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Profiles

  • José Miguel de Vasconcelos, barão de Parangaba (1829 - 1916)
    José Miguel de Vasconcelos, o barão de Parangaba (Atalaia, 12 de outubro de 1829 — Atalaia, 12 de abril de 1916) foi um militar e político brasileiro. Biografia Filho do Major Antônio Toledo Machad...
  • Hermenegildo de Albuquerque Porto Carrero, barão de Forte de Coimbra (1818 - 1893)
    Hermenegildo de Albuquerque Portocarrero, primeiro e único Barão de Forte de Coimbra (Recife, 13 de abril de 1818 — Rio de Janeiro, 12 de setembro de 1893), foi um militar brasileiro. Nasceu na capit...
  • Christian Lucas (1840 - 1867)
    Reference: MyHeritage Family Trees - SmartCopy : Jul 8 2018, 1:47:52 UTC
  • Manuel de Oliveira Ayres (deceased)
    Major Manoel de Oliveira Ayres, falecido na guerra do Paraguai, casou em 1850 em Itapetininga com sua prima Maria do Rosario Ayres, f.ª de José de Oliveira Ayres e de Gertrudes Vieira. Teve: 8-1 José...
  • Joaquim Marcelino de Brito, II (1830 - 1878)
    Médico. Cirurgião-mor. Pouco antes de falecer registrou seu diploma de médico, no ano de 1877, Livro 1, pág. 112. Serviu na Guerra do Paraguai. Moço Fidalgo da Casa Imperial. Cavaleiro da Ordem de Cristo.

Este projeto tem por objetivo relacionar todos os perfis do Geni que participaram da Guerra do Paraguai, desde soldados até as autoridades mais importantes.

Guerra do Paraguai foi o maior conflito armado internacional ocorrido na América do Sul. Foi travada entre o Paraguai e a Tríplice Aliança, composta por Brasil, Argentina e Uruguai . A guerra estendeu-se de dezembro de 1864 a março de 1870. É também chamada Guerra da Tríplice Aliança (Guerra de la Triple Alianza), na Argentina e Uruguai, e de Guerra Grande, no Paraguai.

O conflito iniciou-se com a invasão da província brasileira de Mato Grosso pelo exército do Paraguai, sob ordens do presidente Francisco Solano López. O ataque paraguaio ocorreu após uma intervenção armada do Brasil no Uruguai, em 1864, que pôs fim à guerra civil uruguaia ao depor o presidente constitucional Atanasio Aguirre, do Partido Blanco, e empossar seu rival colorado, Venancio Flores, aliado de Bartolomé Mitre e do Império do Brasil. Solano López temia que o Império brasileiro e a República Argentina viessem a desmantelar os países menores do Cone Sul. Para confrontar essa ameaça, Solano López esperava contar com o apoio dos blancos e dos federalistas. O temor do presidente paraguaio levou-o a aprisionar, em 11 de novembro de 1864, o vapor brasileiro Marquês de Olinda, que transportava o presidente da província de Mato Grosso, Frederico Carneiro de Campos, que nunca chegou a Cuiabá, morrendo em uma prisão paraguaia. Seis semanas depois, o Paraguai invadiu o sul do Mato Grosso. Antes da intervenção brasileira no Uruguai, Solano López já vinha produzindo material bélico moderno, em preparação para um futuro conflito com a Argentina mitrista, e não com o Império.

O Império do Brasil, Argentina mitrista e Uruguai florista, aliados, derrotaram o Paraguai após mais de cinco anos de lutas durante os quais o Império enviou em torno de 150 mil homens à guerra. Cerca de 50 mil não voltaram — alguns autores asseveram que as mortes no caso do Brasil podem ter alcançado 60 mil se forem incluídos civis, principalmente nas então províncias do Rio Grande do Sul e de Mato Grosso. Argentina e Uruguai sofreram perdas proporcionalmente pesadas — mais de 50% de suas tropas faleceram durante a guerra — apesar de, em números absolutos, serem menos significativas. Já as perdas humanas sofridas pelo Paraguai são calculadas em até 300 mil pessoas, entre civis e militares, mortos em decorrência dos combates, das epidemias que se alastraram durante a guerra e da fome.

A derrota marcou uma reviravolta decisiva na história do Paraguai, tornando-o um dos países mais atrasados da América do Sul, devido ao seu decréscimo populacional, ocupação militar por quase dez anos, pagamento de pesada indenização de guerra, no caso do Brasil até a Segunda Guerra Mundial, e perda de praticamente 40% do território em litígio para o Brasil e Argentina. Após a Guerra, por décadas, o Paraguai manteve-se sob a hegemonia brasileira.

Foi o último de quatro conflitos armados internacionais, na chamada Questão do Prata, em que o Império do Brasil lutou, no século XIX, pela supremacia sul-americana, tendo o primeiro sido a Guerra da Cisplatina, o segundo a Guerra do Prata, e o terceiro a Guerra do Uruguai.

