Dalton Holland Baptista

Piracicaba, Piracicaba, São Paulo, Brazil

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Dalton Holland Baptista

Current Location:: Piracicaba, Piracicaba, São Paulo, Brazil
Birthdate: (52)
Birthplace: São Paulo, São Paulo, São Paulo, Brazil
Immediate Family:

Son of <private> Pires Baptista and <private> Holland
Brother of <private> Holland Baptista; <private> Holland Baptista and <private> Holland Baptista

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    • <private> Pires Baptista
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About Dalton Holland Baptista

No momento estou pesquisando as linhas de Antonio da Silveira Goulart, tentando completar o máximo possível seus ancestrais e descendentes. Nestes últimos três meses, diversos mistérios foram resolvidos, e tantos outros surgiram, ainda por serem solucionados. A vida de Antonio Goulart, se bem que sem datas exatas, parece estar mais ou menos traçada, sendo fatos importantes a epidemia de peste que dizimou sua família no natal em 1704 em Pedro Miguel e que provavelmente foi importante condicionante na decisão de emigrar para o Brasil. Igualmente interessante são seus primeiros anos no Brasil, sobre os quais pouco se sabe, além do fato de que esteve nas minas de ouro. Depois de estabelecer-se em Araçariguama parece ter levado uma vida bastante tranquila. Aparentemente todos os seus filhos chegaram à idade adulta, pois não há registros de filhos mortos na infância. Todos se casaram e tiveram diversos filhos.

Nas linhas de seus ancestrais, imagino que grande parte do que havia por descobrir com base em registros eclesiásticos primários foi encontrado, restando pesquisar nesses registros o que aconteceu com seu pai após 1705, como, por exemplo, se casou-se novamente ou faleceu. Resta saber ainda o destino dos irmãos de Antonio bem como os nomes dos pais de sua mãe, tendo apenas descoberto os nomes de seus quatro avós maternos. mais informações e questões sobre cada uma dessas linhas podem ser encontradas nos perfis de cada um dos ancestrais.

Quanto aos descendentes, é interessante notar tendo pesquisado estas linhas por uns 15 anos, no presente momento nenhum de seus descendentes parece estar pesquisando esta família. Isto é interessante durante todos estes anos muitos descendentes estiveram pesquisando ativamente mas parecem ter-se interessado por outros ancestrais agora.

Bem, nestes últimos meses, descobri grande quantidade de netos cujas informações não estavam disponíveis em lugar algum na internet. Somando estes aos anteriormente reportados, chegam a cerca de 105 netos. Destes, diversos não chegaram à idade adulta e outros tantos nunca se casaram, porém como encontramos continuidade de apenas cerca de metade deles, estimamos haver ainda uns 20 a 30 netos cujo destino temos que descobrir.

Dos dez filhos de Antonio, de dois ainda não fomos capares de encontrar descendentes nos dias de hoje. O maior desfio parece ser encontrar os descendentes de Justina. Dela descobrimos cinco filhos, e calculamos haver pelo menos mais dois cujos registros em Araçariguama foram perdidos ou estão ilegíveis. Dos cinco filhos que descobrimos, não encontramos os óbitos, de modo que as chances de que algum tenha crescido e se casado são bastante grandes. Apenas um dos filhos foi encontrado, o frei Inácio Leite da Silveira, que naturalmente não deixou descendentes.

O outro filho de António, que quem pouco sabemos é Inácio. Dele encontramos nove filhos e pode haver mais um ou dois. O filho mais velho, Elias, faleceu solteiro aos 28 anos. A segunda, Ana, morreu de parto ao dar a luz ao primeiro filho, o qual também não parece ter sobrevivido, do terceiro, José, nada sabermos, de teresa, a quarta filha, sabemos que chegou à idade adulta mas não encontramos casamento ou óbito, a filha caçula do primeiro casamento, Maria, faleceu com 9 anos de idade. Os filhos restantes, Manuel, Francisco, Inácio e Antonio, casaram-se. Dos dois primeiros descobrimos diversos filhos e poucos netos, mas certamente haverá descendentes hoje. Dos dois últimos, ainda nada sabemos além dos nomes das esposas.

Enfim, descobrimos cerca de 400 bisnetos de António e estimamos faltarem pelo menos 200 por descobrir. Considerando-se a gigantesca endogamia que ocorria nesta família a começar dos netos, mas crescendo muito entre os bisnetos e nas três gerações seguintes, até o início dos século vinte, quando cessou, estimamos haver entre 20 e 50 mil descendentes de Antonio Goulart vivos hoje.

Naturalmente estou muito interessado em encontrar qualquer um deles e principalmente aqueles interessados em contribuir nas pesquisas ou pelo menos acrescentar seus colaterais conhecidos. Se desconfia que é um deles, não hesite em mandar uma mensagem.

