Tristão Vaz Teixeira, 1º capitão donatário de Machico

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Tristão Vaz Teixeira, 1º capitão donatário de Machico

Also Known As: "Tristan Vaz Teixeira", "1st Captain Grantee of Machico", "1o Capitao Donatario de Machico"
Birthdate:
Birthplace: Portugal
Death: 1480 (80-90)
Silves, Faro, Reino de Portugal
Immediate Family:

Son of Vasco Gonçalves Teixeira, senhor de Teixeira and Catarina Anes Anes de Berredo
Husband of Branca Teixeira and Branca Teixeira
Father of Tristão Vaz Teixeira; João Teixeira, "O Cavaleiro"; Isabel Teixeira; Catarina Teixeira; ... Doria and 2 others
Brother of João Teixeira and Gonçalo Vaz Teixeira

Occupation: 1º Capitão donatário de Machico
Managed by: Private User
Last Updated:

About Tristão Vaz Teixeira, 1º capitão donatário de Machico

Tristan Vaz Teixeira, 1st Captain Grantee of Machico

Tristão Vaz Teixeira (c. 1395 — 1480) foi segundo Zurara, escudeiro do Infante D. Henrique, a quem acompanhou a Ceuta e Tânger, onde se mostrou "homem assaz ardido". Mais tarde armado cavaleiro.

Com João Gonçalves Zarco e Bartolomeu Perestrelo, descobriu as ilhas de Porto Santo e da Madeira (1419-1420) , que foi encarregado de colonizar.

Vai povoar depois a ilha da Madeira em 1425. Coube-lhe a capitania do Machico com carta de doação de 11 de Maio de 1440.

Organizou várias expedições à África, com caravelas suas.

Por abuso de autoridade, esteve desterrado da sua jurisdição à qual voltou perdoado, em 1452.

Casou com Branca Teixeira e deixou numerosa descendência, hoje largamente espalhada pelo arquipélago.

Faleceu em Silves já de idade avançada onde tinha ido em negócios.

Descendência:

-Tristão Teixeira, O das Damas casado com Guiomar de Lordelo Alda Mendes -Henrique Teixeira casado com Brites Vaz Ferreira -João Teixeira casado com Filipa Furtada de Mendonça -Lançarote Teixeira, O Velho casado com Brites de Goes -Tristoa Teixeira casada com Micer João Uzadamar -Isabel Teixeira casada com João Fernandes de Lordelo -Brites Teixeira -Catarina Teixeira casada com Gaspar Mendes de Vasconcelos -Guiomar Teixeira casada com Bartolomeu Perestrelo II


Tristão Vaz Teixeira (adotou o sobrenome Teixeira da esposa) (c. 1395 — 1480) foi segundo Zurara, escudeiro do Infante D. Henrique, segundo alguns de origem inglesa, a quem acompanhou a Ceuta e Tânger, onde se mostrou "homem assaz ardido". Mais tarde foi armado cavaleiro.

Com João Gonçalves Zarco descobriu a ilha de Porto Santo, que foi encarregado de colonizar.

Vai povoar depois a ilha da Madeira em 1425. Coube-lhe a capitania do Machico com carta de doação de 11 de Maio de 1440.

Organizou várias expedições à África, com caravelas suas.

Por abuso de autoridade, esteve desterrado da sua jurisdição à qual voltou perdoado, em 1452.

Casou com Branca Teixeira, da qual tomou o apelido, e deixou numerosa descendência, hoje largamente espalhada pelo arquipélago.

Faleceu em Silves já de idade avançada.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Trist%C3%A3o_Vaz_Teixeira

Era escudeiro do infante D. Henrique. Em 1415, participou na conquista de Ceuta. Neste ano, ou entre 1418 e 1419, no descerro que Ceuta, foi armado cavaleiro pelo Infante. Após o socorro a Ceuta, Tristão Vaz integrou a armada do Algarve onde se cruzou com João Gonçalves Zarco.

Juntos pediram autorização ao Infante para participarem numa expedição marítima à costa africana. Nesta viagem acabaram por ser desviados para a ilha de Porto Santo que assim baptizaram por terem aportado no dia de Todos os Santos do ano de 1419.

Os dois navegadores seriam responsáveis pela colonização da ilha. No ano seguinte, realizaram uma segunda visita a Porto Santo, levando também Bartolomeu Perestrelo, onde permaneceram cerca de um ano. Mais tarde, Perestrelo regressou ao Reino, enquanto Tristão Vaz e Zarco seguiram para a ilha da Madeira, iniciando o seu reconhecimento e, em 1425, o seu povoamento.

Tristão Vaz ocupou a zona oriental-setentrional do território, sendo por isso agraciado em 11 de Maio de 1440 com a capitania de Machico, confirmando-se assim um cargo que já exercia. Os reis D. Afonso V, D. João II e D. Manuel I confirmaram a doação.

Em 1437, Tristão Vaz participou na tentativa falhada da conquista de Tânger, tendo-se empenhado na sua preparação, assim como João Gonçalves Zarco embora este tenha permanecido na Madeira enquanto Tristão Vaz partiu para o Norte de África.

Em 1445, partiu para a costa ocidental africana a maior expedição realizada até então, sendo composta por 26 caravelas e uma fusta, algumas das quais da Madeira. Tristão Vaz armou e comandou uma dessas embarcações e viajou até às ilhas Gomeira e Palma, nas Canárias, não tendo prosseguido viagem até à ilha de Arguim e cabo de Resgate.

Em 1447, voltou a armar e capitanear uma caravela possivelmente com destino às Canárias ou à orla costeira da África Ocidental. Por volta de 1420, casou no Continente com Branca Teixeira de quem teve inúmero filhos que deram origens a várias famílias madeirendes.

