Antonio de Mello e Albuquerque, o Melo Manso

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Antonio de Mello e Albuquerque, o Melo Manso

Birthdate: (65)
Birthplace: Rio Pardo, Rio Pardo, State of Rio Grande do Sul, Brazil
Death: March 20, 1869 (65)
Cruz Alta, Cruz Alta, Rio Grande do Sul, Brazil
Immediate Family:

Son of Ricardo Antonio de Melo e Albuquerque and Perpétua Felicidade de Borba
Husband of Maria Lúcia de Oliveira Pillar
Father of Ricardo Adrião de Melo e Albuquerque; Maria Marciana de Melo e Albuquerque; Alfredo Salles de Melo e Albuquerque; Adélia Conrada de Melo e Albuquerque; Generosa Augusta de Melo e Albuquerque and 2 others
Brother of Senhorinha Perpétua Melo e Albuquerque; Agostinho De Melo e Albuquerque; Urbano Antônio De Melo e Albuquerque and Josefina De Melo e Albuquerque
Half brother of Vitória de Mello e Albuquerque and Cândida de Melo e Albuquerque

Managed by: Private User
Last Updated:

About Antonio de Mello e Albuquerque, o Melo Manso

Antônio de Melo Albuquerque , o Melo Manso, (Rio Pardo, 4 de dezembro de 1803 - Cruz Alta, 20 de março de 1869), foi um militar brasileiro.

Filho de Ricardo Antônio de Melo e Albuquerque e de Perpétua Felicidade de Borba, casou com Maria Lúcia do Pilar, em 1834, com quem teve sete filhos.

Combateu na Revolução Farroupilha. Em 1840 comandou a tropa responsável pela prisão de Anita Garibaldi, em Curitibanos, a respeito de quem escreveu uma descrição muito favorável. Em 10 de março de 1841, uma partida farroupilha, comandada por João Antônio da Silveira, entrou em Passo Fundo, destroçando uma guarda de fronteira do 10º Corpo de Cavalaria da Guarda Nacional, comandada por Melo Albuquerque.

Fonte: WP

Antonio, ainda adolescente, foi enviado por seu pai a Pelotas, RS, para se iniciar na carreira do comércio. Ali, trabalhou como caixa na casa do Sr. Soares de Paiva, onde "gozou da maior estima de seus amos".

Em 1822, tendo completado 18 anos, assentou praça como Primeiro Cadete no Regimento de Dragões, justificando para isso a nobreza de seus quatro avós. Serviu nesse regimento em todas as campanhas da província. Destacou-se notavelmente na Batalha do Rosário, em que, após desbaratado seu regimento, Antonio salvou a vida de seu comandante, que a partir de então "se lhe tornou singularmente afeiçoado".

"Desgostoso das preterições que sofreu em várias promoções e, tendo se casado em Cruz Alta com a filha do fazendeiro mais opulento da Comarca das Missões, pediu para ser excuso do serviço e, em 1832, recolheu-se à vida doméstica".

Contudo, "essa felicidade não durou, pois, estourando a revolução, Antonio, que fora eleito Capitão da Guarda Nacional por ocasião de sua criação, foi chamado ao serviço das armas. E, em poucos dias, se apresentou com mais de duzentos homens prontos e armados, em grande parte à sua custa. Em poucos meses, comandava um corpo de tropa, sendo nomeado Tenente-Coronel".

Em 1835, Antonio (juntamente com seu sogro), lutou contra os revolucionários, a favor dos legalistas.

Participou da Batalha de Ilha de Fanfa, e prestou serviços tão relevantes que recebeu o comando de uma Brigada.

Em 1839 e 1840, serviu em Lages, SC, e em Curitiba, PR, sob as ordens do General Labatut. Mais tarde, Antonio assumiu o comando dessa força, e levou seus homens de Lages para Curitibanos, SC, onde, "após renhido combate, destroçou completamente os inimigos (liderados pelo próprio General Garibaldi), fazendo grande número de prisioneiros", inclusive a célebre heroína Anita Garibaldi. Por esse assinalado serviço, foi nomeado Coronel honorário do Exército e condecorado com a insígnia da Ordem da Rosa".

Terminada a revolução, Antonio foi eleito deputado por três legislações sucessivas para a Assembléia Provincial, onde "prestou bons serviços", e foi presidente da Câmara em Cruz Alta em sucessivos quatriênios.

Mais tarde, foi nomeado para o Comando Superior da vila de Cruz Alta. Enfrentou diversos problemas na política partidária, sendo "vítima de muitas injustiças". Apesar da "justa mágoa", soube enfrentar as adversidades, vivendo em "pobreza honrada".

"A cultura, ao lado de um coração de poeta, livre e amante do bem, permitiram-lhe expandir em versos seus sentimentos e paixões".

Recebeu a alcunha de "Mello Manso" por sua grande paciência e gênio calmo, em oposição a outro chefe político do mesmo nome, que, por seu gênio violento era chamado de "Mello Bravo".

http://www.genearc.net/index.php?op=ZGV0YWxoZVBlc3NvYS5waHA=&id=NjE4OQ==

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Antonio de Mello e Albuquerque, o Melo Manso's Timeline

1803
December 4, 1803
Rio Pardo, Rio Pardo, State of Rio Grande do Sul, Brazil
December 11, 1803
1835
1835
Age 31
Cruz Alta, Cruz Alta, Rio Grande do Sul, Brazil
1837
1837
Age 33
Cruz Alta, Rio Grande do Sul, Brazil
1845
1845
Age 41
State of Rio Grande do Sul, Brazil
1848
February 19, 1848
Age 44
Cruz Alta, Rio Grande do Sul, Brazil
1859
1859
Age 55
State of Rio Grande do Sul, Brazil
1869
March 20, 1869
Age 65
Cruz Alta, Cruz Alta, Rio Grande do Sul, Brazil
????
Brazil