José de Aguiar Toledo, barão de Bela Vista e visconde de Aguiar Toledo

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José de Aguiar Toledo, barão de Bela Vista e visconde de Aguiar Toledo

Birthdate: (75)
Birthplace: Bananal, São Paulo, Brazil
Death: August 14, 1898 (75)
Bananal, São Paulo, Brazil
Place of Burial: São Paulo, Brazil
Immediate Family:

Son of Francisco de Aguiar Valim and Maria Ribeiro Barbosa
Husband of Maria Madalena Hesse and Maria Guilhermina Pacheco, baronesa de Bela Vista
Father of Maria Madalena de Toledo; José de Aguiar Toledo; Rodolfo de Aguiar Toledo; Maria Guilhermina de Aguiar Toledo; Cecilia De Oliveira Lisboa and 4 others
Brother of Maria Josefa de Aguiar Toledo Vallim

Occupation: fazendeiro, pecuarista e político brasileiro
Managed by: Haroldo Lívio Castello Branco
Last Updated:

About José de Aguiar Toledo, barão de Bela Vista e visconde de Aguiar Toledo

Grão-Bailiado do Brasil (1818-1941)


Fora designado em 1806 como 14º Vice-Rei do Brasil, assumindo o posto em 21 de agosto do mesmo ano. Como Grão-Bailio da Ordem em Portugal, instituiu assim a Lugar-Tenência do Brasil, como parte do território do Grão-Bailiado Ultramarino Português. No mesmo ano, em 8 de dezembro realizou a primeira Missa de Ordenação de Cavaleiros, após especial permissão do Grão-Mestre da Ordem.


Com a mudança na situação política do Brasil que em 1815 fora elevado a Categoria de Reino-Unido a Portugal e Algarves, o 8º Conde dos Arcos viu a necessidade da criação de um Grão-Bailiado autônomo para o Brasil, e assim, em 1816 solicita a Sua Alteza Sereníssima o Príncipe Andre I Trivulzio-Galli, 7º Príncipe Imperial de Trivulzio-Galli e de Mesolcina, 37º Grão-Mestre da Ordem, que apenas concorda com a proposta dois anos depois, criando assim o Grão-Bailiado Cerimonial do Brasil em 1818, e empossando o 8º Conde dos Arcos como 1º Grão-Bailio do Brasil, em acumulação ao seu posto de 6º Grão-Bailio de Portugal. Sir Gregório Francisco de Miranda, 1º Barão de Abadia, 2º Grão-Bailio da Ordem no Brasil (1828-1850) Assim o Grão-Bailiado Cerimonial do Brasil foi o primeiro Grão-Bailiado instituído no Novo Mundo, e também o primeiro criado no século XIX. A Sacra Ordem Dinástica, Militar, Hospitalar e Equestre da Milícia de Jesus Cristo e de Santa Maria Gloriosa tornou-se muito próxima da Nobreza luso-brasileira, e como manteve-se como uma Ordem Dinástico-Religiosa mesmo depois da laicização das Ordens Religiosas de Cristo, São Bento de Avis e São Tiago da Espada, tornou-se a Ordem predileta pela nova Nobreza Brasileira.


Em 1822 Dom Pedro I, filho de Dom João VI, Rei de Portugal, Proclama a Independência no Brasil, por meio de um Decreto assinado por sua esposa a Arquiduquesa Maria Leopoldina de Habsburgo, e o Conde dos Arcos teve de deixar o Brasil e regressar a Portugal. Contudo manteve-se como Grão-Bailio do Brasil, e deixando como Decano do Grão-Bailiado o jovem Cavaleiro Sir Gregório Francisco de Miranda, que mais tarde se tornaria o 1º Barão de Abadia.


Em 1828 faleceu o 8º Conde dos Arcos, deixando no Brasil aproximadamente 50 Cavaleiros e pelo menos 17 Damas Militenses. Sir Gregório Francisco de Miranda, 1º Barão de Abadia é escolhido por Sua Alteza Sereníssima o Príncipe Andre II Trivulzio-Galli, 38º Grão-Mestre da Ordem, como 2º Grão-Bailio da Ordem no Brasil, enquanto fora designado como 7º Grão-Bailio de Portugal D. Álvaro de Noronha Abranches Castelo Branco, 1º marquês de Torres Novas e 7º conde de Valadares, que governou a Ordem em Portugal até falecer, no ano de 1851. Sir Gregório Francisco de Miranda, 1º Barão de Abadia, nasceu em Campos dos Goytacazes, em 12 de setembro de 1794, falecendo nesta mesma cidade em 25 de fevereiro de 1850.


Filho do Sargento-Mor Gregório Francisco de Miranda (1736-1808) e de Mariana Francisca de Assumpção Cruz Pinto (1753-1833), e irmão da Baronesa de Lagoa Dourada. Seu pai havia sido Ordenado Cavaleiro Militense na primeira Missa de Ordenação organizada pelo 8º Conde dos Arcos em 1806.