GENEALOGIA GERAL PARA DESVANECER A OPINIÃO DOS SENHORES PURITANOS

Alexandre de Gusmão (fal. 1750), Conselheiro Real da Fazenda de Ultramar e da Consulta Del-Rei D. João V

"É necessário saber que cada hum de nós na sua Árvore de Costado, até quartos Avós, tem trinta e dois quartos Avós: cada hum dêstes tem outros trinta e dois quartos Avós na sua Árvore de Costado, que ficam sendo nossos oitavos: e neste grau montão para qualquer de nós, mil e vinte quatro Avós.

Cada hum dêstes em quarto grau, tem outros trinta e dois quartos Avós, que nos ficão em duodécimo sexto grau, e somão, neste número, trinta e hum mil e sessenta e oito Avós.

Cada hum dêstes em quarto grau, tem outros trinta e dois quartos Avós, que para nós são décimos sextos Avós, e somão nêste grau, hum milhão dezasseis mil quinhentos e setenta e seis Avós.

Cada hum dêstes em quarto grau, tem outros trinta e dois quartos Avós, que para nós ficão em vigéssimo grau, em que somão trinta e dois milhões, quinhentos trinta mil, quatro centos e trinta e dois Avós, que cada hum de nós tem em vigéssimo grau por todos os lados, todos existentes ou ao menos contemporâneos.

À vista do que, queria que me dissessem os Senhores Puritanos se tem notícia que todos fôssem Familiares do Santo Officio?

E porque não o havia nêsse tempo se a tem ao menos de que elles todos fôssem puros?

É certo também que o vigéssimo grau para nós, ainda não dando a cada geração mais do que trinta, e hum, ou trinta e dois anos, que hé bem pouco, deita isto ao princípio de Portugal; e quisera que me dissessem se nêsse tempo havia em Portugal êsse número de pessoas, não havendo mais, além da piquena parte da Galiza, que as Provincias d'Entre Douro e Minho, Beira athé o Mondego, que para baxo tudo era de Mouros?

Eu posso asseverar que ainda hoje não haverá nelle êste número de pessoas; e naquelles tempos apenas se contavão setenta ou oitenta mil pessoas d'ambos os sexos, e de tôdas as idades.

Isto nos confirma o número dos Escritos daquelle tempo; e não pode haver dúvida por aquella conta de que havemos precizam.te descender de quantos naquelle tempo havião em Portugal, e de m.tos estrangeiros; agora se todos elles erão puros tem m.ta razão os Puritanos; mas como naquelle tempo não havia S. Officio nem Meza de Consciência, não sei quem nos hade passar essas certidoens.

O certo hé que no princípio do nosso Reino havia nelle Mouros convertidos, havia Cristãos, e havia Judeos, e que certam.te não fazião o número de cem mil pessoas.

A conta hé certa; as premissas estão provadas; a consequência hé trabalhoza.

Já houve quem respondeo a êsse argum.to dizendo não haver dúvida na conta, nem também em que no dito grau são necessários aquelle grande número de Avós existentes, ou contemporâneos; mas que cada um delles existentes podia ser mil vezes o nosso Vigéssimo Avô, como tronco commum de muitos descendentes.

Consenti na resposta, dei-lhe para êstes descontos os trinta e dois milhões; e fiquei só com os quinhentos, trinta mil, quatro centos e trinta e dois, que era o que bastava para absorver tôdas as Famílias que poderião haver nessa primeira edade do nosso Reino nas trez Províncias, e parte de Galiza.

De mais, no anno de 1492 forão expulsos todos os Judeos de Castella, e a maior parte delles passou a Portugal, onde também os havia, vivendo todos no êrro de sua crença.

No anno de 1497 os obrigou El-Rei D. Manuel a que se batizassem ou sahissem do Reino. Muitos se batizarão de que teve princípio a diferença de - Cristão Novo - e como os que se espulsavão eram em grande número temeu El-Rei lhe fizessem grande falta em Reino tam piqueno, e para remediar de algum modo, mandou que tôdas as crianças que não passassem de sete anos se lhe arrebatassem, para que instruídas na nossa Santa Fé, e batizadas remediassem para o futuro a falta de gente.

Consta das nossas Histórias que o número dêstes meninos chegou a doze mil que todos se derão a criar por êste têrmo de Lisboa com vários Privilégios, que convidarão os povos a quer'los e busca'los.

Estimára que me dissessem os Senhores Puritanos que foi feito dessa gente? se morrerão todos?

Ora demos-lhe que morresse a metade, que foi feito de seis mil? que separação tiverão? por onde se ficavão conhecendo? O certo hé que todos ficarão pello mesmo têrmo, ali se criarão, cazarão, e tiverão infinitos descendentes.

Porém consolemo-nos que todos forão batizados, e que athé aos annos de 1540 pouco mais ou menos ainda não havia o contágio de se continuar o sangue Hebreo com a mácula da sua Religião para os seos descendentes, que abraçassem a Catholica.

Oh quem podera dizer o que sente! Deixo outras notícias; pois que para derrobar a preocupação Puritana sobre o que fica dito."