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Nascidos em Cedros - elos perdidos

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Profiles

  • Mateus da Rosa (deceased)
    Mateus da Rosa (em Pedro Miguel) e Mateus da Rosa (na Praia do Almoxarife) Nascido - Cedros Casado com Maria Rosa, tiveram Manuel da Rosa da Silveira +1815
  • Maria Rosa (deceased)
    Maria Rosa (em Pedro Miguel) e Maria Rosa (na Praia do Almoxarife) Nascida - Cedros Casada com Mateus da Rosa, tiveram Manuel da Rosa da Silveira +1815
  • Antonio Rodrigues (deceased)
    Antonio Rodrigues (na Praia do Almoxarife) e Antonio Rodrigues (em Cedros) Nascido - Cedros Casado com Úrsula de Santa Clara, tiveram Maria da Trindade 1710 António ? 1711 Domingos Rodrigue...
  • Manuel de Almança (b. - 1705)
    Manuel de Almança (na Ribeirinha) Nascido - Cedros Falecido a 28 de Fevereiro de 1705 - Ribeirinha Casado com Luzia Alvernaz, tiveram José ? 1697-1708 Maria ? 1701 António ? 1705-1705
  • Catarina Pereira (1697 - 1770)
    Catarina Pereira (em Pedro Miguel) Nascida a 21 de Novembro de 1697 - Cedros Falecida a 3 de Setembro de 1770 - Pedro Miguel Com a idade de 72 anos Casada a 30 de Setembro de 1754 com Domingos Gome...
Este projeto busca registrar os perfis de pessoas naturais de Cedros - Ilha do Faial - Açores cujos pais são desconhecidos, de forma a torná-los MP para sua descendência e/ou encontrar seus ancestrais em outras freguesias açorianas ou mesmo fora dos Açores.

2ª geração em progresso nos filhos de Maria Rosa, página 16

O Século XV no Faial

c. 1432 — Início do povoamento dos Açores. Frei Gonçalo Velho Cabral terá alcançado as ilhas deitando-lhes gado miúdo, conforme instruções do Infante Henrique de Portugal, Duque de Viseu.

1451 - Diogo de Teive passa ao largo da Ilha do Faial na sua primeira viagem de exploração para ocidente dos Açores.

1460 - No testamento do Infante D. Henrique a ilha do Faial encontra-se referida como “ilha de São Luís [de França]”.

c. 1465 - Joost van Hurtere, Joz de Utra desembarca pela primeira vez na então ilha de São Luís (ilha do Faial), com 15 flamengos, no areal da enseada da Praia do Almoxarife, em busca de prata e estanho. Permanecem na ilha durante 1 ano, na Lomba dos Frades, até que se esgotam os mantimentos que tinham trazido. Revoltados por não encontrarem nada do que lhes fora prometido, os seus companheiros andaram para o matar, e Hurtere vale-se de esperteza para escapar da ilha, retornando para a Flandres comparecendo novamente perante a Duquesa da Borgonha.

c. 1467 - Joss van Hurtere regressa à ilha do Faial numa nova expedição, organizada sob o patrocínio de Isabela de Portugal, duquesa da Borgonha. Desembarca num trecho da costa que viria a ser conhecido como baía da Horta e, no local que escolheu para se estabelecer, que deu origem à povoação da Horta, faz erguer uma ermida sob a invocação da Santa Cruz.

1468 (21 de Março) - O Infante Fernando de Portugal, duque de Viseu doa a Joss van Hurtere a Capitania do Faial.

c. 1470 - Willem van der Haeghen, Guilherme da Silveira aporta à ilha do Faial liderando a segunda vaga de povoadores.

1495 - falecimento de Joss van Hurtere.

1498 - povoação da Horta elevada a vila por Manuel I o Venturoso, Rei de Portugal.

O Século XVI no Faial

1514 (28 de Junho) - A freguesia da Matriz do Santíssimo Salvador da Horta, a primeira freguesia paroquial a ser constituída, é aberta ao culto.

1522 - fundação do Convento de São Francisco, Horta.

1550 - A Coroa incentiva Pedro Anes do Canto no sentido de recrutar açorianos que deveriam ser encaminhados para a colonização do Brasil e, em particular, para a fundação da Bahia.

1567 - projeto do Forte de Santa Cruz da Horta.

1568 (30 de Julho) - constituição da freguesia de N. Sra. da Conceição, Faial.

1573 (10 de Março) - Sebastião I o Desejado, rei de Portugal doa as ilhas do Pico e Faial a Francisco de Mascarenhas, 1º conde de Santa Cruz, vice-rei da Índia, por um período de três vidas.

