Matias de Oliveira Lobo

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Matias de Oliveira Lobo

Also Known As: "Mathias de Oliveira Lobo"
Birthdate:
Birthplace: São Vicente, São Paulo, Brazil
Death: 1628 (65-75)
São Paulo, Brasil (Brazil)
Place of Burial: São Paulo, São Paulo, State of São Paulo, Brazil
Immediate Family:

Son of Tristão de Oliveira Lobo and Joana Ferreira
Husband of Isabel da Cunha and Ana de Freitas
Partner of NN a India and NN b India
Father of Constância Ferreira; Henrique Cunha Lobo; Filipa Gago; Juliana de Oliveira and Sebastiana
Brother of Clara de Oliveira Lobo; Manoel Ferreira; Lucrécia de Oliveira Lobo; Maria de Oliveira Lobo and Tristão de Oliveira Lobo

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About Matias de Oliveira Lobo

Título Oliveiras Vol. 8.o pág. 483 (CORREÇÃO) - Marta Amato

  • 2-1 Matias de Oliveira (ouvido no processo de beatificação do Padre Anchieta em 21 de

outubro de 1627), nasc. em São Vicente por volta de 1557, fal. em São Paulo onde foi Genealogia Paulistana – Volume 10.o 397 sepultado no Convento do Carmo em 3 ou 4 de agosto de 1628 (conforme declaração do sacristão do mesmo), tendo feito seu testamento em 21 de agosto de 1624 e inventariado a partir de 28 de agosto de 1628 no lugar chamado Ururay, no sítio e fazenda de sua propriedade; foi casado 2 vezes, 1.a vez com Isabel da Cunha, inventariada a partir de 29 de outubro de 1616, com testamento feito em 7 de junho de 1616, filha de Henrique da Cunha e de Felipa Gaga; 2.a vez C.c. Ana de Freitas (casamento omitido por Silva Leme). Sem geração da 2.a mulher, tendo 3 filhos do 1.o casamento citados por Silva Leme: 3-1 Henrique da Cunha Lobo, o velho, fal. com testamento feito em 10 de fevereiro de 1667, onde pede para ser sepultado na Igreja da Penha, com codicilo pedindo para ser sepultado na Igreja de Nossa Senhora do Carmo, foi inventariado a partir de 20 de agosto de 1667, e teve além dos 4 filhos legítimos listados por Silva Leme, mais a filha natural reconhecida: 4-5 Juliana... da Cunha, C.c. Marcos Fernandes. 3-2 Juliana de Oliveira, C.c. Manuel Francisco, já falecido em 1628. Teve, entre outros: 4-1 Matias de Oliveira, inventariado a partir de 11 de março de 1643, foi C.c. Isabel de Góes, filha de Antônio Raposo e Isabel de Góes. Teve de sua mulher: 5-1 Juliana, com 7 anos por ocasião do inventário. Com mãe ignorada: 5-2 Isabel, com 11 anos em 1643, citada por Silva Leme como legítima, no inventário aparece como filha natural. 3-3 Felipa Gaga, C.c. Pascoal Delgado. Antes de se casar 1.a vez, com uma negra da casa de seu pai, teve: 3-4 Constância Ferreira, nasc. em Santos, C.c. Manuel Gonçalves, moradores em Santos por ocasião da morte e inventário de Matias de Oliveira. Entre o 1.o e o 2.o casamento, teve Matias de Oliveira, de uma negra de seu filho Henrique da Cunha, teve: 3-5 Sebastiana, com 8 ou 9 anos em 1628, moradora em Santos ------------------------------------------------------------------------------------- SL. 8º, 493, 1-1

Matias de Oliveira

, falecido em 1624, o qual foi casado com sua parenta Isabel da Cunha, falecida em 1616, f.a de Henrique da Cunha e de Felipa Gago, esta parenta próxima do Capitão-mor governador Antonio de Oliveira, tronco deste título. Teve: (C. O. de São Paulo) os 3 f.os: 2-1 Henrique da Cunha Lobo 2-2 Julianna de Oliveira 2-3 Felippa Gago


http://www.projetocompartilhar.org/SAESPp/mathiasdeoliveira1628.htm

Mathias de Oliveira, inventariado em 1628, casou em segundas núpcias com Ana de Freitas sua inventariante, sem geração desta. Teve, além dos filhos legítimos citados por Silva Leme: de uma negra da terra a filha natural: -Constancia, casada com Manoel Gonçalves. Tambem de uma negra da terra, antes das segundas núpcias, teve a filha natural: - Sebastiana, nascida por 1619.

