Froila Fernández de Lugo, Conde de Lugo

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Froila Fernández de Lugo, Conde de Lugo

Birthdate:
Birthplace: Lugo, Galicia, España (Spain)
Death: February 05, 926 (76-84)
Deza, Soria, Castilla y León, Spain
Immediate Family:

Son of D. Fernando Rodriguez de Monterroso and Guntina (Onneca) Lucidiz
Husband of NN Romanes; Adosinda Romanez Romanez de Monterroso and Hermesende Gutiérrez
Father of Doña Ildaura Ériz de Lugo, Santa; Gudesindo Eriz de Lugo, Conde de Lugo; Ermesenda Eris Fernandes de Lugo; Gugina Eriz; Santa Godiña and 1 other
Brother of Diego Fernández, Conde de Limia and Gundesteo Fernández de Lugo

Occupation: Conde de Lugo, um dos poderosos senhores de Espanha
Managed by: Jacinta Palerm
Last Updated:

About Froila Fernández de Lugo, Conde de Lugo

Ancestry unknown. See Ancestry of Teresa of Portugal

Poseía su residencia principal en Lugo, donde era conde (aunque no conde "de" Lugo). En este entonces la jerarquía condal no resulta título nobiliario sino que indica una función de jefe militar de una mesnada, generalmente a su costa. Así, los ejércitos feudales se conformaban con los diferentes señores que como condes de su mesnada se congregaban alrededor del rey. Obviamente el poder solventar una mesnada de caballeros armados indicaba gran fortuna.

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Ero Fernández (m. c. 926) fue un magnate gallego, conde de la comarca de Lugo, abuelo de san Rosendo, y ancestro de varios linajes gallegos y portugueses que entroncaron con la más alta nobleza de los reinos de León y de Castilla. Su ascendencia no es conocida; solamente se sabe que fue hijo de un probable conde llamado Fernando y que tuvo un hermano, Diego Fernández, genearca de una poderosa familia del norte de Portugal, esposo de Onecca Lúcidiz. El conde Ero vivió durante los reinados del rey Alfonso III de Asturias y sus sucesores y ostentó la dignidad condal desde finales del siglo IX y las primeras décadas del siglo X. Su presencia en la curia regia del rey Alfonso el Magno queda confirmada en un diploma expedido por el rey el 30 de septiembre de 899 cuando entrega a la iglesia de Santiago varias villas en el territorio de Coímbra. Ejerció la tenencia o commisso del territorio lucense y el 7 de julio de 910, estando en Lugo roboró un documento dirigido al rey Ordoño II mediante el cual los condes prometen restaurar las casas destruidas en la ciudad. Un año más tarde, el 22 de abril de 911, fue testigo en un documento del rey Ordoño quien confirma a la iglesia de Santiago las donaciones hechas por sus antecesores. Fue un gran benefactor de monasterios. Con su primera esposa, la condesa Adosinda de Monterroso, fundó el Monasterio de Chantada y con la segunda, la condesa Elvira, el de Santa María de Ferreira de Pallares, donde se retiró en vida de su mujer. Aparece por última vez el 24 de septiembre de 926 confirmando la carta de arras entregada por Gunterico Arias a Gontrodo González, nieta del conde Ero. Debió fallecer poco después y fue enterrado en el monasterio de Ferreira de Pallares que fundó con su segunda esposa.

El conde Ero contrajo dos matrimonios. El primero fue con Adosinda de Monterroso, que habria fallecido antes del 898. De este matrimonio nacieron dos hijos:

Gudensindo Ériz, esposo de Enderquina «Palla» Menéndez, hija del conde Hermenegildo Gutiérrez y la condesa Ermesinda Gatónez, con dilatada descendencia. Ilduara Ériz, condesa por su matrimonio con el conde Gutierre Menéndez, también hijo del conde Hermenegildo Gutiérrez. Tuvieron varios hijos, entre ellos san Rosendo, fundador del monasterio de Celanova y obispo de Mondoñedo, así como Adosinda Gutiérrez, probablemente la madre de la reina Velasquita Ramírez. Volvió a casar alrededor de 898 con la condesa Elvira quien, ese año, realizó una cuantiosa donación al monasterio de Santa María de Ferreira de Pallares que ambos habían fundado. Tuvieron los siguientes hijos: Diego Ériz (m. c. 917), murió joven y en 917 su madre Elvira hace una donación por su hijo Diego, ya difunto. Se considera padre de dos hijos: Nepociano y Gundesinda Díaz, aunque sin prueba documental convincente.