1580 - no Verão de 1580, diante da crise de sucessão de 1580, os Açores estavam por Antonio I, o Determinado, rei de Portugal e nas ilhas, sob a orientação de Ciprião de Figueiredo e Vasconcelos, preparavam-se as fortificações e treinavam-se as milícias em antecipação ao mais que certo ataque castelhano.

1583 - uma armada espanhola sob o comando de Pedro Enríquez de Acevedo, conde de Fuentes, dirige-se ao Faial. Repelida pelo fogo do Forte de Santa Cruz da Horta, desembarca um corpo de homens de armas no sítio do Pasteleiro. Após escaramuças, as forças portuguesas, reforçadas por mercenários franceses são derrotadas. O Capitão-mor do Faial, António Guedes de Sousa, é executado às portas do forte de Santa Cruz.

1589 (Setembro) - a ilha do Faial é atacada e saqueada por uma frota de 13 navios corsários ingleses (armada sob o comando de Sir George Clifford, 3rd Earl of Cumberland).

1597 - a ilha do Faial é atacada e saqueada pela armada (140 velas) de corsários ingleses (Sir Walter Raleigh, da armada sob o comando de Robert Devereux, 2nd Earl of Essex).

O Século XVII no Faial

1615 - Jorge de Lemos de Bettencourt propõe introduzir 200 casais açorianos no Pará que, afinal, acabaram por seguir para o Maranhão, onde a primeira leva terá chegado somente em 11 de Abril de 1619.

1628 - 200 casais aguardam a chegada de navios que os transportem para as “conquistas do Maranhão e Rio”.

1639 - dezasseis navios percorrem, numa viagem de 75 dias, o trajecto entre os Açores e o Brasil, transportando muitas centenas de jovens açorianos e alguns padres jesuítas.

1666 - 50 casais da ilha do Faial transferem-se para o Pará, Brasil.

1669 - destruição do Convento de São Francisco, Horta, por um violento temporal.

1670 - a Câmara da Horta é autorizada pelo príncipe regente Pedro II o Pacifico, rei de Portugal a enviar anualmente um navio com vinho para o Brasil.

1672 - um grande sismo causa extensos danos à ilha do Faial.

1672-1673 - Erupção vulcânica do cabeço Rilha Boi (actual Cabeço do Fogo) e Pincarito, na baía do Norte, Faial. Vaga migratória para o Brasil.

1675 (18 de Agosto) - o rei de Portugal determinou ao governador do Faial, Jorge Goulart Pimentel, que providenciasse o envio de 100 casais de “homens dos mais idôneos para o trabalho e mulheres mais capazes de propagação” para povoarem o Maranhão. A 18 de Agosto seguem os primeiros 50 casais (234 pessoas), nos navios Nossa Senhora da Palma e São Rafael.

1675 - o capitão-mor Jorge Goulart Pimentel prolonga a muralha da cidade da Horta ligando-a ao Castelo de Santa Cruz.

1675 (30 de Agosto) - D. Frei Lourenço, Bispo de Angra, manda realizar as obras para a reconstrução da Ermida de Santa Cruz, Faial.

1676 - 219 pessoas embarcam na Horta, nas naus Nossa Senhora da Penha de França e São Francisco Xavier com destino ao Pará, Brasil.

1677 - as ilhas do Faial e do Pico são sacudidas por fortes abalos sísmicos que destruíram algumas freguesias, deixando as respectivas populações na miséria e na desgraça. Em face dessa situação alarmante, dezenas de famílias abandonam a sua terra e embarcam para o Brasil (primeira saída de famílias açorianas para Terras de Santa Cruz) em busca de uma vida melhor. Os emigrantes assentam arraiais sobretudo em Santa Catarina e no Rio Grande do Sul.

1677 (29 de Março) - 50 familias constituídas por 219 pessoas embarcam, nos barcos Jesus, Maria e José em Horta, Ilha do Faial, com destino ao Grão Pará, atual Estado do Pará.

1680 - D. Pedro concede as ilhas do Faial e Pico a Rodrigo de Farinha, capitão donatário do Faial, Pico e Graciosa.

1684 (28 de Novembro) - constituição da freguesia paroquial de N. Sra. da Angústias, Faial.

1696 - reconstrução do Convento de São Francisco (que havia sido destruído por um temporal)

1700 (12 de Novembro) - é aberta ao culto a Igreja da Nossa Senhora do Rosário (conhecida popularmente por Igreja de São Francisco), Horta, anexa ao Convento de São Francisco.