Fonte:Wikipedia

ARGENTINA

  1. Antonio Somellera, aprovisionamiento del ejército, coronel(1812-1889)
  2. Brígido Uriburu, segundo comandante del 1er. batallón de Corrientes(1838-1895)
  3. Carlos Keen, teniente coronel(1840-1871)
  4. Carlos María Urien, jefe de brigada(1816-1893)
  5. Daniel Solier, subteniente de infantería(1845-1903)
  6. Dardo Rocha, sargento mayor, jefe de batallón(1838-1921)
  7. Domingo Rebución, teniente 1º(1843-1900)
  8. Eduardo Racedo, capitán(1843-1918)
  9. Enrique O´Sullivan, guardiamarina(1852-1913)
  10. Juan Andrés Gelly y Obes
  11. Ignacio Rivas, general(1827-1880)
  12. Teodoro García Álvarez, teniente coronel(1840-1909)

BRASIL

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PARAGUAY

  1. Mcal. Francisco Solano López (1827-1870)
  2. Carlos Antonio López (1792 - 1862]
  3. Elisa Alicia Lynch (1833 - 1886)
  4. Gral. Bernardino Caballero (1839-1912)
  5. Cap. Pedro Ignacio Meza (1813-1865)
  6. Cnel. Antonio Estigarribia
  7. Gral. José Díaz Vera (1833-1867)
  8. Gral. Wenceslao Robles (?-1866)
  9. Gral. Elizardo Aquino (1824-1866)
  10. Gral. Francisco Resquín (1823-1882)
  11. Gral. Patricio Escobar (1843-1912)
  12. Cnel. Telmo López (1833-1868)

URUGUAY

  1. Gral. Venancio Flores (1808-1868)
  2. Gral. Bernabé Magariños (1804-1878)
  3. Gral. Gregorio Suárez (1813-1879)
  4. Gral. Enrique Castro (1817-1888)
  5. Cnel. León de Palleja (1816-1866)
  6. Cnel. Marcelino Cleto Castro (?-1866)
  7. Cnel. Miguel Antonio Navajas (1838-1903)
  8. Cnel. Zoilo Pereira (1846-1919)
  9. Mayor Policarpo Aguilar (?-1867)
  10. Tte. Saavedra (?-1867)
  11. Alfz. Trifón Estevan
  12. Cte. Hipólito Coronado
  13. Gregorio Castro
  14. Antolín Castro
  15. Gumersindo Castro
  16. Mayor Tomás de Lacueva y Chucarro (?-1870)
  17. Sgto. Mayor Eduardo Vázquez
  18. Cap. Pedro Freuli
  19. Tte. Dámaso Prieto
  20. Tte. José Monzón
  21. Alfz. Ventura Píriz o Porta
  22. Sgto. Mayor Gualberto Lescano
  23. Sgto. Mayor Víctor Fretes
  24. Tte. Cnel. Ernesto Courtin

Este projeto tem por objetivo relacionar todos os perfis do Geni que participaram da Guerra do Paraguai, desde soldados até as autoridades mais importantes.

Guerra do Paraguai foi o maior conflito armado internacional ocorrido na América do Sul. Foi travada entre o Paraguai e a Tríplice Aliança, composta por Brasil, Argentina e Uruguai . A guerra estendeu-se de dezembro de 1864 a março de 1870. É também chamada Guerra da Tríplice Aliança (Guerra de la Triple Alianza), na Argentina e Uruguai, e de Guerra Grande, no Paraguai.

O conflito iniciou-se com a invasão da província brasileira de Mato Grosso pelo exército do Paraguai, sob ordens do presidente Francisco Solano López. O ataque paraguaio ocorreu após uma intervenção armada do Brasil no Uruguai, em 1864, que pôs fim à guerra civil uruguaia ao depor o presidente constitucional Atanasio Aguirre, do Partido Blanco, e empossar seu rival colorado, Venancio Flores, aliado de Bartolomé Mitre e do Império do Brasil. Solano López temia que o Império brasileiro e a República Argentina viessem a desmantelar os países menores do Cone Sul. Para confrontar essa ameaça, Solano López esperava contar com o apoio dos blancos e dos federalistas. O temor do presidente paraguaio levou-o a aprisionar, em 11 de novembro de 1864, o vapor brasileiro Marquês de Olinda, que transportava o presidente da província de Mato Grosso, Frederico Carneiro de Campos, que nunca chegou a Cuiabá, morrendo em uma prisão paraguaia. Seis semanas depois, o Paraguai invadiu o sul do Mato Grosso. Antes da intervenção brasileira no Uruguai, Solano López já vinha produzindo material bélico moderno, em preparação para um futuro conflito com a Argentina mitrista, e não com o Império.

O Império do Brasil, Argentina mitrista e Uruguai florista, aliados, derrotaram o Paraguai após mais de cinco anos de lutas durante os quais o Império enviou em torno de 150 mil homens à guerra. Cerca de 50 mil não voltaram — alguns autores[quem?] asseveram que as mortes no caso do Brasil podem ter alcançado 60 mil se forem incluídos civis, principalmente nas então províncias do Rio Grande do Sul e de Mato Grosso. Argentina e Uruguai sofreram perdas proporcionalmente pesadas — mais de 50% de suas tropas faleceram durante a guerra — apesar de, em números absolutos, serem menos significativas. Já as perdas humanas sofridas pelo Paraguai são calculadas em até 300 mil pessoas, entre civis e militares, mortos em decorrência dos combates, das epidemias que se alastraram durante a guerra e da fome.

A derrota marcou uma reviravolta decisiva na história do Paraguai, tornando-o um dos países mais atrasados da América do Sul, devido ao seu decréscimo populacional, ocupação militar por quase dez anos, pagamento de pesada indenização de guerra, no caso do Brasil até a Segunda Guerra Mundial, e perda de praticamente 40% do território em litígio para o Brasil e Argentina. Após a Guerra, por décadas, o Paraguai manteve-se sob a hegemonia brasileira.

Foi o último de quatro conflitos armados internacionais, na chamada Questão do Prata, em que o Império do Brasil lutou, no século XIX, pela supremacia sul-americana, tendo o primeiro sido a Guerra da Cisplatina, o segundo a Guerra do Prata, e o terceiro a Guerra do Uruguai.

Fonte:Wikipedia