Filipa de Vilhena, marquesa de Atouguia (c.1585 - c.1651)

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About Filipa de Vilhena, marquesa de Atouguia

Filipa de Vilhena, primeira e única Marquesa de Atouguia, foi uma nobre portuguesa que se tornou símbolo do patriotismo de seu país durante a Restauração da Independência. D. Filipa de Vilhena teve conhecimento de todos os preparativos da revolução da Restauração da Independência, e aconselhou a aderir a ela os seus filhos.Na madrugada de 1 de dezembro de 1640, por ser viúva, cingiu ela própria as armas a seus dois filhos, D. Jerónimo de Ataíde e D. Francisco Coutinho, e mandou-os combater pela pátria, dizendo-lhes que não voltassem senão honrados com os louros da vitória.

Filha e herdeira de D. Jerónimo Coutinho e de D. Luísa do Faro, conselheiro de Estado e presidente do Desembargo do Paço, embora tenha sido nomeado vice-rei da Índia em 1619, não aceitou tal cargo.

Casou-se com o 5.º conde de Atouguia, D. Luís de Ataíde.

Marquesa de Atouguia é um título nobiliárquico que foi criado no século XVI pela Coroa a favor de D. Filipa de Vilhena.

É de realçar que D. Mariana de Lencastre também armou seus filhos, mas apenas o nome de D. Filipa de Vilhena se gravou na memória colectiva.

adaptado de: http://pt.wikipedia.org/wiki/Filipa_de_Vilhena

Vilhena (D. Filipa de).

n: f: 1 de Abril de 1651.


Esta heróica senhora, cujo nome ficou célebre na história do país, n. em Lisboa onde também fal. em 1 de Abril de 1651. Era filha de D. Jerónimo Coutinho, que foi nomeado vice-rei da Índia, mas não aceitou a nomeação.

Casou com o 5.º conde de Atouguia, D. Luís de Ataíde, que morreu, deixando-a com 2 filhos: D. Jerónimo de Ataíde e D. Francisco Coutinho. Senhora resoluta e briosa, teve conhecimento de todos os preparativos da revolução de 1 de Dezembro de 1640, e aconselhou a seus filhos que a ela aderissem e partilhassem os perigos de seus irmãos em fidalguia e em nacionalidade. Na madrugada de 1 de Dezembro, mostrando realmente uma resolução mais que humana, cingiu ela própria as armas aos seus 2 filhos, e mandou-os combater pela pátria, dizendo-lhes que não voltassem senão honrados com os louros da vitória. Não foi ela só que procedeu assim nessa madrugada célebre. O mesmo fez D. Mariana de Lencastre. Não se sabe, porém, o motivo porque mais se gravou no espírito popular o nome de D. Filipa de Vilhena. Talvez por seu filho primogénito, conde de Atouguia, que não era uma criança como a tradição, corroborada pela peça de Garrett o faz acreditar, mas sim um homem feito; que pouco tempo depois foi nomeado governador de Peniche e alcançou daí a anos a nomeação de vice-rei do Brasil, ter conquistado uma certa celebridade conquistada pelo seu próprio merecimento. O drama de Garrett, intitulado D. Filippa de Vilhena, ainda mais contribuiu para idealizar esta figura feminina, que ficou sendo como um símbolo enérgico do patriotismo.

D. Filipa de Vilhena foi chamada ao paço pela nova rainha de Portugal D. Luísa de Gusmão, e recebeu o cargo de camareira-mor e de aia do príncipe D. Afonso, mais tarde el-rei D. Afonso VI.

in, http://www.arqnet.pt/dicionario/vilhenafilipa.html

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