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Revista da ASBRAP nº 14 175 III- MATIAS DE OLIVEIRA LOBO, n. em 1557, C. em S. Vicente por 1583 c. ISABEL DA CUNHA, n. por 1567, fª de Henrique da Cunha (juiz ordinário em S. Paulo em 1576) e de s/m. Filipa Gago. Na vila de S. Paulo, entre os anos de 1588 e 1616, serviu diversas vezes em juízo como procurador de seus parentes de Santos e outros lugares da Capitania. A 13 de dezembro de 1598, em reunião da Câmara, compareceu como um dos “homens do governo da terra”, juntamente com Jorge Moreira, Garcia Rodrigues, Fernão Dias, Baltazar de Godoy, João Maciel, Domingos Luís e Antônio de Proença. Exerceu em S. Paulo os cargos de almotacel em 1589 e 1603, juiz ordinário em 1595 e 1610, e figurou na pauta para vereador e juiz ordiná- rio em 1602 e 1615 (ACCSP, I, 361 e 497; II, 33, 49, 110, 117 e 253). Em 1594, registrou marca de gado (RGCSP, I, 71). Em 1623, nessa vila, entre os dias 31 de janeiro e 7 de março, prestou depoimento, com oito testemunhas, no “Instrumento de Abonação”, requerido em juízo pelo procurador da Coroa Cap. Vasco da Mota e seus irmãos ao Rei D. Filipe III. Iniciou-se o processo do “Instrumento”, conforme as petições despachadas pelo juiz ordinário de S. Paulo, Cap. Diogo Moreira, e pelo Ouvidor Geral Simão Álvares e la Peña8 ; foram depoentes, jurados nos autos das inquirições: Matias de Oliveira Lobo, Gaspar Cubas, Gaspar da Costa, Diogo Ramires, Gonçalo Madeira, João Soares, Baltazar Gonçalves, o velho, Francisco Nunes Cubas e Simão Borges de Cerqueira, todos declarados “pessoas antigas, nobres e qualificadas fidedignas”9 . Em 1627, com dezoito pessoas, depôs no “Processo Informativo de S. Paulo”, para a beatificação do Padre José de Anchieta: desde os doze anos de idade até cerca de trinta e três anos, assim na vila de S. Vicente como em Santos e S. Paulo, teve trato de amizade com o Padre José de Anchieta, de quem presenciou dois fatos sobrenaturais (Revista da ASBRAP nº 3, p. 30). Faleceu Isabel da Cunha com testamento e foi inventariada em 1616. Determinou ser sepultada na igreja de Nossa Senhora do Carmo, como irmã da Ordem, e dispôs por sua alma missa de três lições, rezada

8 Licenciado Simão Álvares de la Peña, Ouvidor Geral com alçada, Provedor Mor das fazendas dos defuntos e ausentes, órfãos, resíduos e capelas, Juiz das Justificações, Auditor General do Exército de Pernambuco e de toda a Repartição do Distrito do Sul Etc. 9 “Sentença dos Capitães Vasco da Mota, Calisto da Mota e seus irmãos” dada pelo rei D. Filipe III, que a mandou a S. Paulo pelo Ouvidor Geral Simão Álvares de la Peña, aos 15 de fevereiro de 1640 (com traslado, em 1713, no Processo de Genere et Moribus de Lopo Rodrigues Ulhoa, neto paterno de Simão Ribeiro Castanho e de s/m. Luisa de Gusmão, esta descendente de uma irmã do Cap. Mor Vasco da Mota, governador da Capitania de Nossa Senhora da Conceição de Itanhaém, em 1636-1639). 176 Povoadores de S. Paulo: Capitão Mor e Ouvidor Jorge Ferreira nessa igreja, e dezesseis missas que seriam celebradas pelo Padre Vigário João Pimentel: cinco em honra das Cinco Chagas de Cristo, nove à Nossa Senhora da Encarnação, duas a S. Miguel e a Santa Isabel. Avaliaram-se entre os bens do casal: casa de taipa de pilão e telha, na vila, sítio com casas de telha, roças de mantimentos, criações etc. Declarou o viúvo duas sesmarias, de meia légua de testada, situadas em “Jaquhi” e na Angra dos Reis, e dez administrados do gentio (INV. E TEST., IV, 309). Faleceu Matias de Oliveira com testamento, em 1628, casado com a segunda mulher Ana de Freitas, de quem não teve geração10 . Seria enterrado no Mosteiro de Nossa Senhora do Carmo, na sepultura que possuía por carta. Dispôs por sua alma um ofício de nove lições, no Mosteiro, e outro ofício rezado pelo padre vigário, missas a S. Miguel e a S. Matias. Fez deixas às confrarias de Nossa Senhora do Rosário, do Santíssimo Sacramento, da Misericórdia de S. Paulo; foram pagos anuais às confrarias de Santa Luzia e de Santo Antônio. Avaliaram-se entre os bens: casa na vila, sítio com casas de telha de três lances, casa de telha da gente forra, criações, plantações etc; arrolaram-se trinta e oito administrados do gentio. Devia o monte a Paulo da Costa o feitio de trinta e sete modalidades de vestuários masculinos e femininos (INV. E TEST., IV, 309 e VI, 267). Justificaram os herdeiros Pascoal Delgado e Manuel Francisco Pinto a condição de nobreza do sogro, numa questão de legitimidade de heranças, com documentos apresentados aos juizes Jerônimo de Brito e Paulo da Silva. Este último, em despacho a 17 de março de 1629, determinou vistoria às partes11.

http://www.asbrap.org.br/documentos/revistas/rev14_art13.pdf

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Matias de Oliveira Lobo's Timeline

1557
1557
São Vicente, São Paulo, Brazil
1619
1619
1628
1628
Age 71
São Paulo, Brasil
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Sao Paulo, São Paulo, Brazil
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Braga, Portugal
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Santos, São Paulo, Brasil
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São Paulo, São Paulo, State of São Paulo, Brazil