Godesteo Ériz (m. 939). Contrajo matrimonio con Gugina con quien tuvo unos cinco hijos. Tuvo también otras dos hijas aunque se desconoce de cual de sus dos matrimonios:

Teresa Ériz, casada con el conde de Deza Gonzalo Betótez, padres de: Aragonta, esposa del rey Ordoño II de León; el conde Pelayo González, casado con su prima hermana Ermesinda Gutiérrez, hija del conde Gutierre Menéndez; el conde Hermenegildo González, esposo de Muniadona Díaz - hija del hermano del conde Ero, Diego Fernández - y padres de, entre otros, el conde Gonzalo Menéndez dux magnus de Portugal; así como de Iberia, esposa del conde Pelayo Tetónez y Gontrodo González, casada con Gunterico Arias. Goto Ériz, casada con un Munio y posiblemente la madre de Ero Muñoz.

https://es.wikipedia.org/wiki/Ero_Fern%C3%A1ndez

àcerca (Português (Portugal))

A Herança Genética de D. Afonso Henriques - pg. 289.


Conde de Lugo.
Conde de Lugo.

Ero Fernandes de Lugo, conde de Lugo e senhor de Arões, pois procedeu à organização do território de Arões, actual São Romão de Arões, vila e freguesia portuguesa do concelho de Fafe, chegando ao ponto que lhe conferiu o próprio nome, nasceu em cª 845 e morreu em 5 de Fevereiro de 926, em Deza (anteriormente em terras portucalenses), hoje Pontevedra, Galiza, Espanha.

Foi um aristocrata, nobre galego da Alta Idade Média, filho de Fernando de Rodriguez de Monterroso e de sua mulher Guntina (ou Oneca) Lucidiz, e um ancestral de várias linhagens galegas e portuguesas que se entroncaram com a mais alta nobreza de Portugal e dos reinos de Leão e Castela.

Tendo casado primeiro com Adosinda Romanes e depois com Hermesinda Gutierrez. Teve os seguintes filhos:

Ermesenda Eriz (que vamos tentar retratar), Teresa Eriz (?-929), Ilduara (Santa Ilduara) Eriz (875-948), Godo Eriz (?-960) , Gundesindo Eriz (?-948), Gugina Eriz (?-922), e Santa Godiña Eriz.

Apesar de a sua residência principal ser em Lugo, onde com sua primeira esposa, a condessa Adosinda Monterroso, fundou o Mosteiro de San Salvador de Asma em Chantada, e com sua segunda mulher, a condessa Elvira, fundou o Mosteiro de Santa Maria de Ferreira de Pallares em Guntín, onde se aposentou quando sua esposa ainda estava viva.

O conde Ero viveu durante os reinados de Afonso III e seus sucessores, e foi conde a partir do finais do século IX e as primeiras décadas do século X. Viveu na maior parte da sua vida, no Condado de Portucale a combater os mouros. Era avô de Rosendo de Celanova.

A sua filiação não está documentada e só conhece-se, por seu patronímico, que seu pai foi um Fernando.

A presença de outro conde na corte, Diogo Fernandes, iniciador de uma família poderosa no norte de Portugal, marido da Onneca possivelmente do reino de Pamplona, levou alguns historiadores a supor que Ero e Diogo eram irmãos, embora não haja provas documentais para confirmar este parentesco.

Teve um irmão, Godesteu que poderia ser o ascendente de Ansur Godesteis, o fundador do Mosteiro de Arouca.

Nesta época o papel da mulher aristocrata tinha como principais tarefas, a organizar e a gerir as actividades do lar, sabemos que os seus pais se preocuparam de instruir o máximo possível os filhos, pois foi comprovado que a sua irmã Ilduara possuía livros próprios e, portanto, capacidade de leitura, muito raro nestes tempos.

Durante toda a sua juventude foi passada junto de seu pai, no seu palacete acastelado em Lugo e a sua presença na Cúria Régia de Afonso, como é confirmado por um diploma emitido pelo rei a 30 de Setembro de 899 quando Afonso entregou à Catedral de Santiago de Compostela várias vilas no território de Coimbra. Governou a tenência ou commisso do território de Lugo e a 7 de Julho de 910, estando em Lugo, confirmou um documento dirigido ao rei Ordonho II pelo qual os condes prometem restaurar as casas destruídas na cidade. Um ano depois, a 22 de Abril de 911, foi testemunha de um documento do rei Ordonho que confirma as doações da igreja de Santiago feitas por seus antecessores.

