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Pinto Genealogy and Pinto Family History Information

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Profiles

  • (Pio) Piedade Rodolfo da Gama Pinto (1927 - 1965)
    Pio Gama Pinto (March 31, 1927 - February 25, 1965) was a Kenyan journalist, politician and freedom fighter. He was a socialist leader who dedicated his life to the liberation of the Kenyan people and ...
  • Abraham Pinto (c.1697 - c.1797)
  • Aníbal Pinto Garmendia, Presidente de Chile (1825 - 1884)
    A los 20 años de edad, ingresó como oficial en la Legación chilena ante la Santa Sede, regresando a Chile en 1850. Dos años más tarde fue electo diputado, ocupando este cargo por varios períodos. Más t...
  • Catherine Pinto (1872 - 1939)

About the Pinto surname

http://inforum.insite.com.br/12423/5893564.html por jOÃO sOUSA em 04/02/2008

Apelido com 900 anos de existência identifica uma das famílias mais antigas de Portugal. Deriva certamente de uma alcunha medieval, que segundo alguns autores foi colocada a um cavaleiro por sair de uma batalha tão ensanguentado que lhe disseram -“como vindes pinto”. O brasão de armas ostenta cinco crescentes cor de sangue, alusão clara aos pendões tomados aos sarracenos em combate. Dizem as genealogias desta família que o primeiro a usar este apelido em Portugal, foi Paio Soares Pinto, cavaleiro que viveu no tempo do conde D.Henrique, na Quinta do Paço situada na terra de Santa Maria da Feira. Faleceu antes de 1126, data em que sua viúva Maior Mendes, vendeu em seu nome e de suas filhas a dita Quinta ao mosteiro de Grijó. Sua filha herdeira Maior Pais Pinto, casou com D. Egas Mendes de Gundar, (que foi também casado com Maria Viegas) juntos aparecem em 1134 a rectificarem a venda ao Prior de Grijó, como consta das escrituras que se conservam no cartório do mosteiro de Grijó. Este cavaleiro esteve na batalha de campo de Ourique (25/7/1139), onde foi companheiro do rei D.Afonso Henriques. Era um dos filhos de D.Mendo de Gundar, cavaleiro, rico-homem natural das Astúrias, que “foy cavalleiro muy boom e homrrado”(diz o conde D.Pedro, no seu livro), senhor de Gondar, de S.Salvador de Telões, no concelho de Guestaço, alcaide-mor de Celorico de Basto, fundador do mosteiro de Gondar e outro sujeito a este, em Santa Maria Madalena de Cubelo, e de sua mulher Dona Goda. O conde D.Pedro no seu livro de linhagens refere que de D.Egas Mendes de Gundar, vêem os Regos e Pintos. D.Egas, foi pai de Pedro Viegas do Rêgo, o primeiro a usar o apelido Rego, retirado da Quinta do Rego, na freg. de S.Bartolomeu do Rego, no conc. de Celorico de Basto, onde viveu pelo final do reinado de D.Afonso Henriques e D.Sancho I e de Rui Viegas Pinto, que viveu no tempo dos reis dom Afonso Henriques e dom Sancho I, possuindo vários casais na terra da Feira por dote de sua mãe. Este ultimo foi pai de Gonçalo Rodrigues Pinto, contemporâneo dos reis dom Afonso II e dom Sancho II. Dizem que dele se faz menção nas Inquirições do rei D.Afonso III. Morou em Riba-de-Bestança na quintã da Torre de Chã, situada na actual freg. de Ferreiros de Tendais, conc. de Cinfães. Foi pai de; - Mendo Gonçalves Pinto, documentado numa escritura de demarcação de terras, referente a uma doação ao mosteiro de S.Cucufate, perto de Beja (escritura feita em Maio de 1292), segundo diz Frei António Brandão, era um “dos governo da terra” e acha-se com o título de “miles”, que significava então cavaleiro nobre. Também deve ser seu filho João Pinto, que aparece nas Inquirições da terra de Santa Maria (julgado de Cabanões), a 31/8/1284, confirmar mais uma vez a presença dos Pinto na terra da Feira. As genealogias dizem que Gonçalo Rodrigues Pinto, foi pai de Soeiro Gonçalves Pinto, que também viveu na mesma quintã, no tempo do rei dom Afonso III, como dizem constar das suas inquirições. Este foi pai de Garcia Soares Pinto, que segundo as inquirições do rei dom Dinis, foi seu vassalo e morou perto de Chaves, casado com Maria Gomes de Abreu. De Garcia Soares, aparece documentado um irmão chamado Martim Soares, trovador, certamente pai de Vasco Martins Pinto, cavaleiro que aparece documentado como testemunha a 26/7/1307 (ANTT, Sala 25-Mostº de Tarouquela, mºs 12 e 17, docs. S/nº.).As genealogias chamam-no indevidamente Vasco Garces Pinto e dizem ser filho de seu tio Garcia Soares Pinto. Morou em Riba-de-Bestança, como escreve o conde D.Pedro no seu livro de linhagens, referindo que de D. Egas Mendes de Gundar descendem “Vaasco Pimto de rriba de Bestamça e seus irmãaos”. Foi padroeiro do mosteiro de Tarouquela, senhor da Torre da Chã, da qual pagava foro ao rei. Segundo um documento no ano de 1300 era senhor da Quinta de Covelas (Ferreiros de Tendais) e Quinta de Crasto, (Sanfins), como conta de um prazo que estava no cartório de S.Bento das Freiras do Porto, altura em que ainda estava solteiro pois não se nomeia mulher na 2ª vida do prazo. Casou com Urraca Vasques.Tiveram por filhos ; -Gonçalo Vaz Pinto, casado com Leonor Afonso da Fonseca, c.g. -Rui Vaz Pinto, c.g. -?Aires Pinto, c.g. -Inês Vasques, que, sendo hóspede do cavaleiro Martim Vigião, doou, com ele, em 1333, ao mosteiro de Pombeiro, a sua parte do padroado da igreja de Sto. Estêvão das Regadas - nestes termo : " Eu, Martim Vigião, cavaleiro, com minha hóspeda (osspeda) Einês Vasques, damos o manda-mos por nossas almas ao mosteiro de santa Maria do Pombeiro, para todo o sempre, nosso padroado e o direito que nós havemos em na eigrejá de sante Estêvão de Regadas, o qual a nós acaeceu e descendeu de parte de Vasco Pinto cavaleiro".