Como a família da sua mulher era de estatuto social mais elevado, passou a usar o seu apelido. Depois de ter cometido atrocidades contra um fidalgo degredado que mantivera uma relação ilícita com uma das suas filhas, foi-lhe retirada a capitania.

A 17 de Fevereiro de 1452, D. Afonso V perdoo-lhe as ofensas e autorizou-o a regressar a Machico que governou por mais algum tempo. Porém, por ter alguns negócios no Algarve mudou-se para Silves onde faleceu, provavelmente nos anos 80 do século XV.

Bibliografia: SANTANA, Célia, “Tristão Vaz Teixeira” in A Nobreza e a Expansão. Estudos biográficos, João Paulo Oliveira e Costa (coord.), Cascais, Patrimonia, 2000, pp. 55-72.

Autor: Teresa Lacerda

http://www.fcsh.unl.pt/cham/eve/content.php?printconceito=614


Um dos descobridores da Ilha da Madeira. Navegador; Descobridor da Madeira, com João Gonçalves Zarco; 1.º Capitão donatário de Machico (08.05.1440); Fidalgo de cota de armas (Vaz, de Tristão Vaz); "Escudeiro nobre e honrado" da Casa do Infante D.Henrique

  • Célebre Navegador Português com origens Inglesas segundo alguns cronistas.
  • Descobriu o Arquipélago da Madeira com Gonçalves Zarco.
  • Cavaleiro da Casa do Infante D. Henrique.
  • Fidalgo de Cota de Armas.
  • Era escudeiro do infante D. Henrique. Em 1415, participou na conquista de Ceuta. Neste ano, ou entre 1418 e 1419, no descerro que Ceuta, foi armado cavaleiro pelo Infante. Após o socorro a Ceuta, Tristão Vaz integrou a armada do Algarve onde se cruzou com João Gonçalves Zarco. Juntos pediram autorização ao Infante para participarem numa expedição marítima à costa africana. Nesta viagem acabaram por ser desviados para a ilha de Porto Santo que assim baptizaram por terem aportado no dia de Todos os Santos do ano de 1419. Os dois navegadores seriam responsáveis pela colonização da ilha. No ano seguinte, realizaram uma segunda visita a Porto Santo, levando também Bartolomeu Perestrelo, onde permaneceram cerca de um ano. Mais tarde, Perestrelo regressou ao Reino, enquanto Tristão Vaz e Zarco seguiram para a ilha da Madeira, iniciando o seu reconhecimento e, em 1425, o seu povoamento. Tristão Vaz ocupou a zona oriental-setentrional do território, sendo por isso agraciado em 11 de Maio de 1440 com a capitania de Machico, confirmando-se assim um cargo que já exercia. Os reis D. Afonso V, D. João II e D. Manuel I confirmaram a doação. Em 1437, Tristão Vaz participou na tentativa falhada da conquista de Tânger, tendo-se empenhado na sua preparação, assim como João Gonçalves Zarco embora este tenha permanecido na Madeira enquanto Tristão Vaz partiu para o Norte de África. Em 1445, partiu para a costa ocidental africana a maior expedição realizada até então, sendo composta por 26 caravelas e uma fusta, algumas das quais da Madeira. Tristão Vaz armou e comandou uma dessas embarcações e viajou até às ilhas Gomeira e Palma, nas Canárias, não tendo prosseguido viagem até à ilha de Arguim e cabo de Resgate. Em 1447, voltou a armar e capitanear uma caravela possivelmente com destino às Canárias ou à orla costeira da África Ocidental. Por volta de 1420, casou no Continente com Branca Teixeira de quem teve inúmero filhos que deram origens a várias famílias madeirendes. Como a família da sua mulher era de estatuto social mais elevado, passou a usar o seu apelido. Depois de ter cometido atrocidades contra um fidalgo degredado que mantivera uma relação ilícita com uma das suas filhas, foi-lhe retirada a capitania. A 17 de Fevereiro de 1452, D. Afonso V perdoo-lhe as ofensas e autorizou-o a regressar a Machico que governou por mais algum tempo. Porém, por ter alguns negócios no Algarve mudou-se para Silves onde faleceu, provavelmente nos anos 80 do século XV.
  • Geralmente apresentado como Tristão Vaz de Teixeira. esse apelido foi-lhe acrescentado por cronistas seus posteriores, devido ao facto de se ter casado com Branca Teixeira.

GEDCOM Note

<p style="text-align: left;" dir="ltr">V </p> <p style="text-align: left;" dir="ltr">1º CAPITÃO DA JURISDIÇÃO DE MACHICO PELA MERCÊ DO INFANTE D. HENRIQUE EM 08/MAI/1440. FOI COMPANHEIRO DE JOÃO GONÇALVES ZARGO NO DESCOBRIMENTO DESTA ILHA. FOI FIDALGO DA CASA REAL E UM DOS MAIORES CAVALEIROS DO SEU TEMPO. NOMEADO CAVALEIRO PELO IFANTE DOM HENRIQUE.</p> <p style="text-align: left;" dir="ltr">FONTE: NOBILIARIO DE HENRIQUE HENRIQUES NOGUEIRA PAG 485</p> <p style="text-align: left;" dir="ltr">FONTE: NOBILIARIO FELGUEIRA GAYA PAG 201#64 N1 (TEIXEIRAS)</p> <p style="text-align: left;" dir="ltr">FONTE: NOBILIARIO CONEGO MENESES VAZ PAG 145 #1 (TEIXEIRAS DE TRISTÃO VAZ)</p> <p style="text-align: left;" dir="ltr"> </p>

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