António Rudolfo José Pio Da Gama Pinto, (Journalist.)

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António Rudolfo José Pio Da Gama Pinto, (Journalist.)

Birthdate:
Birthplace: Nairobi, British Kenya
Death: Died in Nairobi, Kenya
Place of Burial: Nairobi, Kenya
Immediate Family:

Son of Antonio Filipe Mameio Joao Jose Matias da Gama Pinto and Maria Aninha Amelia Artemisia Isabela Da Gama Pinto
Husband of Emma Dias Gama Pinto
Father of <private> Gama Pinto; <private> Gama Pinto and Tereshka Emma Anne da Gama Pinto
Brother of <private> Athaide (da Gama Pinto); Rosario Antonio Felix Das Dores Da Gama Pinto and Malusha da Gama Pinto

Occupation: Journalist
Managed by: Private User
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Immediate Family

About António Rudolfo José Pio Da Gama Pinto, (Journalist.)

Pio Gama Pinto (March 31, 1927 - February 24, 1965) was a Kenyan journalist, politician and freedom fighter. He was a socialist leader who dedicated his life to the liberation of the Kenyan people and became independent Kenya's first martyr in 1965.[1]


Contents

 [hide]  1 Early years
2 Political career
3 Assassination
4 Posthumous Commemoration
5 References

Early years [edit]


Pinto was born in Nairobi on 31 March 1927 to Goan parents. His father was an official in the colonial government of Kenya.[2] At age eight, he was sent to India for his education and spent the next nine years there, passing his matriculation exams at St. Joseph's High School, Arpora and then studying science at Karnatak College, Dharwar for two years before joining the Indian Air Force in 1944 as an apprentice ground engineer. He then took up a job in the Posts and Telegraph office in Bombay, participated in a general strike and became a founding member of the Goa National Congress whose aim was the liberation of Goa from Portuguese rule.[3] When only seventeen, he started an agitation in Bombay against the Portuguese colonial occupation of Goa.[2] His political activism soon made it necessary for him to return to Kenya to avoid being arrested and deported to the Tarrafal concentration camp in Cape Verde.


Political career [edit]


In 1949 Pinto returned to Kenya and, after a succession of clerical jobs, became involved in local politics aimed at overthrowing British colonial rule in Kenya. He turned to journalism and worked with the Colonial Times and the Daily Chronicle. In 1954, five months after his marriage to Emma Dias, he was rounded up in the notorious Operation Anvil and spent the next four years in detention on Manda Island. He was kept in confinement from early 1958 until October 1959 at Kabarnet.[4]


In 1960 he founded the Kenya African National Union (KANU) newspaper Sauti Ya KANU, and later, Pan African Press, of which he subsequently became Director and Secretary.[3][5] Pinto played an active role in campaigning for KANU during the 1961 elections which it won. In 1963 he was elected a Member of the Central Legislative Assembly and in July 1964 was appointed a Specially Elected Member of the House of Representatives.[6] He worked to establish the Lumumba Institute in 1964 to train KANU party officials.[3]


Assassination [edit]


In Nairobi, on February 25, 1965, Pinto was shot at very close range on the driveway while waiting for the gate to open. He was with his daughter in his car at the time of his killing. Kisilu Mutua was arrested for the killing. Kenyans widely believe that he was killed by Kiambu mafia. Pinto became the first Kenyan politician to be assassinated after Independence. At the time of his assassination, Pinto was 38. He was survived by his wife, Emma and his three daughters Linda, Malusha and Tereshka. Two years after the assassination, Emma and her daughters migrated to Canada.[4] Different theories have been forwarded about the assassination with some suggesting that Pinto was killed by Jomo Kenyatta's men and others seeing Pinto's assassination as the extermination of an avowed Communist with links to the Mozambican liberation movement by neocolonial forces.[7] When Mutua, convicted for the murder of Pinto, was released after 35 years in prison through a presidential pardon by President Daniel Arap Moi, Mutua insisted on his innocence and called for thorough investigations to identify Pinto's true assassins.[8][9]


Posthumous Commemoration [edit]


After his death, Pio Pinto's colleagues established a Pinto Trust Fund to help his widow and family to which leftist governments such as those of China and Tanzania contributed.[10] In September 1965, Mrs. Emma Gama Pinto was invited to Santiago, Chile, to receive a posthumous prize awarded to her husband by the International Organisation of Journalists for his contribution in journalism to the liberation of African countries from foreign domination and exploitation.[11] In 2008, Kenya released a series of four stamps titled Heroes of Kenya, one of which depicted Pinto.[4]