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Diferentes princípios são os que dão a esta Família, uns a deduzem de D. João Gracia fº. de D. Garcia Mendes de Sousa e sua m.er D. Elvira Gonçalves, pelo motivo do Conde D. Pedro no ttº. 22 Plana 135 referindo os filhos do dito D. Gracia Mendes lhe chamar D. João Gracia o Pinto; outros a deduzem de D. Egas Mendes de Gundar e de sua m.er D. Maria Viegas no mesmo Conde ttº. 60 Plana 341 por isso dele descende além de outro Vasco Pinto de Riba de Bastança a cuja opinião nos inclinamos seguindo os autores de melhor nota, porque D. João Gracia a que o Conde diz – o Pinto – não o supomos de apelido, mas segundo dizem alguns alcunha ou por vir como dizem de uma batalha pinto de sangue e por seu traje e galantaria com que andava vestido, pois a ser apelido usariam dele seus descendentes e deduzindo-a dizem tivera – D. Elvira Annes que casou com D. Gutierres Soares o Mocho ou de Meneses de quem fazem filho D. Gracia Soares Pinto, primeiro que os desta opinião dão com este apelido que querem fosse buscar a seu avô materno D. João Gracia, não sendo natural que ele deixasse o apelido de Meneses da sua varonia, ainda sendo filho do dito D. Guterres Soares, quanto mais o Conde D. Pedro no ttº. 21 Plana 128 tratando dos filhos deste lhe não dá mais que D. Urra Gutierres e não lhe esqueceria seu irmão D. Gracia Soares; além do que o uso dos patronímicos daquele tempo, mostra que D. Gracia Soares não era filho de D. Guterres Soares, aliás se diria D. Gracia Gutierrres, tirando-se deste uso que seu pai era Soeiro como vamos mostrar na dedução desta família segundo as memórias que dela temos que se conformam com as dos autores de melhor nota que temos visto. (Gayo, tit. PINTOS).