV, 439). Já era falecido em 1589. É possível que, cesmndo suas atividades no Rio de Janeiro, tivesse vindo passar os ú1- timos dias com a filha, em São Paulo, onde esta morava. Gerasia em S. Leme, IV, 380.

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Antonio Rodrigues de Almeida, capitão-mór de Santo Amaro's Timeline

1545
1545
Montemor-o-Novo, Évora, Portugal
1573
1573
Santos, São Paulo, Brazil
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Montemor-o-Novo, Évora District, Portugal
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Montemor-o-Novo, Évora District, Portugal
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São Paulo, Brasil