O Século XVIII no Faial

1702 (15 de Junho) - é celebrada a concordata pela qual ficaram os moradores do Faial obrigados a pagar 2 por cento sobre os géneros exportados pelos portos do Pico, concordata que veio a ser renovada pela Câmara da Madalena, após a sua criação em 8 de Março de 1723.

1704/1705 - Surto epidémico na ilha do Faial causa muitas mortes.

1713 (25 de Setembro) - Ciclone tropical passa no grupo central.

1720 (20 de Março) - A promulgação de uma lei, com aplicação nas ilhas, constitui forte entrave à livre circulação de pessoas entre o Reino e o Brasil, ao exigir uma justificação documental a todos os que para ali pretendam deslocar-se.

1739 - a vila da Horta obtém a reposição do direito de remeter anualmente um navio de 500 caixas aos portos brasileiros.

1742/1745 - na ilha do Faial não foi produzido nada de trigo e nas outras ilhas a situação é muito parecida com esta. A falta de trigo causa crise alimentar, a que se seguem problemas económicos, afectando a vida de muitas pessoas.

1746 (31 de agosto) - o rei D. João V de Portugal comunica aos habitantes das ilhas dos Açores que a Coroa oferece uma série de vantagens aos casais ilhéus que decidam emigrar para o litoral do sul do Brasil. O Rei aprova, pelos custos da Fazenda Real, o transporte dos Açorianos. Apresentam-se como interessados na emigração 1.207 pessoas no Faial.

1747 (7 de Agosto) - é assinado o primeiro contrato de transporte de Açorianos para o Brasil entre a Corte Lisboeta e Feliciano Velho Oldenberg. O Assentista iniciou o cumprimento do contrato com o transporte feito em 1747 pelos barcos “Jesus, Maria, José” e “Santa Ana e Senhor do Bonfim”, que em dois dias completaram a sua capacidade e levaram a bordo um total de 473 pessoas.

1748 (20 de Fevereiro) - a ilha do Faial é autorizada a enviar anualmente dois navios de mercadoria para o Brasil.

1748 - é feito o segundo transporte de Açorianos para o Brasil. Os barcos “Jesus, Maria e José” e “São Domingos e Almas” levam 590 pessoas.

1749 (Dezembro) - O primeiro transporte de Açorianos para o Brasil, por Francisco de Sousa Fagundes, foi feito por três barcos – “Bom Jesus dos Perdões e Nossa Senhora do Rosário”, “Nossa Senhora da Conceição e Porto Seguro” e “Sant’Ana e Senhor do Bonfim”, que levaram um total de 1. 300 pessoas.

1749/1752 - um total de 5. 437 açorianos chegam à Ilha de Santa Catarina. Durante as longas viagens através do Oceano Atlântico a taxa de mortalidade foi de cerca de 15,7 %.

1755 - escala do explorador inglês Captain James Cook, FRS no porto da Horta.

1755 - Maremoto atinge os Açores - O Terramoto de Lisboa de 1 de Novembro de 1755 provocou o grande maremoto de 1755 (um tsunami) que atravessou a área oceânica onde os Açores se situam, afectando essencialmente as costas viradas a sul e sueste, direcção de onde as ondas se aproximaram das ilhas. O maremoto fez com que “estando o mar em ordinária tranquilidade, se elevou tanto em três contínuas marés ficando quase seca a sua profundidade por largo espaço”. Quase todos os portos dos Açores sofreram graves danos, ficando destruídas muitas embarcações. Na Horta, o mar entrou pela Ribeira da Conceição, chegando aos moinhos de água “na altura de 8 palmos”.

1757 (9 de julho) - Um dos mais violentos, senão o mais violento, dos terramotos de que há memória nos Açores atingiu a ilha de São Jorge causando destruição generalizada. No Faial o sismo foi sentido sem causar grandes danos.

1770 - a Câmara da Horta solicita que a “lei dos passaportes” seja modificada, uma vez que se regista falta de emprego, “superabundando muitos para a cultura das terras”. Além disso, seria necessário passar-se passaportes aos casais que se encontravam arruinados e aos que estavam na ilha do Faial, havia mais de seis meses, “vindos das Ilhas do Pico e Flores”

1799 (8 de Junho) - o Governador interino das ilhas do Faial e Pico, José Telles Machado, embarca 106 pessoas com destino a S. Vicente.

(Fonte da cronologia: http://historiadosacores.tumblr.com/tagged/Docseculoxv)