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Pio Gama Pinto foi um jornalista queniano, político e "freedom fighter". Foi também um líder socialista que dedicou sua vida para a "libertação" do povo queniano e tornou-se primeiro mártir do Quénia independente em 1965

Primeiros Anos Pinto nasceu em Nairobi em 31 de março 1927, de pais goeses. Seu pai era um funcionário do governo colonial do Quénia. Aos oito anos, foi enviado para a Índia Portuguesa para a sua educação escolar e lá passou os próximos nove anos, após os exames de admissão no Colégio de São José, Arpora (Goa) e, em seguida, estudou Ciências no Karnatak College, Dharwar (Índia) por dois anos, antes de entrar para a Força Aérea da Índia em 1944 como engenheiro[?] aprendiz. Então tomou um emprego no escritório de Correios e Telégrafos, em Bombaim, participou de uma greve geral e tornou-se membro fundador do Congresso Nacional Goa cujo objetivo era a "libertação" de Goa do domínio Português. Com apenas dezassete anos, começou uma agitação em Bombaim contra a ocupação colonial Portuguesa de Goa. Cedo o seu ativismo político fê-lo voltar para o Quênia para evitar ser preso e deportado para o campo de concentração do Tarrafal, em Cabo Verde.

Carreira Política Em 1949 Pinto voltou para o Quénia e, depois de uma sucessão de trabalhos de escritório, envolveu-se na política local destinada a derrubar o domínio colonial britânico no Quénia.Virou-se para o jornalismo e trabalhou com o "Colonial Times" eo "Daily Chronicle". Em 1954, cinco meses após seu casamento com Ema Dias, foi apanhado na Operação Anvil e passou os próximos quatro anos em detenção na Ilha de Manda.Também foi mantido em confinamento desde o início de 1958 até outubro de 1959, em Kabarnet.

Em 1960 funda para o Kenya African National Union (KANU) o jornal "Sauti Ya KANU", e mais tarde, o "Pan African Press", da qual posteriormente se tornou Director e Secretário. Pinto desempenhou um papel activo na campanha para o KANU durante as eleições de 1961, as quais venceu. Em 1963 foi eleito membro da Assembleia Legislativa Central e em julho de 1964 foi nomeado Membro Especialmente Eleito da Câmara dos Deputados. Pinto trabalhou também para estabelecer o Instituto Lumumba, em 1964, para treinar altos funcionários do partido Kanu.

Assassinato Em Nairobi, a 25 de fevereiro de 1965, Pinto foi baleado à queima-roupa na calçada enquanto aguardava no carro a abertura do portão da porta de sua casa. Estava com filha no momento da sua morte. Kisilu Mutua foi preso pelo assassinato. Os quenianos acreditam amplamente que foi morto pela mafia Kiambu. Pinto tornou-se o primeiro político queniano a ser assassinado depois da Independência. No momento de seu assassinato, Pinto contava 38 anos. Foi socorrido por sua esposa, Ema e suas três filhas Linda, Malusha e Tereshka. Dois anos após o assassinato, Ema e suas filhas migraram para o Canadá. Diferentes teorias foram encaminhadas sobre o assassinato, algumas sugerindo que Pinto foi morto pelos homens de Jomo Kenyatta e outros, vendo o assassinato de Pinto como o fim de um comunista declarado com ligações com o movimento de libertação de Moçambique. Quando Mutua, condenado pelo assassinato de Pinto, foi libertado, depois de 35 anos de prisão por meio de um perdão presidencial pelo presidente Daniel Arap Moi, insistiu na sua inocência e pediu uma investigação completa para identificar os verdadeiros assassinos de Pinto.

Comemoração Póstuma Após sua morte, os colegas de Pio Pinto estabeleceram o Fundo Fiduciário Pinto para ajudar a sua viúva e família para o qual governos de esquerda como os da China e Tanzânia contribuiram. Em setembro de 1965, a Sra Ema Gama Pinto foi convidada para ir a Santiago, Chile, para receber um prémio póstumo atribuído a seu marido pela Organização Internacional de Jornalistas pela sua contribuição no jornalismo para a libertação dos países africanos de dominação estrangeira e exploração. Em 2008, o Quénia lançou uma série de quatro selos intitulada "Heroes of Kenya", um dos quais representado Pinto.



            
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António Rudolfo José Pio Da Gama Pinto, (Journalist.)'s Timeline

1927
1927
Nairobi, British Kenya
1965
February 1965
Age 38
Nairobi, Kenya
1965
Age 38
Nairobi, Kenya