Casou-se com Maria Isabel de Gusmão, Baronesa Consorte de Abadia. Neto paterno de João Francisco de Miranda (1695-1769) e de Maria Lopes (1702-1760), naturais de Braga; e neto materno do Alferes Agostinho Francisco da Cruz e de Maria das Neves Pinto.

Foi um fazendeiro e proprietário de engenho de cana-de-açúcar na região de Campos, além de sargento-mor das ordenanças da vila de São Salvador dos Campos dos Goytacazes e tenente-coronel do 18º Batalhão de Milícias, destacando-se militarmente durante as turbulências do período regencial. Provedor da Santa Casa de Campos.

Além de Cavaleiro Militense e 2º Grão-Bailio da Ordem no Brasil foi Agraciado como Cavaleiro da Imperial Ordem de Cristo e da Ordem de Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçosa, além de ter recebido a comenda da Ordem de São Januário de Nápoles. Era Fidalgo da Casa Imperial do Brasil.


Recebeu o Grão-Colar da Ordem em 1845, por especial Permissão Magistral. Visconde de Abaeté. 3º Grão-Bailio do Brasil (1850-1883) Após a morte do 1º Barão de Abadia em 1850 fora designado como 3º Grão-Bailio o Cavaleiro Sir Antônio Paulino Limpo de Abreu, 1º Visconde de Abaeté. Nascido em Lisboa em 22 de setembro de 1798, faleceu no Rio de Janeiro, em 14 de setembro de 1883.

Foi um magistrado, diplomata e político brasileiro, Ordenado Cavaleiro da Sacra Milícia aos 32 anos em 1830.  Formado em direito na Universidade de Coimbra em 1820, foi juiz de fora em São João del-Rei, ouvidor da comarca, desembargador, vereador, deputado geral, presidente da província de Minas Gerais (1833), ministro e Presidente do Conselho de Ministros (1º Ministro do Império do Brasil). Foi senador do Império do Brasil de 1847 a 1883, a qual presidiu entre 1861 a 1873.

Como diplomata executou várias missões em Montevidéu e na Confederação Argentina. Recebeu os seguintes títulos: Gentil-Homem da Casa Imperial e Grande do Império, foi agraciado com os títulos de Dignitário da Ordem do Cruzeiro, Grã-Cruz da Ordem de Cristo e de Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçosa, de Portugal.

Dom Marcos de Noronha e Brito, 8º Conde dos Arcos 1º Grão-Bailio da Ordem no Brasil (1818-1828)

O 2º Barão de Alegrete, foi José Maria de Araújo Gomes, filho do 1º Barão do Alegrete e que nasceu no Rio de Janeiro, falecendo em 29 de Setembro de 1891. Foi casado com Rosa Teixeira Bernardes filha do comendador Pedro J. Bernardes. Foi tesoureiro da Alfândega da Côrte da Santa Casa dos Expostos, Comendador da Imperial da Ordem da Rosa e Moço Fidalgo com exercício na Casa Imperial.


Com a gestão do 2º Barão do Alegrete a Ordem obtém uma maior visibilidade na Corte Imperial, de modo que a Imperatriz Teresa Cristina Maria de Bourbon-Duas Sicílias, Imperatriz do Brasil recebeu o título de Dama da Grã-Cruz da Ordem em 1885.


Foi também o 2º Barão do Alegrete quem organizou as atividades hospitalares da Ordem, que a esta altura se encontravam com a mesma organização que havia sido deixada pelo 8º Conde dos Arcos.


Assinou um acordo de cooperação entre a Ordem e a Santa Casa de Misericórdia de São Paulo, acordo este que fez com que Sua Alteza Sereníssima o Príncipe Francesco VIII Trivulzio-Galli, 10º Príncipe Imperial de Trivulzio-Galli e Mesolcina, 40º Grão-Mestre da Ordem, recebesse a Grã-Cruz da Imperial Ordem da Rosa.

2º Barão do Alegrete. 4º Grão-Bailio do Brasil (1883-1891) Após a morte em 1891 do 2º Barão do Alegrete, foi designado como 5º Grão-Bailio do Brasil o 2º barão de Bella Vista e 1º Visconde de Aguiar Toledo, Sir José de Aguiar Toledo que nasceu em Bananal SP em 13 de Junho de 1823 e faleceu nessa cidade em 14 de Agosto de 1898.


Era filho do Tenente-Coronel Francisco de Aguiar Vallim e de D. Maria Ribeiro Barbosa. Casou em primeiras núpcias com Maria Guilhermina Pacheco, filha do desembargador Joaquim José Pacheco e em segundas núpcias com Maria Madalena Hus, Era sogro do Barão de Almeida Vallim. Tenente-Coronel Comandante Superior da Guarda Nacional de Bananal, era proprietário, fazendeiro em Bananal, chefe do partido conservador, e foi deputado geral nas legislaturas de 1861 á 1864. Era comendador da Imperial Ordem da Rosa e da de Cristo.


