Domingos José Nogueira de Jaguaribe, visconde de Jaguaribe

Is your surname Nogueira de Jaguaribe?

Research the Nogueira de Jaguaribe family

Domingos José Nogueira de Jaguaribe, visconde de Jaguaribe's Geni Profile

Share your family tree and photos with the people you know and love

  • Build your family tree online
  • Share photos and videos
  • Smart Matching™ technology
  • Free!

Domingos José Nogueira de Jaguaribe, visconde de Jaguaribe

Birthdate:
Birthplace: Aracati, Aracati, Ceara, Brazil
Death: June 05, 1890 (69)
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brazil
Place of Burial: Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brazil
Immediate Family:

Son of João Nogueira dos Santos and Joana Maria da Conceição
Husband of Clodes Alexandrina Alexandrina Santiago Santiago de Alencar
Father of Joaquim José Nogueira Jaguaribe, maj.; Joana Jaguaribe Gomes de Matos; Maria Jaguaribe de Alencar Lima; Leonel Nogueira Jaguaribe; Clotilde Nogueira Jaguaribe and 4 others
Brother of Padre Antônio Nogueira da Braveza
Half brother of Manoel Franklin do Amaral

Managed by: Private User
Last Updated:

About Domingos José Nogueira de Jaguaribe, visconde de Jaguaribe

Domingos José Nogueira Jaguaribe, o visconde de Jaguaribe, (Aracati, 14 de setembro de 1820 — 5 de junho de 1890) foi um magistrado, jornalista e político brasileiro.

Biografia

Era filho do capitão João Nogueira dos Santos e de Joana Maria da Conceição. Em 1841, na Faculdade de Direito de Olinda e, já no seu segundo ano, tomava assento como suplente na Assembleia Provincial do Ceará. Bacharelou-se em 1845, sendo nomeado promotor público de Sobral e depois de Fortaleza.

Foi eleito deputado provincial para a legislatura de 1850-1851 e, na primeira sessão, tornou-se presidente da Assembleia, redigindo ao mesmo tempo o jornal Pedro II, órgão do Partido Conservador, do qual era filiado. Em 1853, foi eleito deputado geral, e logo na primeira sessão da Câmara, foi nomeado segundo secretário. Nessa legislatura, distinguiu-se na tribuna, proferindo um discurso sobre educação, que mereceu do Visconde de Castilho muitos elogios em carta que foi publicada no Jornal do Commercio, do Rio de Janeiro, e transcrita no Pedro II. Foi eleito ainda na seguinte legislatura de 1857 a 1860 pelo quarto distrito, com sede em Baturité, e também na de 1861 a 1864 pelo segundo distrito, com sede em Sobral. Na legislatura de 1864 a 1866, conseguiu no segundo ano ser eleito pelo primeiro distrito em substituição a Frederico Augusto Pamplona, que tinha falecido.

Subindo os conservadores ao poder, em 1867, Jaguaribe, que se achava fora do país, em commissão no Paraguai, foi eleito deputado geral pelo primeiro distrito da sua província, sendo seu nome incluído em lista sêxtupla senatorial, e escolhido senador do Império no ano seguinte. Fez parte do glorioso ministério de 7 de março de 1871, presidido pelo Visconde do Rio Branco, com a pasta da guerra, sendo agraciado, após a libertação dos escravos no Brasil, com o título de Visconde de Jaguaribe com grandeza.

Na magistratura, foi juiz de direito das comarcas de Inhamuns, do Crato e de Sobral, em que se aposentou para desincompatibilizar-se para a eleição de deputados gerais; mas, em 1872, foi reintegrado na magistratura sendo nomeado juiz dos feitos da Corte, cargo que exerceu até a proclamação da República, quando foi nomeado desembargador da Relação de Recife, da qual foi removido para a do Rio de Janeiro pouco depois.

Em Fortaleza, fundara o jornal A Constituição, órgão do Partido Conservador, e ocupara o cargo de professor de retórica do Liceu, em que se aposentou, em 1874. Foi também diretor do Liceu e inspetor geral da instrução pública.

Jaguaribe faleceu repentinamente, aos 69 anos, de volta ao Rio de Janeiro após uma visita ao Ceará. Seu corpo foi sepultado no Cemitério São Francisco Xavier.

Casou-se, a 30 de julho de 1842, em Fortaleza, com Clodes Alexandrina Santiago de Alencar (? - Minas Gerais, Juiz de Fora, 6 de novembro de 1912), filha de Leonel Pereira de Alencar e de Maria Xavier da Silva Pereira de Carvalho. Pelo lado paterno, era sobrinha de Bárbara de Alencar e uma irmã sua, Ana Josefina de Alencar, envolveu-se com o primo José Martiniano de Alencar. Eles foram os pais do escritor José de Alencar.

O casal gerou onze filhos:

  • Domingos José Nogueira Jaguaribe Filho (*Aracati 2 de novembro de 1848 — Santos, 14 de novembro de 1926);
  • Ana Flora Jaguaribe, que casou-se com o engenheiro português Joaquim Guilherme de Sousa Leitão Maldonado, avó de Joaquim Murillo Maldonado;
  • Joaquim José Nogueira Jaguaribe (*Ceará, 11 de maio de 1850);
  • Joana Jaguaribe Gomes de Matos (*Quixeramobim, 17 de setembro de 1854);
  • Maria Jaguaribe de Alencar Lima (1 de janeiro de 1856), que casou-se com o primo, engenheiro Tristão Franklin de Alencar Lima;
  • Leonel Nogueira Jaguaribe (Crato, 24 de janeiro de 1857 — Juiz de Fora, 21 de agosto de 1886);
  • Clotilde Nogueira Jaguaribe, casada com Paulino Nogueira Borges da Fonseca;
  • José Nogueira Jaguaribe (*16 de agosto de 1860);
  • João Nogueira Jaguaribe (*Fortaleza, 4 de julho de 1864);
  • Antônio Nogueira Jaguaribe;
  • Flora Jaguaribe.

Fonte: WP

view all 13

Domingos José Nogueira de Jaguaribe, visconde de Jaguaribe's Timeline

1820
September 14, 1820
Aracati, Aracati, Ceara, Brazil
1850
May 11, 1850
Fortaleza, State of Ceará, Brazil
1854
September 17, 1854
Quixeramobim, State of Ceará, Brazil
1856
February 1, 1856
State of Ceará, Brazil
1857
February 24, 1857
Crato, State of Ceará, Brazil
1858
1858
Fortaleza, State of Ceará, Brazil
1860
August 16, 1860
State of Ceará, Brazil
1863
July 4, 1863
Fortaleza, State of Ceará, Brazil
1864
March 30, 1864
Fortaleza, State of Ceará, Brazil
1870
1870
Fortaleza, State of Ceará, Brazil