Aparece pela última vez a 24 de Setembro de 926 confirmando a carta de dote que entregou Gunterico Arias à Gontrodo Gonçalves, neta do conde Ero. Provavelmente morreu pouco depois e foi enterrado no Mosteiro de Ferreira de Pallares que ele fundou com sua segunda esposa. Esta foi a sua vida junto com os seus pais e irmãos

Agora vamos falar do futuro marido.

D. Arnaldo, nascido pelos anos de 875, cavaleiro de Bayonne, França, filho de Guido II de Spoleto (Gaio, 1938) (também conhecido por Wido II, duque de Spoleto e rei de Itália) e de Angiltrude,teria pouco afecto com o irmão o Imperador dos Romanos, sucessor de seu pai, e que foi coroado em 893, e ao ouvir os bons sucessos do rei de Leão na luta contra os Mouros de Espanha, passou à Península, onde acompanhado de alguns familiares e dos seus criados, viajou de barco aportando no local onde hoje é a cidade do Porto, lutando contra os mouros para ganhar terras e demonstrando bastante bravura, tendo sido chamado à Galiza, onde se encontrou com o rei Afonso III, o Magno, de Leão, estávamos nos anos de 899, sendo ainda vivo o pai de Afonso III, Ordonho, tendo testemunhado uma doação que o rei fez à Igreja de Santiago de Compostela, à Sé de Coimbra. Abençoado pelo rei, este concedeu-lhe terras a norte do rio Douro deslocando-se de imediato para a região baptizando-a com o nome de Baião, derivado da zona de onde provinha chamada Baiona, França.

Provavelmente, nas guerras contra os mouros D. Arnaldo (agora, "de Baião") (ou Araldes, como considera A. de Almeida Fernandes), cruzou-se com Ero Fernandes de Lugo, com certeza juntaram forças para combater o inimigo comum. O uso germânico de casamentos políticos não é estranho a quem tenha estudado o mundo antigo ou medieval: trata-se de uma busca de apoios e lealdades, seja de maneira externa (entre reinos e dinastias antagónicas), seja no âmbito interno de um reino, entre casas aristocráticas ou famílias poderosas. Ora como, D. Arnaldo era solteiro e procurava integrar-se na nova sociedade em que vivia, assim como necessitava de uma companheira, para deixar descendência, apesar de contar já com alguma idade (talvez 28 a 30 anos) foi-lhe proposto o casamento com a filha de D. Ero Fernandes, cerca de 917 a 920, D. Ermesinda Eriz, que contaria com cerca de 17 a 20 anos de idade, dando origem família de Baião e posteriormente aos Azevedos.

Assentando arrais em Baião, teve pelo menos um filho D. Ero Arnaldesde Baião, 2º senhor de Baião. Casou com D. Uzenda sua prima, filha de seu tio D. Gondesindo Eris Conde de Lugo, e de sua mulher InderquinaPalla irmã da rainha D. Elvira mulher do rei D. Ordonho II de Leão, e ambas filhas do Duque D. Mendo Guterres, foi oprimeiro senhor da quinta de Azevedo, que era de seu sogro D. Gondesindo, corno consta de uma escritura que se conserva no Mosteiro de Pedroso, e que continuou a genealogia dos de Baião.

Ermesenda Eriz e toda a sua família fez toda a sua vida entre as suas terras de Fafe e a cidade do Porto, e no distrito do Porto. O marido entremeou as suas estadias entre o território do centro até Coimbra participando nas lutas constantes da reconquista com outros nobres de Portugal e da Galiza. Ermesenda Eriz terá falecido em cerca de 942, com 42 anos, na casa-torre apalaçada em Fafe..

http://www.avozdeermesinde.com/index.asp?idEdicao=345&id=10873&idSeccao=3795&Action=noticia

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Froila Fernández de Lugo, Conde de Lugo's Timeline

845
June 5, 845
Lugo, Galicia, España
880
880
Lugo, Galicia, España
910
910
Espanha
926
February 5, 926
Age 80
Deza, Soria, Castilla y León, Spain
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Lugo, Galicia, España