A história do Visconde de Aguiar Toledo junto a Sacra Milícia se deu ainda muito cedo. Seu pai, o Tenente-Coronel Francisco de Aguiar Vallim fora Ordenado Cavaleiro-Comendador da Ordem pelo 8º Conde dos Arcos em 1810, e ele próprio foi Escudeiro da Ordem a partir dos 14 anos, em 1836. Ordenado Cavaleiro da Ordem aos 21 anos pelo 1º Barão de Abadia em 1844.


Seu título de Barão é um título de origem toponímica, tomado da fazenda da família - Bela Vista , em Bananal-SP, constando , em 1865, com 215 escravos, 81.000 pés de café, avaliados em 12:000$000 (12 contos) de réis. Parte das terras desta fazenda pertenciam ao município de Barra Mansa-RJ, com 52.000 pés de café (Mello Coelho -Ensaio, p. 78). Seu título de Visconde é um título de origem antroponímica, tirada do sobrenome de família. Tenente-Coronel Comandante Superior do Batalhão de Infantaria da Guarda Nacional da cidade do Bananal. Teve mercê, enquanto barão da Bela Vista, de sua Carta de Brasão de Armas. Foi casado, primeiro, a 30.08.1851, com Maria Guilhermina Pacheco, nascida em 1835 em São Paulo e falecida a 03.07.1865 no Rio de Janeiro-RJ, filha do desembargador Joaquim José Pacheco, baiano, e de Margarida Domenech, uruguaia; neta paterna de Joaquim José Pacheco e de Ana Joaquina Chaves; neta materna de Nicolau Domenech Otero e Joana Maria Garcia. Casou-se pela segunda vez com Maria Madalena Hesse, de família de origem dinamarquesa radicada no Rio de Janeiro, filha de Frederico Rodolfo Hesse e Maria Madalena Huber, nascida no Rio de Janeiro-RJ a 02.01.1860 e falecida também no Rio a 04.06.1912, Viscondessa de Aguiar Toledo. Do seu segundo casamento, nasceu América Brazilina de Toledo, nascida cerca de 1856 e falecida a 06.08.1947 em São Paulo, que, por seu casamento, a 24.06.1878, na família Almeida Valim , de São Paulo, tornou-se, em 1888, a Baronesa de Almeida Valim.José de Aguiar Toledo, primeiro e único barão de Bela Vista e visconde de Aguiar Toledo, (Bananal, 13 de junho de 1823 – Rio de Janeiro, 14 de agosto de 1898) foi um fazendeiro, pecuarista e político brasileiro. Possuía diversas fazendas na região de Bananal e Resende, onde cultivava café, gado leiteiro, carneiros e cavalos da raça Voltigeur.

http://sacramilizia.wixsite.com/brasil/1818-1941

Família

Filho do coronel Francisco de Aguiar Valim, brasileiro, e de Maria Ribeiro Barbosa, portuguesa. Casou-se em primeiras núpcias com Maria Guilhermina Pacheco, filha do desembargador Joaquim José Pacheco e Margarita Domenech, de quem teve três filhas. Maria Guilhermina faleceu aos 2 de julho de 1865 com trinta anos de idade, e seu viúvo casou-se novamente, desta vez, com Maria Madalena Hus (ocorre um engano quanto ao sobrenome de Maria Madalena: seu verdadeiro sobrenome era Hesse, e não Hus, sendo ela filha de Friedrich Rudolf Hesse, cônsul da Dinamarca no Brasil, e Marie-Madeleine Huber.

Títulos nobiliárquicos e honrarias

Foi comendador da Imperial Ordem de Cristo e da Imperial Ordem da Rosa. Barão de Bela Vista Título conferido por decreto imperial em 22 de abril de 1834. Faz referência a uma das fazendas do nobre localizadas em Bananal. Visconde de Aguiar Toledo Título conferido por decreto imperial em 13 de julho de 1877.

Do segundo casamento

Maria Madalena de Toledo, casada com Rodolfo Antônio de Lima, filho do Barão de Inhanduí. José de Aguiar Toledo, s.m.n.. Rodolfo de Aguiar Toledo, s.m.n..

Fonte: WP

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José de Aguiar Toledo, barão de Bela Vista e visconde de Aguiar Toledo's Timeline

1823
June 13, 1823
Bananal, São Paulo, Brazil
1845
1845
Age 21
São Paulo, São Paulo, State of São Paulo, Brazil
1850
1850
Age 26
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, State of Rio de Janeiro, Brazil
1856
1856
Age 32
Bananal, Bananal, São Paulo, Brazil
1898
August 14, 1898
Age 75
Bananal, São Paulo, Brazil
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