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Imigrantes Marroquinos ao Brasil

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Profiles

  • Manuel Galvão Mimoso (c.1641 - d.)
    IV- MANUEL GALVÃO MIMOSO, batizado em 1.o de maio de 1641 em Tânger. Passou para o Algarve, provavelmente em seguida ao tratado lusobritânico de 1661, quando Tânger deixaria de ser portuguesa, estabele...
  • Isaac Roffe (1879 - 1968)
    Reference: MyHeritage Family Trees - SmartCopy : May 29 2020, 23:40:39 UTC * Reference: MyHeritage Family Trees - SmartCopy : May 29 2020, 23:54:51 UTC
  • Abraham Roffé (1857 - 1932)
    Emigration : from Morocco to Brazil - 1872 - Asilah, Morocco* Immigration : From Brazil to Morocco - Circa 1875 - Belem, Para, Brazil* Emigration : Since his leather trade failed, he went back to Afua ...
  • Anna Barcessat (1862 - 1922)
    Reference: MyHeritage Family Trees - SmartCopy : May 29 2020, 23:54:51 UTC
  • Meriam Athias (1877 - 1956)

JUDEU DA AMAZÔNIA, BRASILEIRO NO MARROCOS. 40 ANOS DO CURSO DE HISTÓRIA MIGRAÇÃO E IDENTIDADES ENTRE 1890 E 1910 Lucas de Mattos Moura Fernandes Mestrando em História Social Ppghis/UFRJ professorlucasfernandes@gmail.com RESUMO Diretamente vinculado às questões de liberdade religiosa e desenvolvimento de oportunidades comerciais, o fluxo imigratório judaico marroquino para a região norte do Brasil também deve ser entendida pelo contexto social marroquino, caracterizado por crise política e econômica além de período de intolerância incentivada por alguns sultões. Vários destes migrantes transitavam entre seus negócios no Brasil e a comunidade original, no Marrocos, formando suas famílias em cada lado do Atlântico. Propomos a problematização do fluxo migratório judaico Marrocos-BrasilMarrocos no período entre os anos de 1890 e 1910 e filiados às pesquisas mais recentes sobre o tema, visamos compreender a formação de identidades dos imigrantes judaicos na região amazônica a partir da concepção de que as identidades são socialmente construídas e que sendo historicamente apropriadas, conferem sentido a um grupo social. Ou seja, a melhor forma de compreendermos a complexidade desta comunidade brasileira de cultura judaica- marroquina é acompanhando sua trajetória e percebendo as formas como diversos de seus elementos agem a partir de sua identidade ou de outros recursos culturais como estratégias de convivência. (continua)

http://apl.unisuam.edu.br/revistas/index.php/revistaaugustus/article/viewFile/19811896.2017v22n43p151/998